Tebet defende “dobradinha” e ataca extrema-direita em entrevista ao My News Simone Tebet. Foto: Agência Brasil

Tebet defende “dobradinha” e ataca extrema-direita em entrevista ao My News

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Em sabatina, ministra abordou aliança com Marina Silva, desarmamento de pautas do Congresso e criticou juízes Vitalícios e interferências nas urnas

Em participação ao canal MyNews, a ministra Simone Tebet reafirmou sua aliança com Marina Silva. Além disso, ela definiu a parceria como uma dobradinha fundamental contra a extrema-direita. Com efeito, a ministra ressaltou que a eleição presidencial define o futuro do país para os próximos doze anos. Portanto, o projeto eleitoral não pode ser individual ou focado em propostas personalistas. Nesse sentido, combater as desigualdades sociais exige planejamento estratégico e união.

Por outro lado, Tebet fez uma distinção clara entre a centro-direita e a extrema-direita. De fato, a ministra criticou abertamente os discursos misóginos e o negacionismo sobre a vacinação. Da mesma forma, ela condenou o questionamento recorrente das urnas eletrônicas por alas radicais. Por conseguinte, a defesa das instituições e da representatividade feminina tornou-se prioridade central de seu grupo. Consequentemente, a democracia exige liberdade e respeito às diferenças.

Além do mais, no campo econômico, a ex-senadora cobrou responsabilidade fiscal do Congresso Nacional. Por isso, a ministra defendeu o combate às emendas secretas e aos gastos tributários sem transparência. Igualmente, Tebet argumentou que o Banco Central foi conservador e atrasou a queda dos juros no Brasil. Dessa forma, a redução da dívida pública deve caminhar junto com o incentivo ao desenvolvimento. Em vista disso, o equilíbrio fiscal é indispensável para controlar a inflação.

Por fim, ao abordar o Judiciário, Tebet defendeu a fixação de mandatos de doze anos para ministros do STF. Nesse contexto, ela frisou que nenhuma autoridade pode estar acima das leis do país. No que tange à segurança pública, a ministra cobrou maior integração entre as forças federais e estaduais. Assim, ela propôs o fortalecimento da Polícia Civil para combater o crime organizado. Em suma, o diálogo e o bom senso são caminhos indispensáveis para o progresso nacional.

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