Supremo barra manobra para criar novos penduricalhos Foto: Agência Brasil

Supremo barra manobra para criar novos penduricalhos

Nova decisão do STF impede que órgãos reformulem cargos e estruturas internas para justificar novos benefícios fora do teto

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  • STF, em decisão assinada por Flávio Dino, Gilmar Mendes e Cristiano Zanin, proibiu, a partir de 8 de setembro, a criação ou reforma de cargos e estruturas para conceder penduricalhos no serviço público.
  • A medida busca fechar brechas usadas por Judiciário, Ministério Público, Tribunais de Contas, Advocacia e Defensoria Públicas para elevar salários acima do teto constitucional.
  • Em março, a Corte limitou indenizações e gratificações a 35 % do teto de R$ 46,3 mil, embora magistrados e membros do MP ainda possam receber cerca de R$ 62,5 mil mensais com adicionais.
  • A Agência Brasil informou que, após a decisão anterior, órgãos criaram normas de plantões, pagamentos por acúmulo de função e classificações de áreas de difícil provimento.

O Supremo Tribunal Federal (STF) publicou nesta sexta-feira (8) uma nova decisão para endurecer o combate aos chamados penduricalhos no serviço público. A medida tenta fechar brechas usadas por tribunais e outros órgãos para aumentar salários acima do teto constitucional.

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