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Declaração do presidente dos EUA sobre a família Bolsonaro levantou dúvidas sobre o grau de conhecimento que ele tem da política brasileira
As declarações de Donald Trump durante o G7 reacenderam a narrativa de proximidade entre o ex-presidente americano e a família Bolsonaro. No entanto, uma fala recente sugere que essa relação pode ser menos próxima do que parece. Ao comentar a política brasileira, Trump confundiu integrantes da família e misturou episódios diferentes.
Durante conversa com jornalistas, o republicano afirmou que “prenderam Bolsonaro Júnior” e citou alguém que estaria bem posicionado nas pesquisas. A declaração confundiu Flávio Bolsonaro, apontado por aliados como possível candidato ao Planalto, com Eduardo Bolsonaro. Além disso, Trump relacionou o comentário a questões judiciais que envolvem o deputado licenciado.
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Para analistas, o episódio mostra que Trump recebe informações sobre o Brasil por meio de assessores e aliados da direita internacional. Entretanto, ele não acompanha de perto os detalhes da política brasileira. Existe uma afinidade ideológica entre os grupos, mas isso não significa uma relação pessoal tão próxima.
Além disso, Trump tem concentrado sua atenção em temas centrais da política externa americana. Entre eles estão as negociações no Oriente Médio e a segurança energética global. Nesse cenário, o Brasil ocupa um papel secundário. Por isso, a declaração reforça a percepção de que o apoio aos Bolsonaro é mais político do que pessoal.