Arquivos Bolsa de Valores - Canal MyNews – Jornalismo Independente https://canalmynews.com.br/tag/bolsa-de-valores/ Nosso papel como veículo de jornalismo é ampliar o debate, dar contexto e informação de qualidade para você tomar sempre a melhor decisão. MyNews, jornalismo independente. Thu, 23 Jan 2025 17:34:54 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 Dólar cai para R$ 5,94 e fecha em menor nível desde o fim de novembro https://canalmynews.com.br/noticias/dolar-cai-para-r-594-e-fecha-em-menor-nivel-desde-o-fim-de-novembro/ Thu, 23 Jan 2025 17:34:54 +0000 https://localhost:8000/?p=50334 Moderação nas tarifas comerciais trouxe alívio ao mercado cambial, mas bolsa de valores não seguiu tendência positiva e registra sua primeira queda

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A moderação nas tarifas comerciais prometida pelo novo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, trouxe alívio ao mercado cambial. O dólar recuou para abaixo de R$ 6, alcançando o nível mais baixo desde o final de novembro. Por outro lado, a bolsa de valores não seguiu a mesma tendência positiva e registrou sua primeira queda após três altas consecutivas.

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O dólar comercial encerrou n quarta-feira (22) vendido a R$ 5,946, com recuo de R$ 0,085 (-1,4%). A cotação caiu durante toda a sessão e passou a operar abaixo de R$ 6 a partir das 10h50. Na mínima do dia, por volta das 14h, chegou a R$ 5,91.

A moeda norte-americana está na menor cotação desde 27 de novembro. Em 2025, a divisa tem queda de 3,79%.

O mercado de ações teve um dia mais volátil. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 122.972 pontos, com queda de 0,3%. O indicador alternou altas e baixas durante toda a sessão, mas consolidou a tendência de baixa perto do fim da tarde, puxado por mineradoras.

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Sem notícias relevantes na economia brasileira, o dólar foi influenciado pelo mercado internacional. A ausência de anúncios de elevação de tarifas comerciais para a América Latina pelo presidente Donald Trump beneficiou os países emergentes. O novo presidente norte-americano anunciou uma sobretaxa de 10% para os produtos da China e de 25% para os do México e do Canadá a partir de 1º de fevereiro.

Além da falta de menções à América Latina, os percentuais abaixo do esperado diminuíram as pressões sobre a inflação norte-americana. Isso diminui a necessidade de o Federal Reserve (Fed, Banco Central dos Estados Unidos) congelar ou elevar os juros neste ano. Durante a campanha eleitoral, Trump prometeu tarifas mais altas sobre os produtos chineses.

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Taxas de juros menos altas em economias avançadas beneficiam países emergentes, como o Brasil. Isso porque os juros elevados da economia brasileira atraem capitais financeiros, reduzindo a pressão sobre o dólar e a bolsa.

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Ibovespa fecha em queda de 0,3% e começa a terça-feira aos 127,7 pontos https://canalmynews.com.br/noticias/ibovespa-fecha-em-queda-de-03-e-comeca-a-terca-feira-aos-1277-pontos/ Tue, 21 May 2024 03:00:00 +0000 https://localhost:8000/sem-categoria/ibovespa-fecha-em-queda-de-03-e-comeca-a-terca-feira-aos-1277-pontos/ As principais altas foram registradas por Isa Cteep, MRV e Marfrig. IRB e Eletrobras ON ficaram com as maiores baixas

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As principais altas foram registradas por Isa Cteep, MRV e Marfrig. IRB e Eletrobras ON  ficaram com as maiores baixas

O Ibovespa (índice da bolsa de valores brasileira) caiu 0,3% e fechou a segunda-feira(20) a 127,7 mil pontos. O desequilíbrio fiscal brasileiro, segundo especialistas, influenciou a queda. A revisão das metas fiscais feitas pela equipe econômica este mês também pode ter influência no fechamento do início da semana.

Os economistas ainda avaliam a discordância de alguns membros do Copom sobre a taxa de juros, a Selic, na semana passada. E ainda a tragédia no Rio Grande do Sul, cujo impacto no PIB será avaliado e deve ter impacto na inflação do agro.

As principais altas foram registradas por Isa Cteep (TRPL4) , MRV (MRV3) e Marfrig (MRFG3) a 5,19%, 3,57% e 3,56% respectivamente. IRB (IRBR3), Eletrobras ON (ELET3) e TIM (TIMS3) tiveram os maiores recuos a -6,81%, -3,53% e -2,89% respectivamente.

Os dados da bolsa de valores brasileira podem ser consultados no site da B3.

Pixel Brasil 61

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Bolsa sobe quase 1% e atinge maior nível desde julho de 2021 https://canalmynews.com.br/economia/bolsa-sobe-quase-1-e-atinge-maior-nivel-desde-julho-de-2021/ Tue, 21 Nov 2023 09:22:31 +0000 https://localhost:8000/?p=41329 Após duas altas consecutivas, dólar teve forte queda e chegou ao menor valor desde o início de agosto

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Em meio ao otimismo no mercado internacional, a bolsa subiu quase 1% e atingiu o maior nível desde julho de 2021. Após duas altas consecutivas, o dólar teve forte queda e chegou ao menor valor desde o início de agosto.

O índice Ibovespa, da B3, a bolsa de valores brasileira, fechou esta segunda-feira (20) aos 125.957 pontos, com alta de 0,95%. O indicador foi impulsionado pelo avanço das commodities (bens primários com cotação no mercado internacional), principalmente do minério de ferro e da recuperação do petróleo.

O indicador está no maior nível desde 28 de julho de 2021. O recorde da bolsa foi registrado em 7 de junho de 2021, quando o Ibovespa fechou aos 130.776 pontos.

No mercado de câmbio, o dia também foi marcado pelo otimismo. O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 4,852, com forte recuo de R$ 0,054 (-1,11%). A cotação operou com estabilidade na primeira hora de negociação, mas despencou após a abertura dos mercados norte-americanos.

A moeda norte-americana está no menor valor desde 2 de agosto, quando a cotação fechou a R$ 4,806. A divisa acumula queda de 3,75% em novembro e de 8,11% em 2023.

Por causa do feriado do Dia da Consciência Negra em vários estados, inclusive Rio de Janeiro e São Paulo, o volume de negociações foi baixo, com o mercado dominado pelo cenário externo. A queda dos rendimentos dos títulos do Tesouro norte-americano, considerados os investimentos mais seguros do planeta, provocou o recuo do dólar em todo o mundo. As taxas dos papéis norte-americanos têm caído após a divulgação de que a inflação nos Estados Unidos caiu em outubro.

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Códigos de ações: investidor iniciante deve estar por dentro dos tickers https://canalmynews.com.br/economia/codigos-de-acoes-investidor-iniciante-deve-estar-por-dentro-dos-tickers/ Sat, 13 Aug 2022 14:47:14 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=32818 Entenda o significado de letras e números que representam ações na bolsa de valores

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Quem deseja começar a investir em ações deve se familiarizar com os termos e a dinâmica da operação. Aprender o que são os tickers e como fazer a leitura correta desses códigos é uma das tarefas recomendadas pelo mercado financeiro.

Quando o investidor abre uma conta em uma plataforma de investimentos, tem acesso ao home broker da bolsa de valores. Trata-se do ambiente digital onde serão realizadas as operações de investimento. No caso das ações, é por meio desse sistema que o investidor dá as ordens de compra e venda.

Na Bolsa de Valores de São Paulo (B3) estão listadas mais de duas mil empresas de diferentes setores da economia. Os ativos disponíveis são apresentados por meio de códigos, também chamados de tickers, formados por letras e números.

A pesquisa do investidor por ações de uma determinada empresa não é feita nominalmente. É preciso aprender a reconhecer as companhias listadas na B3 por meio de seus tickers, além de ler corretamente o significado de cada um deles.

Conheça as diferenças entre os códigos de ações

O código de cada empresa listada na B3 tem quatro letras — geralmente associada ao nome da companhia — para facilitar o reconhecimento do investidor.

Alguns exemplos são os códigos das ações ABEV3, da Ambev S.A.; AZUL4, da Azul Linhas Aéreas Brasileiras; MGLU3, do Magazine Luiza; PETR3 e PETR4, ambas da Petrobras; RDOR3, da Rede D’Or São Luiz e VALE3, da Vale S/A.

Cada número que integra o ticker tem um significado específico; cabe ao investidor conhecê-lo para entender a natureza de cada ativo. No caso das ações, o algarismo 3 informa que se trata de uma ação ordinária, enquanto o 4 refere-se à ação preferencial.

A orientação da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) é estudar o mercado financeiro antes de escolher onde, como e quanto investir. No caso do investimento em ações, ao adquiri-las o investidor torna-se sócio da companhia. Por isso, é necessário saber exatamente a diferença entre os papéis disponíveis no mercado.

Uma ação ordinária garante o direito ao voto em assembleias realizadas pela companhia. A participação é proporcional à cota do investidor. Já uma ação preferencial é aquela que tem os dividendos distribuídos em caso de falência do negócio e, portanto, maior liquidez.

Leitura de outros códigos

Outros algarismos também podem integrar os tickers, ao lado das quatro letras que representam a empresa listada na bolsa, concedendo outras informações ao investidor.

Quando o código é acompanhado pelo algarismo 1, significa que o investidor pode adquirir uma ação ordinária com prazo e preço predefinidos. Se o código tem o algarismo 2 o significado é o mesmo, porém a subscrição é referente à ação preferencial.

Após a aquisição de uma ação com final 1, o ticker sofre uma alteração antes de o ativo ser incluído na carteira do investidor: ele passa a apresentar o algarismo 9. A mudança mostra que a ação ordinária pode ser negociada pelo valor que foi estabelecido na compra.

A mesma situação ocorre quando o investidor adquire uma ação preferencial com final 2. O código passa a ter o final 10.

Os tickers terminados em 5, 6, 7 e 8 representam ações preferenciais das classes A, B, C e D, respectivamente. A classificação está relacionada à empresa emissora da ação.

Por fim, os códigos acompanhados do número 11 podem representar ações que são negociadas em grupo, fundos de índice (ETFs) ou certificados de depósitos de valores mobiliários (BDRs), por exemplo.

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Saiba mais sobre ETFs no MyNews Explica:

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Dólar cai para R$ 5,34 na véspera de decisão sobre juros nos EUA https://canalmynews.com.br/economia/dolar-cai-para-r-534-na-vespera-de-decisao-sobre-juros-nos-eua/ Wed, 27 Jul 2022 11:06:50 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=32151 Bolsa de valores tem queda de 0,5% em dia de realização de lucros.

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Na véspera da decisão do Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) sobre os juros nos Estados Unidos, o dólar caiu pelo segundo dia seguido. A bolsa de valores iniciou o dia em alta, mas terminou em baixa, motivada pela queda nas bolsas norte-americanas e pela realização de lucros, quando investidores vendem ações para embolsar lucros recentes.

O dólar comercial encerrou esta terça-feira (26) vendido a R$ 5,349, com recuo de R$ 0,021 (-0,38%). A cotação teve um dia volátil, alternando altas e baixas ao longo da sessão, mas firmou a tendência de queda perto do fim das negociações.

Com o desempenho desta terça, o dólar acumula alta de 2,18% em julho e queda de 4,07% em 2022.

O dia também foi de volatilidade no mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3, fechou o dia aos 99.772 pontos, com recuo de 0,5%. Ontem (25), o indicador tinha fechado acima de 100 mil pontos pela primeira vez em três semanas, o que estimulou os investidores a venderem ações para embolsar ganhos após as altas dos últimos dias. Dos últimos oito pregões, a bolsa só caiu hoje e na última sexta-feira (24).

O mercado financeiro global está à espera da reunião do Fed, que começou hoje e acaba amanhã (27). O Banco Central dos Estados Unidos deverá aumentar os juros básicos em 0,75 ponto percentual para segurar a inflação, que está no maior nível nos últimos 41 anos no país.

A expectativa de que a economia norte-americana entre em recessão levou o dólar cair nos últimos dias. Isso porque os investidores passaram a acreditar que o Fed começará a reduzir os juros em 2023, o que empurraria para baixo a cotação da moeda norte-americana no mercado futuro. Em contrapartida, a expectativa de recessão nos Estados Unidos tem empurrado para baixo as bolsas norte-americanas, o que se reflete nas bolsas de todo o planeta.

*Com informações da Reuters

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Dólar chega a R$ 5,32 e atinge maior valor em cinco meses https://canalmynews.com.br/economia/dolar-chega-a-r-532-e-atinge-maior-valor-em-cinco-meses/ Sat, 02 Jul 2022 10:34:36 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=31066 A cotação está no maior nível desde 4 de fevereiro, quando também estava em R$ 5,32. Bolsa de valores sobe 0,42% e tem leve recuperação.

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Em mais um dia de tensões domésticas e internacionais, o dólar superou a barreira de R$ 5,30 e fechou no maior valor desde o início de fevereiro. Após três quedas consecutivas, a bolsa de valores teve leve recuperação e conseguiu subir no acumulado da semana.

O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (1º) vendido a R$ 5,321, com alta de R$ 0,086 (+1,65%). A cotação chegou a ficar abaixo de R$ 5,30 no início da tarde, mas a tendência de subida se consolidou perto do fim das negociações, com o aumento do pessimismo no mercado financeiro.

A cotação está no maior nível desde 4 de fevereiro, quando também estava em R$ 5,32.

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O mercado de ações teve um dia menos tenso. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 98.954 pontos, com alta de 0,42%, sustentado pela compra de ações que ficaram muito baratas nos últimos dias. Os ganhos de hoje fizeram o indicador encerrar a semana com alta de 0,29%, a primeira valorização após quatro semanas seguidas de queda.

A sexta-feira foi turbulenta tanto no mercado interno quanto no externo. No plano internacional, o dólar voltou a subir ante as principais moedas do planeta, apoiado em temores de que os Estados Unidos e diversas economias avançadas entrem em recessão por causa do aumento dos juros para conter a inflação global.

No Brasil, os investidores repercutiram a aprovação, na quinta (30), pelo Senado da proposta de emenda à Constituição que aumenta benefícios sociais e cria auxílios para lidar com os efeitos da alta dos combustíveis. Mudanças de última hora elevaram o impacto fiscal do texto de R$ 38,75 bilhões para R$ 41,25 bilhões apenas no segundo semestre.

Conheça uma opção para investir em dólar sem tirar o dinheiro do Brasil no MyNews Explica:

 

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Invasão russa à Ucrânia provoca queda nos mercados globais https://canalmynews.com.br/economia/invasao-russa-a-ucrania-provoca-queda-nos-mercados-globais/ Thu, 24 Feb 2022 16:14:49 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=24595 Bolsas mundo afora operaram em baixa na manhã desta quinta (24), refletindo as apreensões frente ao conflito no Leste Europeu. Produção e fornecimento de gás natural e petróleo também foram afetadas.

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Horas após o início da invasão russa ao território ucraniano na madrugada desta quinta-feira (24), os mercados globais já refletem a apreensão proveniente do conflito armado. Quedas expressivas nas Bolsas de Valores, alta generalizada do dólar e escassez de produtos capitais como petróleo e grãos são alguns dos efeitos primários.

Como esperado, os mercados globais amanheceram em baixa nesta quinta. Nos Estados Unidos, o índice Nasdaq Composite já cai mais de 20% em relação a seu pico recorde de fechamento de novembro passado – pela manhã o indicador econômico registrava baixa de 104,7 pontos, indo a 12.932,80. O Dow Jones, na abertura, recuou 0,91%, ficando em 32.830,33 pontos, caindo mais de 10% ante pico de fechamento recorde de 4 de janeiro. Já o S&P 500 abriu em baixa de 1,65%, a 4.155,77 pontos.

Bolsas globais operam em queda após ataque russo à Ucrânia.

Resultado entre meio-dia e uma hora (pm) – Bolsas globais operam em queda após ataque russo à Ucrânia. Foto: Reprodução

Na Europa o cenário segue a tendência baixista: na Alemanha, Frankfurt perdeu mais de 5%, seguida por Milão e Paris (-4%) e Madrid e Londres, com perda de mais de 3%. O mercado de ações de Moscou caiu mais de 25%, e a moeda russa, o rublo, atingiu seu mínimo histórico em relação à moeda estadunidense (89,98 por dólar), antes da intervenção do Banco Central russo.

A movimentação russa também mexeu com os ânimos do mercado brasileiro, que amarga queda de cerca de 2% – meio-dia, o Ibovespa marcava 109.943 pontos, com perda de mais de 2.000.

Gás e Petróleo

Na Europa, a guerra também influencia diretamente o preço do gás natural. O produto com entrega marcada para março, no início desta manhã de quinta-feira, chegou a 113 euros por MWh, o que representa um aumento de 29,14% em relação à cotação do dia anterior. Desde o dia 7 de janeiro o preço não passava de 100 euros, mas a cotação chegou a 180 euros no fim do ano passado com o aumento da demanda chinesa e seguiu com o início da tensão na Ucrânia.

Isso acontece porque a Rússia é a principal fornecedora de gás natural para a Europa e, segundo a gigante francesa do setor, TotalEnergias, não existe alternativa para importação. “Se o gás russo não chegar à Europa, temos um problema real com os preços do gás na Europa”, disse o presidente do grupo, Patrick Pouyannée, em Paris. Ele participou nesta quinta do fórum da Federação Nacional de Obras Públicas (FNTP) e ressaltou que o gás russo representa 40% do mercado europeu.

Os preços do petróleo, que já vinham de altas mediante a escalada de tensões no Leste Europeu, também dispararam. O brent, referência comercial para o mundo, subiu acima de US$ 105 o barril pela primeira vez desde 2014.

A Rússia é o terceiro maior produtor da commodity energética e o segundo maior exportador. Devido aos baixos estoques e à diminuição da capacidade ociosa, o mercado de petróleo não pode arcar com grandes interrupções no fornecimento.

Giovanni Staunovo, analista do UBS, afirma que “as preocupações com a oferta também podem estimular a atividade de estocagem de petróleo, o que sustenta os preços.”

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Melhor dos dois mundos: COE mescla renda fixa e renda variável https://canalmynews.com.br/economia/melhor-dos-dois-mundos-coe-mescla-renda-fixa-e-renda-variavel/ Wed, 23 Feb 2022 22:22:08 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=24440 Certificado de Operações Estruturadas permite que investidor acesse diferentes mercados e tipos de investimentos, aproveitando a alta da Selic e as variações da Bolsa

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O COE, Certificado de Operações Estruturadas, permite que o investidor acesse diferentes mercados e tipos de investimentos. Esse produto é conhecido, principalmente, por mesclar a renda fixa e a renda variável. Desse modo, essa aplicação se torna uma opção interessante para diversificar a carteira.

Os Certificados são uma opção bastante conhecida nos Estados Unidos. No entanto, no Brasil, a alternativa ainda passa despercebida por muitos investidores, uma vez que este produto passou a ser oferecido somente em 2016.

Tecnicamente, a principal característica do COE está  dualidade de modalidades. O Certificado de Operações Estruturadas pode ser de:

  • Valor Nominal Protegido: garantia da quantia principal investida. Essa modalidade tem maior indicação para quem não quer arriscar o capital – o investidor tem garantia de receber, pelo menos, 100% do valor principal que investiu.
  • Valor Nominal em Risco: possibilidade de perda até o limite do capital investido. Ou seja, é possível perder toda a quantia investida, mas sem ficar com o saldo negativo.


O que é, de fato, o COE?

O COE, de modo geral, tem semelhança com o CDB (o famoso Certificado de Depósito Bancário). Isso porque quando alguém compra um COE está emprestando esse dinheiro para alguma instituição financeira.

Esse produto distribui uma parte considerável do capital em operações de renda fixa, como CDB, LCA ou LCI. Já o restante é aplicado em derivativos, como ações, índices, taxas de juros, commodities e moedas — em especial o dólar. Devido a exposição às modalidades de renda fixa e variável, há a possibilidade de diversificar a carteira e controlar os riscos.

Simulação de aplicação em COE

Simulação de aplicação em COE. Foto: Reprodução (MyNews)

Simulação de investimento em COE:

Aplicação: R$100mil.

Modalidade: Valor Nominal Protegido.

Banco emissor aplica R$ 70 mil em Operação prefixada.

Com os R$30 mil compra, por exemplo, uma operação estruturada com viés de alta em um ativo.

Vencimento: Cliente receberá R$100 mil + rendimento da operação.


Luciano Diaferia, Superintendente de Produtos Global Markets & Treasury do Itaú BBA explica que “o interessante do COE é que ele permite que nós de dentro do banco, responsáveis por estruturar a aplicação, façamos essa combinação da renda fixa com os derivativos, apresentando para o investidor o que chamamos de ‘pacote único’, simplificando muito a vida do aplicador. O fato de você ter um instrumento único é o primeiro benefício; a segunda vantagem é que ele é um instrumento bastante flexível, dando para o investidor acesso a diferentes mercados. Duas palavras importantes que definem o COI são flexibilidade e acessibilidade”.

Quanto à estruturação, ela deve ser baseada na conjuntura econômica em que o investidor está inserido. No começo da disposição, existe a possibilidade de compreender os cenários de ganho e perda máxima. “Nessa condição que a gente vê aqui no Brasil, de capital protegido, o COI é uma ferramenta no qual a sua perda máxima está limitada, uma vez que você sabe qual é o seu pior cenário – o que, para alguns perfis de investidores, se torna uma opção bastante interessante, já que permite a procura por um produto que te dê uma maior rentabilidade, mas com um tipo de segurança a mais”, complementa Diaferia

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A entrevista completa você acompanha no MyNews Investe desta quarta-feira (23):

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Aumento no fluxo estrangeiro mantém bolsa brasileira em alta https://canalmynews.com.br/economia/aumento-no-fluxo-estrangeiro-mantem-bolsa-brasileira-em-alta/ Fri, 18 Feb 2022 00:30:11 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=24119 No início de 2022, aportes internacionais cravam a segunda melhor marca mensal da categoria nos últimos 10 anos. Movimentação impulsionou Ibovespa e ocasionou queda do dólar

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Em janeiro, o mercado financeiro brasileiro se surpreendeu positivamente: os investidores estrangeiros gastaram R$ 32,5 bilhões em compras de ações na nossa Bolsa, a B3, ocasionando o maior saldo mensal de capital externo dos últimos 12 meses. Tamanho fluxo impulsionou o Ibovespa a fechar o período no azul, anotando uma alta de 6,9%.

Neste ano, o superávit dos aportes internacionais feitos por investidores estrangeiros já ultrapassa a casa dos R$ 47,3 bilhões, segundo dados fornecidos pela B3. O resultado é 74% maior do que o volume acumulado de janeiro e fevereiro do ano passado, e representa a segunda melhor marca mensal da categoria nos últimos 10 anos. Além disso, o grupo completou 4 meses consecutivos de saldos positivos.

Fluxo estrangeiro mensal na B3.

Fluxo estrangeiro mensal na B3. Foto: Reprodução (MyNews)

Pode-se afirmar, então, que o fluxo estrangeiro tem sido o principal impulsionador dos ativos brasileiros em 2022, contribuindo até mesmo para um movimento expressivo de queda no dólar.

Esse movimento é explicado pelo fenômeno de alta na procura, por parte do investidor estrangeiro, por ações de “valor” (como é o caso das commodities e instituições financeiras), ao passo em que há uma desvalorização dos papéis de “crescimento” nos Estados Unidos (exemplificado pelas companhias de tecnologia), devido à iminente alteração na política taxa básica de juros estadunidense.

Frederico Padilha, economista e CPO da plataforma de gestão de investimento Gorila, explica que a conjuntura favoreceu o mercado doméstico do brasil, uma vez que, enquanto bancos centrais em todo o mundo ajustam suas taxas de juros para enfrentar uma inflação global gerada pela desorganização das cadeias de suprimentos durante a pandemia, investidores trocam ativos em suas carteiras numa tentativa de amenizar prejuízos e lucrar com oportunidades.

“Os investidores, procurando balancear a carteira para o ano, enxergaram nos países emergentes oportunidades em ativos fora do dólar, e o Brasil, com os juros subindo e o ‘Cap & Trade’ voltando, estava bem atrativo”, elucidou Padilha.

Contudo, o Federal Reserve (Banco Central dos Estados Unidos) já sinalizou que irá mexer na política monetária, fazendo com que os títulos prefixados do país se tornem mais lucrativos. “Caso haja um surto inflacionário muito alto, que obrigue o Federal Reserve a “agir de forma muito mais enérgica, aí certamente todos os mercados emergentes – e o Brasil é um deles – vão acabar sofrendo bastante”, complementou o economista.

 

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A entrevista completa com Frederico Padilha você assiste no MyNews Investe desta quinta-feira (17):

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Setor tech entra em queda nos EUA após ‘boom’ na pandemia https://canalmynews.com.br/economia/setor-tech-entra-em-queda-nos-eua-apos-boom-na-pandemia/ Thu, 10 Feb 2022 23:23:54 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=23655 Ações de companhias de tecnologia foram as mais negociadas durante o auge da crise sanitária. No entanto, em janeiro de 2022 esses papéis foram os mais evitados pelos investidores

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Setor tech: Aclamadas durante o auge da pandemia, as ações de tecnologia foram as mais evitadas no início de 2022. A principal razão está na percepção dos investidores quanto ao fluxo de aumento de juros imposto por boa parte dos Banco Centrais ao redor do mundo, movimentação entendida como um dos principais riscos para os mercados.

Uma pesquisa realizada pelo Bank of America em janeiro mostrou que os mais robustos gestores de fundos reduziram suas posições overweight (aquelas com visão acima da média do mercado) para os níveis mais baixos desde dezembro de 2008, ano da crise econômica global.

Já um estudo conduzido pelo Deutsche Bank, o maior banco da Alemanha, apontou que a imensa maioria dos entrevistados acredita que os papéis de tecnologia dos Estados Unidos estão em “território de bolha”, uma vez que os investidores permaneceram mais pessimistas frente aos movimentos agressivos de política monetária e rendimentos mais altos.

“A inflação acima do esperado continua a ser o motor predominante desses temores baixistas, mas sua contraparte, um Federal Reserve mais agressivo, atraiu muito mais preocupação dos entrevistados”, justificou a instituição alemã.

Setor tech tem queda nos EUA após boom na pandemia

Setor tech tem queda nos EUA após boom na pandemia. Foto: Reprodução (bfishadow/Flickr)

As empresas de tecnologia têm como característica necessitarem de níveis elevados de investimentos, para ganharem escala e participação de mercado. No entanto, em resposta à probabilidade de mais aumentos de juros neste ano, os investidores aumentaram suas posições em ações de bancos, commodities e indústrias, setores cíclicos que tendem a se beneficiar de taxas mais altas.

No acumulado de 2022, até o dia 27 de janeiro, a Bolsa americana Nasdaq, conhecida pela alta concentração de ações de tecnologia, recuava quase 15%. Só na terceira semana do mês a desvalorização foi de 7,5%, a maior para o intervalo desde o início da pandemia, em março de 2020.

Ulysses Reis, professor na Strong Business School, explica que o aceno para o aumento dos juros nos EUA é apenas uma das razões para o tombo. “O Fed estava com juros baixos, estava muito fácil para as empresas de tecnologia pegarem investimentos. […] Com o aumento da taxa de juros, essa tomada de crédito já não se torna tão interessante, e a economia começa a se reequilibrar”, falou.

“A pandemia fez com que toda a estrutura econômica de trabalho mudasse, as pessoas foram para o home office e houve muito investimento nessa área – tanto que ainda hoje temos a falta de chips e semicondutores, por exemplo, que foram desviados para a produção de computadores, notebooks, smartphones etc. Houve uma demanda muito forte sobre o setor tech, era muito fácil ganhar dinheiro nessa área… Hoje, a situação já começou a inverter”, complementou Reis.

Dessa maneira, a atual conjuntura do setor pode ser compreendida também como um regresso à normalidade, como era verificado no mercado pré-pandemia.

 

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Projeções para o setor tech, orientações de investimentos e a entrevista completa com o professor Ulysses Reis você confere no MyNews Investe desta quinta-feira:

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Ganhos com ações do Agronegócio devem bater os juros https://canalmynews.com.br/economia/ganhos-com-acoes-do-agronegocio-devem-bater-os-juros/ Fri, 07 Jan 2022 12:27:07 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=22824 Analista da Genial Investimentos fala sobre o desempenho das ações do setor de Agronegócio na bolsa brasileira.

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Ações do Agronegócio: Se buscar a informação correta você consegue fazer bons investimentos na Bolsa de Valores mesmo numa economia com uma perspectiva de crescimento frágil e um aperto monetário com alta de juros em curso. Para isso, o primeiro passo é buscar os setores que historicamente estão se mostrando mais fortes do que a economia brasileira, caso do agronegócio.

A resiliência do agronegócio brasileiro, visto como o motor da economia do país, tem sido premiada pelos investidores. Ações de empresas do setor acumularam rentabilidade de dois dígitos na Bolsa, com JBS e Marfrig atingindo altas espetaculares no período acima dos 70% no ano passado. 

Um relatório recente da Genial Investimentos recomenda três empresas que devem bater as taxas de juro. São elas: SLC Agrícola (SLCE3), Brasil Agro (AGRO3) e Boa Safra Sementes (SOJA3).

A íntegra do relatório está  aqui.

LEIA TAMBÉM: BNDES muda foco e financia mais o agro do que a indústria

Veja o MyNews Investe com o comentário do Adriano Castro, sobre as ações do agronegócio:

 

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Bolsonaro empareda Congresso com Auxílio Brasil de R$ 400 https://canalmynews.com.br/juliana-braga/bolsonaro-empareda-congresso-auxilio-brasil-r-400/ Thu, 21 Oct 2021 23:43:07 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/bolsonaro-empareda-congresso-auxilio-brasil-r-400/ Ministro da Cidadania anunciou valor mínimo de R$ 400 para o Auxílio Brasil, mas não explicou de onde sairão aos recursos; caberá ao Congresso impor o freio

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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido), em franca campanha por sua reeleição, devolveu uma dose do veneno do próprio Congresso Nacional ao anunciar o novo Auxílio Brasil de R$ 400, sem dizer de onde sairiam os recursos. Com a manobra, jogou no colo dos parlamentares a responsabilidade por encontrar a solução para essa equação, ou então justificar um reajuste menor. É um cálculo no qual ele só ganha: compartilha o desgaste por furar o teto, fatura eleitoralmente caso o valor seja aprovado e, caso não seja, a culpa não seria dele.

Congresso Nacional deverá arcar com o ônus de reduzir o valor do Auxílio Brasil, ou de desrespeitar o teto de gastos/Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Ao emparedar o Congresso com os R$ 400, Bolsonaro se vale da mesma estratégia que o Congresso utilizou em 2020, quando triplicou o valor proposto para o Auxílio Emergencial. A proposta do benefício de R$ 200 foi enviada pelo Executivo, com o objetivo de minimizar perdas dos trabalhadores em função do isolamento social ocasionado pela pandemia do novo coronavírus. Em 30 de maio de 2020 o Senado aprovou a proposta, mas a R$ 600 – valor já inflado na Câmara dos Deputados.

Apesar da contrariedade da equipe econômica, o presidente não bancou o custo político do veto e, não só manteve os R$ 600, como prorrogou os pagamentos por mais de um ano. Como os pagamentos são feitos pela Caixa Econômica Federal, o aumento acabou se revertendo em ganhos políticos também para Bolsonaro.

Agora, com o Auxílio Brasil, a ala política do governo insiste em manter um ganho bem acima da inflação em relação ao Bolsa Família. O relator da medida provisória que cria o novo programa, Marcelo Aro (PP-MG), disse nesta quinta-feira (21) em entrevista ao Café do MyNews que é necessário priorizar despesas e que o governo precisa apresentar o caminho para abrir espaço para o gasto.

Acordo fechado para ampliar teto de gastos e possibilitar Auxílio Brasil derrubou a Bolsa

Um acordo fechado na manhã desta quinta entre a equipe econômica e o deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), relator da PEC dos Precatórios, derrubou a Bolsa de Valores em 4% e fez o dólar encostar próximo de R$ 6.  Hoje, o teto de gastos é corrigido pelo IPCA acumulado nos últimos 12 meses, até junho do ano anterior ao exercício fiscal.

Pelo texto, esse reajuste seria feito considerando o ano fechado, de janeiro a dezembro. Só essa mudança abriria um espaço de R$ 40 bilhões no teto de gastos. Somando a isso as alterações ao pagamento de precatórios, que limitaria em R$ 40 bilhões o cumprimento de compromissos adquiridos por decisões judiciais, esse espaço extra pode chegar a R$ 83 bilhões.

Nesta quinta-feira, Bolsonaro negou que a manobra represente uma quebra da regra do teto. “Temos aproximadamente 16 milhões de pessoas do Bolsa Família. O tíquete médio do Bolsa Família é de cerca de R$ 192. Se o médio é R$ 192, tem muita gente ganhando R$ 40, R$ 50. Nós decidimos passar todos para, no mínimo, R$ 400. Isso tudo com responsabilidade. Ninguém está furando o teto não”, afirmou o presidente, em evento no Ceará.

Acompanhe o Café do MyNews, de segunda a sexta, a partir das 8h30, no Canal MyNews, com apresentação de Juliana Braga

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Getnet, empresa de maquininha do Santander, estreia na B3 com salto de 142,74% https://canalmynews.com.br/mynews-investe/getnet-empresa-maquininha-santander-estreia-b3-salto-14274/ Mon, 18 Oct 2021 23:50:25 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/getnet-empresa-maquininha-santander-estreia-b3-salto-14274/ A estreia na Bolsa de São Paulo é a primeira etapa da cisão entre a Getnet e o Santander. No dia 22, a empresa começa a negociar ações na Nasdaq

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A Getnet estreou na sessão B3 desta segunda-feira (18) com o pé direito, após cindir suas operações do Santander. As ações Units (GETT11), que integram o Ibovespa, saltaram 63,58% e fecharam o dia em R$ 7,72. A separação pode ser uma das explicações para o sucesso das ações na Bolsa. Cada acionista do Santander recebeu 0,25% em ação ordinária, preferencial ou unit da Getnet para cada papel correspondente emitido pelo Santander Brasil.

bolsa de valores
Getnet vai estrear na Nasdaq no próximo dia 22 de outubro/Imagem: Pixabay

Já as ações ordinárias (GETT3), dispararam 142,74%, a R$ 5,40, e as ações preferenciais (GETT4) subiram 95,85%, no valor de R$ 4,97.

A estreia na Bolsa de Valores de São Paulo é a primeira etapa da cisão entre Getnet e Santander. A partir de sexta-feira (22), a empresa de maquininhas também vai negociar recibos de ações (ADs) na Nasdaq. A empresa foi fundada em 2003 no Rio Grande do Sul e comprada pelo Santander em 2014. A empresa é a terceira maior em operação de “maquininhas” no Brasil.

Assista ao MyNews Investe, no Canal MyNews, de segunda a sexta, com apresentação de Thais Skodowski

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Preço do Bitcoin sobe e chega perto da máxima histórica https://canalmynews.com.br/mynews-investe/preco-bitcoin-sobe-chega-perto-maxima-historica/ Fri, 15 Oct 2021 22:27:57 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/preco-bitcoin-sobe-chega-perto-maxima-historica/ Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos pode autorizar já na próxima semana fundos indexados (ETFs) vinculados à criptomoeda

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O Bitcoin “sextou” bonito e pegou o elevador. A criptomoeda voltou a cruzar a barreira dos US$ 60 mil e foi negociada nesta sexta-feira (15) por quase US$ 62,5 mil. Um valor bem perto de sua máxima histórica, de US$ 64,8 mil, registrada em abril deste ano.

Tamanha euforia dos investidores tem uma explicação. É que a Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos estuda a possibilidade de autorizar fundos indexados (os ETFs) vinculados à criptomoeda. Essa autorização pode acontecer já na próxima semana, segundo fontes ouvidas pela Bloomberg.

Bitcoin
Apesar de volátil, o Bitcoin pode ser uma boa opção para quem quer diversificar a carteira de investimentos/Imagem: Pixabay

A entrada dos ETFs de Bitcoin no mercado norte-americano deve ajudar na legitimação da criptomoeda aos olhos do mercado global, já que a aprovação da Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos é usada como referência por órgãos reguladores de muitos países.

Enquanto nos Estados Unidos ainda se espera a entrada do Bitcoin na Bolsa, o Brasil já possui ETFs da criptomoeda, que foram lançados este ano pela B3. O pioneiro foi o QBTC11, lançado pela QR Asset em junho. Só neste mês já teve uma variação positiva de 40,45%.

Já o Hashdex Nasdaq Bitcoin Reference Price Fundo de Índice (BITH11) é o primeiro ETF verde do segmento e busca neutralizar as emissões de carbono resultantes da mineração do Bitcoin. A variação em outubro também passa dos 40%.

Bolsa de Valores tem novo horário a partir de 8 de novembro

Seja para negociar Bitcoin ou outro ativo, os investidores terão que ficar de olho no novo horário da Bolsa de Valores. A partir de 8 de novembro, o pregão regular vai ocorrer das 10h até as 18h, pelo horário de Brasília. A mudança será feita para o mercado nacional se adequar ao término do horário de verão nos Estados Unidos, que acontece em 7 de novembro.

Se não houvesse a mudança, passaria a existir uma diferença de uma hora entre os horários de fechamento das bolsas de Nova York e de São Paulo. Com o novo horário, a B3 deixa de ter o after market para o mercado de ações, que atualmente ocorre até as 18h. A exceção será no dia de vencimento de opções, em que haverá negociações pós-mercado.

Assista ao MyNews Investe, de segunda à sexta, no Canal MyNews, e fique por dentro das principais notícias de economia e sobre o mercado financeiro. Apresentação de Thais Skodowski

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Após declaração de Bolsonaro, investidores ficam de olho nas ações da Petrobras https://canalmynews.com.br/mynews-investe/apos-declaracao-bolsonaro-investidores-ficam-de-olho-acoes-petrobras/ Thu, 14 Oct 2021 23:27:24 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/apos-declaracao-bolsonaro-investidores-ficam-de-olho-acoes-petrobras/ Papéis da estatal tiveram alta na manhã desta quinta-feira (14) após o presidente Jair Bolsonaro afirmar que “tem vontade de privatizar a Petrobras”

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Quinta-feira movimentada para a Petrobras e seus investidores. Começou com o reflexo da aprovação pela Câmara dos Deputados, ainda na quarta-feira à noite, do texto principal do projeto que fixa o ICMS incidente sobre os combustíveis. Teve também o ministro Paulo Guedes falando nos Estados Unidos que poderia vender ações da petrolífera e usar o ganho para custear programas sociais. E, na manhã desta quinta (14), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou que “tem vontade de privatizar a Petrobras”.

Conselheiros deixam cargos após troca na presidência da Petrobras
Declarações de Bolsonaro a uma rádio de Pernambuco de que deseja privatizar a Petrobras deixou os investidores interessados nos papeis da empresa/Foto: Amanda Ravelli (Núcleo Editorial – Flickr).

Bastou aparecer o nome “privatização” no noticiário para os investidores se animarem e os papéis da companhia subirem. As ações blue chips (as mais negociadas) da Petrobras registram ganhos. Pelo menos até a hora do almoço. As preferenciais estavam com alta acima de 1%. As ordinárias também apresentavam elevação, um pouco mais modesta, de 0,49%. À tarde, no entanto, após a digestão, os preços caíram um pouco.

variação petrobras bolsa
Veja a variação das ações da Petrobras nesta quinta (14) na Bolsa de Valores/Imagem: Canal MyNews

A animação matinal dos investidores veio na cola da declaração de Bolsonaro de ter a intenção de privatizar a Petrobras. Um desejo verbalizado durante uma entrevista à Rádio Novas de Paz, de Pernambuco, ligada à Igreja Assembleia de Deus. Bolsonaro disse que “ia ver” com a equipe econômica o que poderia ser feito. Milagre é que não vai ser. Para os investidores ficarem de olho, em outubro, as ações ordinárias da Petrobras já subiram pouco mais de 7%. As preferenciais, quase 10%.

Cenário para o petróleo é positivo e mudanças no ICMS podem ser boas para a Petrobras

Filipe Villegas, analista da Genial Investimentos, destaca que as ações estão mesmo com preços atrativos e os fundamentos da companhia seguem positivos. Ele também reforça que o cenário para o petróleo ainda é positivo e um avanço na questão do ICMS poderia ser bom para a Petrobras. Mas Villegas lembra que, como estamos falando de uma estatal, por ela não atender aos requisitos de governança e sempre haver a possibilidade de intervenção política, ele não possui recomendação.

Veja os boletins do MyNews Investe, no Canal MyNews, e acompanhe o programa de segunda a sexta, a partir das 18h, com apresentação de Thais Skodowski

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Três ações do agronegócio para você ficar de olho na Bolsa https://canalmynews.com.br/mynews-investe/tres-acoes-agronegocio-para-ficar-de-olho-bolsa/ Thu, 14 Oct 2021 00:54:45 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/tres-acoes-agronegocio-para-ficar-de-olho-bolsa/ Agronegócio é um dos principais da economia brasileira. Nada mais natural para o investidor do que procurar por essas empresas na hora de investir

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“Brasil, o celeiro do mundo.” A expressão é antiga. Foi cunhada na Era Vargas, quando o país passou a produzir soja, trigo e milho em larga escala. Muitos anos se passaram desde a criação do slogan e, mesmo deixando os arroubos populistas de lado, não dá para tirar a importância do agronegócio para a economia brasileira.

Anúncio da Evergrande repercutiu na Bolsa de Valores
Grande produtor agrícola, Brasil tem empresas com ações promissoras na Bolsa de Valores/Imagem: Pixabay

O país é o quarto maior produtor de grãos do mundo, atrás apenas de China, Estados Unidos e Índia. Tem o maior rebanho bovino, o quarto efetivo de aves e o terceiro de suínos. Em 2020, 26,6% do PIB brasileiro correspondeu ao setor. Nada mais natural para o investidor do que procurar empresas do agro na hora de investir na Bolsa. Mas será que é o momento?

A pedido do MyNews Investe, Elidio Almeida, especialista em commodities da Valor Investimentos, apontou três ações com boas perspectivas para os próximos meses. A primeira delas é a SLCE3, da SLC Agrícola. A empresa fundada em 1977 pelo Grupo SLC produz soja, algodão e milho, além de trabalhar com gado. Também detém a marca SLC Sementes, que produz e comercializa sementes de soja e algodão.

A SLC foi uma das primeiras empresas do setor a ter ações negociadas na Bolsa. Nas últimas 52 semanas, os papéis tiveram uma valorização de 96,36%. “Ela está sendo negociada com um Preço/Lucro de 8,4 vezes”, informa Almeida. O chamado Índice Preço/Lucro serve justamente como um indicador do humor dos investidores. Quanto maior o P/L, mais positivo está o cenário do mercado para a companhia.

A segunda ação apontada por Elidio Almeida é a RAIZ4, da Raízen, que foi negociada na Bolsa nesta quarta-feira a R$ 7,06. “É mais focada em energias renováveis e uma empresa bem bacana do setor também”, destaca o especialista. Ela é fruto de uma joint venture entre a brasileira Cosan e a holandesa Shell e está entre as maiores produtoras de cana de açúcar e etanol do mundo.

A Raízen realizou IPO em agosto deste ano. A oferta pública inicial movimentou R$ 6,9 bilhões. De acordo com a companhia, os recursos captados seriam usados na expansão da produção de produtos renováveis, segmento que respondeu por 13% dos R$ 114,6 bilhões do faturamento no ano fiscal encerrado em março de 2021.

Fechando o Top 3, Elidio Almeida aponta a TTEN3, papel da Três Tentos, empresa que atua no gerenciamento de grãos, armazenagem, defensivos agrícolas, fertilizantes e gestão de produção, e abriu capital em julho deste ano. “É praticamente uma Small Cap. Entrou na bolsa através de uma oferta restrita. A gente acha que ela está num patamar bem interessante de preço e tem um potencial bem grande de crescimento.” O papel foi negociado nesta quarta a R$ 9,05, com valorização de 4,26%.

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Hora de abrir a carteira e investir em commodities https://canalmynews.com.br/mynews-investe/hora-de-abrir-carteira-investir-em-commodities/ Tue, 12 Oct 2021 00:01:26 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/hora-de-abrir-carteira-investir-em-commodities/ Commodities tiveram alta e evitaram maior queda da Bolsa de Valores. Matérias-primas se destacam como bons investimentos no momento

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Não fosse o mau humor e o ambiente de aversão a riscos do mercado externo, o Ibovespa teria fechado o pregão desta segunda-feira no azul, puxado pela alta das commodities. E foram elas, as matérias-primas, as estrelas do MyNews Investe deste pré-feriado. Elidio Almeida, especialista em commodities da Valor Investimentos, conversou com Mara Luquet e respondeu o que todo investidor quer saber: é para comprar ou para vender? E ele não poderia ser mais direto: a hora é de investir.

“O minério de ferro teve uma queda muito forte por conta da situação na China com a Evergrande. Houve essa queda recente, que está se desfazendo agora, voltando a ter uma alta. Mas, na nossa visão, está num preço bem bacana de se comprar. Está num preço barato”, afirmou Almeida. Segundo ele, passado o “susto” da gigante chinesa, os preços do minério devem se estabilizar e voltar para os patamares anteriores. Enquanto não voltam, hora das compras.

O pensamento é simples: quanto mais volátil, mais o mercado vai apresentar oportunidades de compra. O especialista da Valor Investimentos também destacou o petróleo como um possível alvo para quem está disposto a abrir a carteira e comprar. Ele lembrou que a commoditie vem em um ciclo de alta muito forte, parecido com o registrado nos anos 2000, e a probabilidade é a de que siga em elevação pelos próximos meses ou anos.

commoditie - soja
Commodities como milho e soja despontam como promissoras neste momento/Imagem: Pixabay

“A gente passou alguns anos com os preços das commodities caindo ou estáveis e, desde o final de 2020, vemos uma alta. Acredito que estamos, sim, num ciclo de alta das commodities”, reforçou Elidio Almeida. Ele lembrou que há diversas análises demonstrando que os preços devem subir ainda mais, principalmente os do minério de ferro e do petróleo. Mas não apenas eles. As commodities agrícolas – como o milho e a soja – também merecem atenção.

De acordo com Almeida, existem algumas possibilidades para o investidor se expor ao agronegócio na Bolsa, seja através de empresas ou de contratos futuros dessas commodities. “Hoje é muito fácil de você fazer essa operação, tem muita liquidez no mercado.”.

Fim da pandemia pode favorecer commodities, varejo, transporte aéreo e turismo

A possibilidade de um controle mais efetivo da pandemia de Covid-19, com maiores índices de vacinação, e a retomada da economia favorecem o mercado de commodities. Mas o especialista da Valor Investimentos destacou que o impacto maior será em setores como o varejo, o de transporte aéreo e o turismo. “Fundos imobiliários de shopping, ações ligadas a shopping e ao turismo serão impactados positivamente. Mas a Bolsa deve subir como um todo. E as empresas de commodities também devem ser beneficiar disso, apesar de ser em uma escala menor.”

Assista ao MyNews Investe, de segunda a sexta, a partir das 18h, no Canal MyNews

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Varejistas são destaque da Bolsa de Valores https://canalmynews.com.br/mynews-investe/varejistas-sao-destaque-bolsa-de-valores/ Thu, 07 Oct 2021 01:05:33 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/varejistas-sao-destaque-bolsa-de-valores/ Papéis de Americanas, Magazine Luiza e Via apresentaram as maiores altas do pregão da Bolsa de Valores

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O volume de vendas no varejo restrito teve queda de 3,1% em agosto, em relação a julho, na série de ajuste sazonal, de acordo com a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada nesta quarta-feira (6) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

É a terceira maior perda da série histórica, atrás de abril de 2020 (-18,4%) e de dezembro de 2020 (-6,1%). No entanto, apesar do dado ter sido muito abaixo da projeção Refinitiv de alta de 0,7% na base mensal, foram as empresas varejistas que apresentaram as maiores altas no pregão da Bolsa de Valores, a B3, desta quarta (6).

Os papéis da Americanas subiram 7,31%, da Magazine Luiza 5,70%, e da Via 5,53% . A RUMO, companhia ferroviária e logística, cresceu 7,24%.

Ibovespa

O Ibovespa começou em queda, mas terminou o dia no azul, com uma leve alta de 0,09%. A recuperação do índice foi graças a Vale, que subiu 2,82% no pregão.

Acompanhe as principais notícias sobre economia e mercado financeiro no MyNews Investe, no Canal MyNews

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Ações de empresas de tecnologia sofrem com quedas na Bolsa de Valores https://canalmynews.com.br/mynews-investe/acoes-empresas-tecnologia-sofrem-quedas-bolsa-de-valores/ Thu, 30 Sep 2021 18:02:03 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/acoes-empresas-tecnologia-sofrem-quedas-bolsa-de-valores/ Ações de empresas de tecnologia tiveram baixas entre 23% e 65%, influenciadas, entre outros fatores pela desaceleração econômica e pelo aumento da taxa de juros

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As ações de empresas de tecnologia estão em queda na Bolsa de Valores de São Paulo. Das dez empresas do setor que abriram capital em 2021, seis tiveram baixas significativas. Alguns papéis chegaram a cair mais de 60%, com um desempenho bem pior que o Ibovespa.

Um levantamento feito pelo jornal Valor Econômico mostra que os IPOs (ofertas públicas iniciais) de empresas de tecnologia captaram R$ 8,8 bilhões desde o começo do ano. Porém, enquanto o Ibovespa sofreu uma queda de 5,5% e 8,8%, seis empresas tiveram baixas entre 23% e 65%.

As maiores diferenças estão nas ações da Enjoei, plataforma de vendas on-line, e da Mobly, site de móveis e decoração.

As fraudes na tecnologia formam uma indústria bilionária que demanda atenção e atualização constantes
Desaceleração da economia e juros altos interferem no valor das ações das empresas de tecnologia/Foto: Unsplash

De acordo com uma análise feita pela Genial Investimentos, a desvalorização das ações de tecnologia está relacionada com vários fatores, sobretudo o aumento das taxas de juros. Isso porque, para estimar o valor justo de uma empresa hoje, desconta-se os fluxos de caixa futuros a uma taxa até o dia de hoje. Se há um aumento da taxa de juros, há um aumento da taxa de desconto dos fluxos. Com uma taxa de desconto maior, o valor justo da empresa fica menor.

Além disso, a alta de juros também impulsiona o investidor para a renda fixa, ou seja, as ações deixam de ser tão atraentes, afinal, o risco de perder dinheiro é maior.  

Desaceleração econômica interfere na valorização das ações das empresas

Outro ponto levantado pela Genial é que estamos em um cenário de desaceleração econômica, que interfere negativamente no resultado das empresas e gera uma expectativa de menor crescimento, que é precificada nos ativos.

Já o CIO (Chief Information Officer) da Indossuez, Fábio Passos, aponta outros dois motivos para a queda das ações de empresas de tecnologia. Um deles é que o setor teve um boom de demanda no ano passado, mas que não se garantiu no segundo semestre desse ano.

“É razoável imaginar que se você tem um momento tão positivo, você tem uma demanda mais alta e é mais fácil levantar dinheiro para essas empresas, por isso tanta empresa foi ao mercado. Mas algumas empresas que foram ao mercado não estavam tão estruturadas, com modelos de negócios tão sustentáveis a longo prazo. No primeiro momento, quando você tem um mood mais positivo está ok, mas em um cenário mais difícil, quando se tem um Ibovespa mais instável ou retomada da renda fixa, esses questionamentos ficam mais fortes”, disse.

Passos ainda destaca a baixa liquidez dos papéis dessas empresas. “Muitos investidores Pessoa Física entraram nesses IPOs, mas também teve muitos investidores institucionais que ancoraram essas emissões. Então, esses papéis não têm liquidez tão grande e essas empresas têm o seu passivo ou fluxo de caixa concentrado em poucos investidores. Em algum momento, se algum deles começa a sair, acaba pesando no preço”, complementa.

Veja a íntegra do MyNews Investe desta quinta (30) e fique por dentro das principais informações sobre investimentos e economia. No Canal MyNews

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Investimentos para mulheres: nada nos define; somente as nossas escolhas https://canalmynews.com.br/voce-colunista/investimentos-para-mulheres-nada-nos-define-somente-nossas-escolhas/ Wed, 29 Sep 2021 20:24:55 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/investimentos-para-mulheres-nada-nos-define-somente-nossas-escolhas/ Segundo o último estudo da B3, as brasileiras buscam investimentos de longo prazo e são mais empreendedoras que os homens; perfil que se assemelha ao público dos ativos alternativos

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Mulheres, quero falar somente com vocês – com as que já investem e com as que estão dando os primeiros passos nos investimentos. No último levantamento da B3, notou-se a entrada de 825 mil mulheres na Bolsa de Valores, ou seja, passamos a representar 26% da Bolsa, volume ainda considerado baixo quando comparado com o percentual de mulheres existentes do país, que é de 51,8%.

O fato é que, em 2020, a participação das mulheres no mercado de ações saltou para 118,1%, superior ao de homens, que ficou em 84,3%. No entanto, sabemos que esse número não nos define, o que nos define são as nossas escolhas que, no que diz respeito aos investimentos, é a qualidade do nosso portfólio, a cautela ao realizar uma aplicação e os investimentos de longo prazo. Isso também foi identificado no estudo da B3.

Os dados mostram uma tendência feminina pela rentabilidade, mas com volatilidade controlada e pensando no futuro. Eu, enquanto investidora, concordo, sem querer generalizar, porque sei que existem inúmeras investidoras com perfil arrojado e isso é o que nos torna investidores interessantes para o mercado de capitais: a nossa capacidade de assumir riscos quando preciso.

Investimentos para mulheres
Pesquisa aponta que brasileiras são mais empreendedoras que os homens e procuram investimentos de longo prazo/Imagem: Pixabay

Talvez vocês nunca tenham ouvido falar nos investimentos alternativos, talvez nunca tenham obtido informações suficientes para começar a investir nessa classe de ativos, ou até tenham um pé atrás com o termo “alternativos”.

Me permita ter um momento “Marisa” com vocês para falar sobre os investimentos alternativos (Alternative assets), uma modalidade de investimento pouco conhecida entre os brasileiros, mas que nos Estados Unidos está presente na carteira de grandes investidores.

Diferente do que muitos possam imaginar, esse tipo de ativo não tem qualquer relação com o mercado financeiro. Pelo contrário, é lastreado na economia real. Ou seja, ele é ideal para quem precisa minimizar os impactos dos ativos de risco.

Antes de fazer o meu primeiro aporte em ativos reais (nome dado aos investimentos com lastro na economia real) fui cética, pois havia acabado de perder dinheiro com um fundo. Ciente dos riscos do fundo, perdi, mas logo comecei a buscar um tipo de investimento que conseguisse atender o máximo de itens da tríade de investimento: rentabilidade, risco e liquidez.

Sabia que não seria fácil, no entanto, consegui me encontrar nos investimentos alternativos que me ofereciam, além de diversificação, rentabilidade e baixo risco. Mas para isso precisei abrir mão da liquidez. Outra grande vantagem foi que os ativos reais me permitiam participar de projetos estruturados por grandes empresários, sem que eu precisasse me preocupar com operacionalização, treinamento, funcionários e todas as atribuições inerentes a quem precisa começar um negócio do zero.

Entrando nos investimentos alternativos, caberia a mim: escolher uma plataforma de crowdfunding regulada pela CVM, buscar um projeto que atendesse as minhas necessidades de diversificar meu portfólio, saber quem é o responsável pelo projeto, avaliar o cenário do setor da economia do projeto escolhido e pronto. Vale lembrar que esse foi o meu processo. Cada um tem o seu, inclusive, existem plataformas (como a que investi) que oferecem consultores que podem te ajudar em cada uma das etapas.

Após receber o meu primeiro provento, pensei por que não conheci esse investimento antes? E a resposta é fácil: nunca havia encontrado uma pessoa que me explicasse que existia rentabilidade além da Bolsa. Isso porque esses investimentos eram reservados a family offices, fundos de investimento e detentores de grandes fortunas. Imagina se os grandes afortunados iriam dividir com qualquer pessoa o segredo do seu sucesso.

E é esse tipo de disrupção que me sinto na obrigação de compartilhar com outras mulheres que, assim como eu, buscam fortalecer outras potencialidades femininas e suas carteiras de investimento também. Espero ter dado o pontapé necessário para dar início a essa missão.


Quem é Lohana Ribeiro?

Entusiasta das inovações disruptivas. É graduada em Jornalismo e especialista em estratégia de marketing digital e SEO.

* As opiniões das colunas são de responsabilidade do autor e não refletem necessariamente a visão do Canal MyNews


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Cenário político traz volatilidade à bolsa brasileira https://canalmynews.com.br/mynews-investe/cenario-politico-volatilidade-bolsa-brasileira/ Mon, 27 Sep 2021 14:07:00 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/cenario-politico-volatilidade-bolsa-brasileira/ Bolsa inicia a semana com alta, depois de fechamento com forte queda na semana anterior. Filipe Villegas, da Genial Investimentos, analisa o cenário

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A semana passada não foi muito boa para a Bolsa de Valores brasileira, a Ibovespa. Na última sexta-feira (10), a queda acumulada de uma semana mais curta e politicamente turbulenta, foi de 2,26%, chegando aos 114.285,93 pontos. Já nesta segunda-feira (13), a bolsa brasileira abriu com forte alta, puxada pelo bom momento em bolsas do exterior mantendo alta de quase 2%.

O MyNews Investe conversou com Filipe Villegas, estrategista da Genial Investimentos, que comentou sobre o momento que passamos na Ibovespa, se esse pode ser considerado um bom momento para investir e se é possível fazer uma previsão de como a bolsa pode se comportar neste mês de setembro.

bolsa de valores índices
Bolsa tem sofrido com instabilidade política do país e cenário deve seguir dessa forma até 2022

“O que pressionou em muito a bolsa e que vem pressionando desde meados de julho é a dificuldade de mercado de enxergar possibilidades sobre o andamento da agenda de reformas e um compromisso fiscal, e se espera que essa semana algumas destas respostas surjam para o mercado e que isso possa sem sombra de dúvida trazer um pouquinho de alívio. Nessa semana, olhando para Brasília, a gente tem uma agenda super importante com as discussões sobre a PEC dos precatórios, e novamente a discussão sobre a reforma administrativa”, argumenta Villegas.

Mesmo com essa situação considerada difícil para a economia do país, muitos investidores ainda acham oportunidades na dificuldade. Investidores estrangeiros que tinham saído da bolsa brasileira estão voltando e em setembro já somam R$ 500 milhões no ano, com saldo positivo de 47 milhões.

O estrategista da Genial avalia esse retorno do investidor estrangeiro com certo receio, já que o mercado ainda está oscilando muito. “Acho que o investidor estrangeiro tem comprado bolsa brasileira nesses atuais níveis, entre mais ou menos ali 120 a 115 mil pontos. Não tem jeito, se algum investidor está saindo, outro está entrando. Nas últimas semanas, a gente viu uma saída muito forte do investidor institucional, que são os fundos de investimento. Esse investidor estrangeiro que fez a alocação em bolsa brasileira, a princípio é um pouco mais especulativo, de estar enxergando ali oportunidades de uma valorização, alguma correção dos mercados frente a essas quedas que nós tivemos recentemente. Mas eu acho que ainda é muito cedo para a gente afirmar que realmente esse investidor veio para uma alocação de mais longo prazo”.

Quanto ao cenário para setembro e para uma previsão para o final do ano e para 2022, Villegas analisa que as oscilações devem continuar, por conta do cenário político que o país tem atualmente. 

“A dificuldade que a gente tem hoje em precificar cenário político em 2021 é porque ano que vem é ano eleitoral, então as eleições no Brasil são realmente um tema que deixa de trazer investidores. Enfim, um cenário ainda de bastante volatilidade. Mas, vamos ver o que nos aguarda. Acho que os IPOs que vimos recentemente mostram a capacidade e as oportunidades que o Brasil oferece tanto para investidor local, quanto para o investidor internacional. O que a gente precisa é simples na teoria, talvez difícil de colocar em prática, que é previsibilidade”.

Veja a íntegra do MyNews Investe, no Canal MyNews. Sempre com temas interessantes sobre mercado financeiro e economia

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Evergrande dá respiro a mercados mundiais e diz que vai pagar juros que vencem nesta quinta (23) https://canalmynews.com.br/mynews-investe/evergrande-da-respiro-a-mercados-vai-pagar-juros/ Thu, 23 Sep 2021 01:00:46 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/evergrande-da-respiro-a-mercados-vai-pagar-juros/ Gigante chinesa Evergrande divulga que vai conseguir pagar juros com vencimento nesta quinta (23). Bolsa brasileira e Vale se beneficiam do anúncio e fecharam em o dia em alta

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Nesta quarta-feira (22), a gigante chinesa Evergrande divulgou que vai pagar os juros devidos que têm como data de vencimento esta quinta-feira (23). Isso fez com que os mercados mundiais se acalmassem um pouco e até a bolsa brasileira operou com uma leve alta.

A incorporadora imobiliária que tem uma dívida de mais de US$ 300 bilhões mexeu com os mercados mundiais, quando surgiu a possibilidade de calote por parte dela. Bolsas pelo mundo tiveram queda e o minério de ferro chegou a ficar com a cotação abaixo dos US$ 100 por tonelada.

A crise da Evergrande relembrou o que aconteceu na crise financeira de 2008, quando o banco de Wall Street Lehman Brothers faliu em decorrência de uma bolha imobiliária. Mas os economistas afastam a possibilidade de risco propagação para os mercados globais.

Outras duas notícias que estão ajudando a diminuir o risco da Evergrande é que o Banco Central chinês injetou US$ 18 bilhões no sistema financeiro da China. Como entre os credores estão alguns bancos estatais, isso deu um alívio imediato.

A outra é que o jornal Asia Market, especializado em mercado asiático, ouviu fontes do partido comunista chinês e publicou que há a possibilidade de o governo fazer uma reestruturação na empresa, a dividindo em três companhias.

As consequências dessas notícias envolvendo a incorporadora imobiliária trouxeram certo alívio ao mercado, depois de dias de tempestade. O minério de ferro, que estava com seu preço em grande queda, deu um salto e chegou a subir 16% em Qingdao, na China, voltando ao patamar de US$ 100 por tonelada.

A Bolsa brasileira também se beneficiou das notícias sobre a Evergrande e fechou nesta quarta-feira em alta de 1,84% e 112.282 pontos. E as ações da mineradora Vale também agradeceram ao dia de hoje. Em queda nos últimos dias, as ações da Vale fecharam o dia com alta de 3,55%, com o valor dos papeis a R$ 87,11.

Saiba mais sobre a crise da Evergrande no MyNews Investe, no Canal MyNews. Com apresentação de Mara Luquet e Gabriela Lisbôa

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Queda no valor do minério de ferro faz Vale perder posto de empresa mais valiosa da América Latina https://canalmynews.com.br/mynews-investe/queda-valor-minerio-de-ferro-faz-vale-perder-posto-empresa-mais-valiosa-america-latina/ Tue, 21 Sep 2021 21:50:53 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/queda-valor-minerio-de-ferro-faz-vale-perder-posto-empresa-mais-valiosa-america-latina/ Crise da Evergrande está influenciando no valor da tonelada do minério de ferro, que está abaixo dos US$ 100

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O caso Evergrande continua influenciando mais um dia no mercado brasileiro. Por conta da desvalorização do minério de ferro no mercado internacional, a Vale, que no final de julho tinha seus papéis a R$ 117,23, fechou hoje na cotação de R$ 82,74. Isso fez com que a empresa perdesse o posto de mais valiosa da América Latina para a empresa argentina de comércio eletrônico Mercado Livre.

O economista-chefe da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), Laurence Boone, se pronunciou hoje sobre o caso e disse que o governo chinês tem capacidade monetária e fiscal de diminuir esse impacto e amortecer o choque causado por essa crise.

Mas, o preço do minério de ferro não começou a cair com a crise da gigante chinesa Evergrande. Há alguns meses, a commodity segue em ritmo de queda. Seu pico foi em maio deste ano, em que a tonelada chegou a custar US$ 233. Hoje, o valor da tonelada do minério de ferro está abaixo dos US$ 100. É uma desvalorização de cerca de 60% desde seu maior valor registrado.

Para explicar um pouco sobre como esse valor começou a baixar, o MyNews Investe conversou com o Victor Hasegawa, gestor da Infinity Asset. Ele falou sobre os motivos do valor dessa  commodity estar em queda, se pode estabilizar ou devem continuar caindo.

“Quando começou a pandemia a gente não tinha ideia de como o setor de construção civil responderia, não só aqui no Brasil, mas na China, principalmente, teve uma demanda muito forte e isso fez com que houvesse uma redução de oferta e uma demanda maior, com isso, os preços ficaram pressionados. Eles realmente subiram de maneira estelar, para a casa de US$ 233 por tonelada, isso mostra que essa alta foi muito especulativa”, avalia Hasegawa.

O gestor continua e diz que isso também está relacionado com a oferta e procura. O governo chinês vai controlar a produção de aço e as emissões de CO2 pelo menos até março de 2022 e isso faz com que o país compre menos minério de ferro, o que faz a demanda diminuir e os preços caem.

Em relação à Vale, Hasegawa considera que seus papéis deveriam se valorizar mais quando o valor do minério de ferro chegou ao seu pico, a mineradora deixou seus papéis com valor barato, fazendo com que caísse ainda mais agora, com a desvalorização da commodity. Mas ele pontua que os papéis da Vale devem se estabilizar.

“A gente sabe que ela (Vale) é uma geradora de caixa muito grande, divulgou um dividendo muito bom e também tem um programa de recompra agressiva das ações. Não acredito que a gente vá ver uma queda muito mais abrupta do que a gente já viu”, avalia o gestor.

Assista ao MyNews Investe, no Canal MyNews, e fique por dentro dos principais assuntos de economia e finanças

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Crise na Evergrande: entenda por que mercados globais estão em alerta https://canalmynews.com.br/mynews-investe/crise-evergrande-por-que-mercados-estao-em-alerta/ Tue, 21 Sep 2021 16:16:26 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/crise-evergrande-por-que-mercados-estao-em-alerta/ Dúvida sobre solidez da Evergrande faz alguns analistas preverem redução na expectativa de crescimento do mercado imobiliário e de construção na China de até 50%

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A semana não começou bem nos mercados pelo mundo e o motivo disso são as dívidas de uma gigante chinesa do mercado imobiliário, a Evergrande. A dívida da incorporadora e construtora chinesa é de mais de 300 bilhões de dólares, o que faz dela umas das empresas mais endividadas no mundo. 

Desde a semana passada, rumores dizem que será difícil a empresa pagar os juros dos empréstimos que vencem na semana que vem. A situação piorou quando, esta semana, a empresa passou a pagar seus credores com apartamentos. As ações da Evergrande caíram mais de 10%, impactando no mercado global e inclusive no mercado brasileiro.

Para comentar sobre o assunto, o MyNews Investe falou com o Rodrigo Franchini, sócio e chefe de Relações Institucionais da Monte Bravo Investimentos, que diz que primeiro é preciso entender como a empresa chegou a esse ponto. Entre as explicações, ele cita a questão das alavancagens que a empresa fez.

“A Evergrande já fez vários negócios, por exemplo, de venda de apartamento sem estar 100% entregue na sua carteira e isso alavancou a empresa a fazer outros tipos de investimentos nos últimos anos; ela vai crescer o seu portfólio, seu ramo de atuação. Alavancar a empresa o tempo todo, depende de vendas. Se você tem uma diminuição do cenário de venda, uma perspectiva dessa diminuição naturalmente do faturamento também vai diminuir, e é isso que está acontecendo”, argumenta Franchini.

Alguns analistas já diminuíram as perspectivas de crescimento para o mercado imobiliário e de construção na China para até 50% menos nos próximos anos. A pandemia também foi um ponto que impactou e ainda vai impactar nesse mercado pelo menos pelos próximos dois ou três anos, segundo o executivo da Monte Bravo. 

Franchini lembra ainda que muitos bancos globais também investem no papéis da Evergrande. “Tem toda uma série de problemas que giram uma roda gigante global e acaba tendo efeito cascata. Se você tem uma diminuição de crescimento, uma diminuição de novos negócios e novas incorporações e empreendimentos, consequentemente você tem uma menor demanda de todo o setor que importa principalmente matéria-prima, e naturalmente o que acontece com os emergentes que estão ligados muito a essa matéria exportadora de ferro, aço, concreto, de uma maneira geral, tudo que uma infraestrutura demanda. Isso tem menor demanda no médio prazo e você é afetado. O minério de ferro, só para a gente entender, nos últimos dois meses perdeu 55% do valor acumulado”.

A situação tem influenciado diretamente nas ações da Vale, que mesmo tendo pagado bons dividendos recentemente, teve o fluxo de compras reduzido. Essa influência acontece também para os países emergentes. As bolsas estão com receio da crise que a gigante chinesa pode causar.

“A China, antes da crise da Evergrande, já tinha uma meta de diminuir essa precificação do minério de ferro. A China é uma demandadora das principais commodities globais, seja a proteína, agro, até essa questão de infraestrutura, como estamos vendo com o minério de ferro. Ela já tinha essa questão ambiental, já estava se adaptando; então o minério de ferro já vinha sofrendo uma depreciação”, analisa o sócio da Monte Bravo.

Assista ao MyNews Investe de segunda a sexta, a partir do meio-dia, no Canal MyNews no Youtube

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Fundo de ação com oportunidades de análise fundamentalista e alocação Long Biased https://canalmynews.com.br/mynews-investe/fundo-de-acao-analise-fundamentalista-alocacao-long-biased/ Mon, 20 Sep 2021 18:01:23 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/fundo-de-acao-analise-fundamentalista-alocacao-long-biased/ Apesar do pouco tempo de atividade, fundo de ação já capitaliza uma rentabilidade superior a 7%, mesmo com as recentes quedas da bolsa

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A Invexa Capital é uma gestora de recursos focada em renda variável com 10 anos de atuação. A asset nasceu em São Paulo (SP), com foco em Wealth Management, mas devido à estratégia comercial alterou a sua sede para para Blumenau (SC), onde atraiu investidores locais de alta renda.

Um importante passo foi o ingresso do sócio Luís Fernando Zen, em 2014, que ampliou o leque de atuação da Invexa com a constituição e gestão de carteiras administradas.

Marcelo Weber, CEO da Invexa Capital.
Marcelo Weber, CEO da Invexa Capital, fala sobre fundo de ação com alocação Long Biased. Foto: Reprodução (Arquivo)

Tem hoje cerca de R$ 300 milhões sob gestão e administra dois fundos abertos ao público e disponíveis nas principais plataformas de investimentos. Um deles é o fundo de ação Invexa LB+, que busca uma gestão fundamentalista ativa, por meio de aplicações em ações de companhias com grande potencial de valorização, através da análise top-down.

O fundo foi criado em fevereiro de 2021 e desde então acumula rentabilidade superior a 7%, mesmo com as quedas recentes da bolsa de valores. A aplicação mínima é de R$ 10 mil. As principais posições são em: programas e serviços; intermediários financeiros; mineração; alimentos processados; químicos; construção e engenharia.

Ainda este ano a Invexa vai lançar dois novos fundos: um multimercado e um de BDR. Seguimos trabalhando de forma independente, tendo decisões e ações isentas de qualquer conflito de interesses, em conformidade com as leis e regulamentos. A popularização dos investimentos no Brasil tende a continuar e isso certamente vai nos ajudar a ganhar escala.

Veja o MyNews Investe, de segunda à sexta, no Canal MyNews, a partir do meio-dia. Sempre com informações atualizadas sobre investimentos e mercado financeiro.

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Por que investir em um fundo de ações que evita as “crowded stocks” do mercado brasileiro? https://canalmynews.com.br/economia/por-que-investir-em-um-fundo-de-acoes-que-evita-as-crowded-stocks-do-mercado-brasileiro/ Mon, 20 Sep 2021 13:08:12 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/por-que-investir-em-um-fundo-de-acoes-que-evita-as-crowded-stocks-do-mercado-brasileiro/ Projetado para superar o retorno da bolsa, o fundo realiza investimentos em carteiras concentradas, selecionadas a partir de uma análise fundamentalista

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Em 2021 completarei 44 anos de vida, e no dia do meu aniversário alcançarei também 22 anos de trabalho no mercado acionário – já passei metade da minha vida trabalhando como analista e gestor de ações.

Comecei na Geração Futuro, e tive um chefe/mentor, que depois se tornou meu sócio, chamado Edmundo Valadão Cardoso.

Com ele aprendi várias coisas, mas dentre as que eu destacaria como das mais importantes foi: é mais difícil ganhar dinheiro com uma empresa que todo mundo gosta e que está no portfólio da maioria dos gestores.

A questão aqui é simples: as ações mais desejadas, as “queridinhas” do mercado, normalmente trazem consigo uma série de aspectos positivos, perspectivas favoráveis, baixa percepção de riscos. E, naturalmente, custam mais. Seus preços relativos são maiores que os das demais ações, menos conhecidas.

Trabalhei por muito tempo numa cultura em que a busca obsessiva por boas empresas, cujas ações fossem negociadas a preços acessíveis, era o foco único, então é difícil para mim comprar um ativo para o portfólio que seja caro, ou que para justificar seu preço as premissas implícitas sejam agressivas, de forte crescimento.

Sou sócio da Quantitas desde novembro de 2012, e faço a gestão do Quantitas Montecristo desde julho de 2014. E trouxe para a gestão do produto essa minha experiência e forma de trabalhar, agregando o conhecimento de outros sócios e pessoas da equipe.

Por conta disso, quando apresentamos o Quantitas FIA Montecristo para alguém, começamos sempre falando que este é um fundo com características bem próprias, que o distinguem dos demais.

Acompanhamento das ações na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).
Acompanhamento das ações na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Foto: Rafael Matsunaga (Flickr).

Dificilmente você verá na carteira do Montecristo muitas companhias que também façam parte de outros fundos de ações do mercado.

Simplesmente porque nossa disciplina em preço dificulta que compremos ações muito caras. Então, procuramos muitos cases de investimento menos óbvios, mas com fundamentos interessantes, construímos racionais bem claros de porquê investir em cada ação, e vamos acompanhando tudo muito de perto, para não correr riscos de que o rumo que traçamos está se confirmando ou não.

Se a ação se valoriza muito e o potencial de valorização não se mantém, então muito provavelmente reduziremos posição até que a ação deixe de fazer parte do fundo. Mas, se ela cair de preço e os fundamentos que nos fizeram investir permanecerem sólidos, então muito provavelmente aumentaremos o tamanho da posição.

Informações sobre o fundo

O Quantitas FIA Montecristo é um fundo de ações com gestão ativa, que tem por objetivo superar o retorno do Ibovespa no médio e longo prazos.

O fundo investe, normalmente, em uma carteira concentrada, de 10 a 12 companhias negociadas na B3, selecionadas a partir de análise fundamentalista, distribuídas gerencialmente em três grupos dentro do portfólio:

•          Participações Principais (três a quatro companhias, com um % acima de 50% do PL);

•          Participações Intermediárias (três a quatro companhias, com um % entre 25% e 30% do PL);

•          Participações Complementares (entre 10% e 15% do PL, em companhias small caps ou que estamos começando ou encerrando investimento).

A equipe de gestão acompanha um grupo específico de empresas negociadas na B3 (cerca de 80 companhias), cujos negócios tenham perfil atrativo, em setores e segmentos de atuação de maior interesse dos gestores, selecionando aquelas que apresentem o maior potencial de valorização de acordo com as estimativas de desempenho, normalmente com premissas conservadoras.

O portfólio geralmente é construído com equilíbrio entre empresas com perfil de valor e de crescimento, numa análise bottom-up (predomínio de critérios microeconômicos), com baixa rotatividade no portfólio (período médio de investimento é de 12 meses) e com controle de perdas – poucos históricos de retorno negativo em relação ao Ibovespa, todos com pequena contribuição negativa ao fundo.

Melhor e pior momento do Quantitas Montecristo

Melhor momento do Quantitas Montecristo está sendo em 2021, com a cota no valor máximo histórico e o maior retorno em relação ao Ibovespa (Alfa gerado) em vários períodos de análise – o Fundo inclusive está qualificado como cinco estrelas pela Morningstar em cinco anos, a principal avaliadora de fundos da indústria.

Importante citar que historicamente o investidor que comprou cotas do Montecristo teve, em 99% das janelas de avaliação de 36 meses de desempenho, retorno acumulado (36 meses) superior ao Ibovespa, ou seja, o fundo consistentemente conseguiu entregar retornos históricos superiores ao benchmark ao longo dos anos.

Tivemos dois piores momentos: o primeiro foi no início, pouco antes do Impeachment da presidente Dilma, quando atingimos a pior cota do fundo e o cenário macro e político estava muito deteriorado. Em termos de maior queda da cota tivemos o pior momento em 2020, na pandemia, quando a mudança de cenário macro foi muito forte e rápida, e o efeito de curto prazo em muitas das companhias que investíamos foi bastante intenso, com muita incerteza. Felizmente recuperamos ambas situações, sendo que na crise de 2020 numa velocidade muito mais rápida que esperávamos.

Quem pode investir e como?

Todos os investidores pessoa física podem investir no Quantitas Montecristo.

Atualmente o fundo tem valor mínimo de 10 mil reais para investimento e cinco mil para movimentações.

Contudo, a partir de 23 de agosto, quando o fundo passará a ter novo administrador (Intrag, empresa do conglomerado Itaú) os valores mínimos e de movimentação serão reduzidos para um mil reais.

O Montecristo está disponível no site da Quantitas (cadastro digital em 10 minutos) e também em 13 plataformas de investimento: BTG Pactual (via assessores), Unicred, Órama, Modal, Guide, Warren, Genial, Ativa, Necton, CM Capital, Mirae, Toro e Azimut.

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O crowdfunding e suas contribuições para a economia brasileira https://canalmynews.com.br/voce-colunista/crowdfunding-contribuicoes-economia-brasileira/ Thu, 26 Aug 2021 14:43:18 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/crowdfunding-contribuicoes-economia-brasileira/ Também chamado de financiamento coletivo, o crowdfunding é uma modalidade de investimento que captou R$ 84,4 milhões em 2020 e beneficiou diversos setores da economia durante a pandemia

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É interessante observar quantas transformações vivemos no mercado financeiro no último ano. Enquanto a bolsa de valores brasileira atingia a marca de 3.229.318 mil novos entrantes em 2020, uma nova classe de ativos crescia em 43% no ano passado, o crowdfunding (financiamento coletivo).

Nesse mesmo período, enquanto os novos investidores da bolsa brasileira viviam o sobe e desce do mercado de ações, o crowdfunding captava R$ 84,4 milhões.

Crowdfunding é uma forma de financiamento coletivo para ideias e projetos.
Crowdfunding é uma forma de financiamento coletivo para ideias e projetos. Foto: Reprodução (Pixabay)

Essa modalidade de investimento já é muito comum nos Estados Unidos – sendo restrita a grandes investidores, porém passou a ser regulada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) em 2017 – através da ICVM 588, e se tornou acessível a qualquer investidor brasileiro.

Estamos diante de um mercado em franca expansão, em especial, por ser lastreado na economia real, o que permite que os investidores possam proteger o seu patrimônio e, ao mesmo tempo, diversificar os seus investimentos.

Outro fator primordial para o crescimento do crowdfunding é a possibilidade de impulsionar setores da economia que precisam de incentivo financeiro.

No financiamento participativo, ao invés do empreendedor bater na porta dos bancos pedindo um empréstimo, ele busca uma plataforma de investimentos alternativos, regulada pela CVM, para captar recursos para sua empresa.

O que ele ganha? Maior agilidade para ter dinheiro em caixa, e o melhor, abre as portas da sua empresa para o mercado de capitais.

O crowdfunding ajuda a resolver problemas de importantes setores da economia. Entre eles:

Escassez de crédito para produtor rural

Quando se fala em agronegócio, logo vem à mente o faturamento de US$ 100,8 bilhões em exportações e sua participação que ultrapassa 30% no PIB brasileiro. Mas o que muita gente não sabe é que por trás do lado tech e pop do agro, existe um setor que precisa, e muito, de ações de incentivo.

O setor que não para de bater recordes, em especial, com a exportação de commodities, precisou se modernizar para continuar se mantendo como o maior produtor de carne bovina do planeta, por exemplo. Ocorre que em muitos casos falta capital para impulsionar a sua produção, a aquisição de equipamentos e a modernização do campo.

Sabemos que existem inúmeras linhas de crédito no mercado, concedidas por bancos, cooperativas, fintechs e afins, no entanto, quem é produtor rural no Brasil sabe a burocracia que é conseguir os recursos necessários para desenvolver o seu projeto.

A criação de programas como Pronamp e Pronaf não foi suficiente para suprir a necessidade do agronegócio brasileiro, que é responsável por mais de um quarto do PIB brasileiro e emprega 20% da população nacional.

Para continuar crescendo pujante, o agronegócio precisava de dinheiro em caixa e a solução veio daqueles que queriam participar do agro, mas fora da bolsa e sem ter um pedaço de terra sequer.

É justamente neste momento que entra o crowdfunding, com investidores ávidos por diversificação que se unem para levantar recursos para financiar um projeto por acreditar no seu potencial de mercado.

Os investidores poderia simplesmente optar por uma LCA, por exemplo, mas aqueles que sabem do potencial do agronegócio brasileiro, queriam mais, queriam ter ativos lastreados na economia real, que os permitissem uma rentabilidade maior que a renda fixa e sem qualquer relação com o mercado financeiro, tendo como únicos riscos o de crédito (operações de dívida) ou a performance (equity).

Crise hídrica e o aumento na conta de luz

Estamos diante de uma crise hídrica sem precedentes. Para entender o tamanho do problema, basta falar que isso não ocorre há 90 anos.

E o motivo de todo esse transtorno é a nossa dependência das hidrelétricas, que encontra-se com reservatórios em níveis baixíssimos. Para suprir a alta demanda de energia elétrica do país foi preciso acionar as termelétricas. Resultado: a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou um reajuste de 52,1% na conta de luz.

Em meio a uma das maiores crises sanitárias que o planeta já viveu, o povo brasileiro teve que se deparar com a inflação, que reduziu o nosso poder de compra, e ainda enfrentar, bravamente, constantes aumentos na conta de energia.

A solução para o problema é a renovação da nossa matriz energética, aumentando o incentivo de fontes renováveis, como eólica e a energia solar.

Aí você pode me perguntar: “como a ICVM 588 pode resolver o problema?” Explico. Isso porque existem muitos empreendedores que possuem a expertise necessária para desenvolver energia a partir de energia limpa, no entanto, eles precisam de recursos para tocar os seus projetos e, em muitos casos, não dispõem de incentivo fiscal ou fontes de financiamento.

Um dos setores da economia que se beneficia do crowdfunding é a geração distribuída solar fotovoltaica, que vem recebendo constantes aportes de investidores que se atraem pela possibilidade de rentabilizar seu capital com perspectiva do “boom” das energias renováveis.

Déficit habitacional brasileiro

Outra lacuna que os investidores de financiamento coletivo ajudam a preencher é o déficit habitacional que, segundo último levantamento da Fundação João Pinheiro (FJP), é de 5,877 milhões de moradias.

Ocorre que o segmento imobiliário, mesmo sendo resiliente, precisa de recursos para suprir uma demanda reprimida. Em outras palavras, ele precisa de grana para conseguir construir. A necessidade de crédito é o que justifica o grande número de IPOs das incorporadoras em 2020.

Segundo pesquisa do Sebrae, apenas 14% dos pequenos empresários conseguiram empréstimo durante a pandemia. Ainda de acordo a entidade, 50% dos empreendedores nem chegaram a pedir empréstimo.

Ora, se os empreendedores precisam de dinheiro, por que será que não vão em busca desses recursos? Segundo o presidente do Sebrae, Carlos Melles, o motivo é a burocracia.

A alternativa foi recorrer ao crowdfunding imobiliário, que ajudou a garantir a tão sonhada casa própria de muitas famílias Brasil afora.

Após essas contribuições, ainda tem como duvidar dos ativos lastreados na economia real? E anote aí, esse é um segmento que deve crescer ainda mais nos próximos anos.

Obrigada por ler até aqui. Fico feliz por compartilhar um pouco do meu conhecimento com os membros e não membros do MyNews. Até a próxima!


Quem é Lohana Ribeiro?

Entusiasta das inovações disruptivas. É graduada em Jornalismo e especialista em estratégia de marketing digital e SEO.

* As opiniões das colunas são de responsabilidade do autor e não refletem necessariamente a visão do Canal MyNews


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Mercados em queda: o que tem pressionado as bolsas no Brasil e no mundo? https://canalmynews.com.br/mynews-investe/mercados-em-queda-o-que-tem-pressionado-bolsas-brasil-mundo/ Fri, 20 Aug 2021 00:07:19 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/mercados-em-queda-o-que-tem-pressionado-bolsas-brasil-mundo/ Variante Delta e possibilidade de terceira dose de vacina são alguns dos motivos para instabilidade nos mercados mundiais

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Várias bolsas de valores pelo mundo têm apresentado queda nos últimos dias. Além da bolsa americana, a asiática e a europeia, a bolsa brasileira Ibovespa também sofreu com a oscilação. Começou o dia caindo, seguindo queda desde a semana passada, chegando aos 115 mil pontos. Seu fechamento se deu com uma leve alta de 0,45%, alcançando 117,165 pontos.

Já o dólar mantém-se estável. Sua cotação teve uma pequena queda, chegando aos R$ 5,30 – mas uma alta de 0,88% elevou a cotação para R$ 5,42.

Em entrevista ao MyNews Investe, Gustavo Cruz, estrategista da RB Investimentos, analisou o que está influenciando a variação negativa das bolsas pelo mundo e um dos fatores está relacionado principalmente aos desdobramentos da pandemia do novo coronavírus.

“A variante Delta continua sendo um tema para os mercados, principalmente na Ásia, porque não sofreu tanto assim anteriormente com a Covid-19 como vem sofrendo agora, em termos de número de casos, de internações e mortes; mas também porque outras partes do mundo, como Europa e Estados Unidos, ficaram mais atentos à variante Delta – que aumentou muito rápido a quantidade de casos de internações e fez [iniciar] o debate sobre a terceira dose, sobre reforço de vacina da Covid-19, mais uma sensação de imediatismo, uma sensação de que é necessário discutir isso muito mais rápido do que o previsto”, comentou Gustavo Cruz.

Mercados brasileiros reagem à instabilidade política e antecipação do debate eleitoral

Em relação ao Brasil, é preciso levar em conta os problemas domésticos, como a crise política e um debate antecipado sobre as eleições de 2022. “Tudo leva a crer que a gente vai ter um 2022 bem polarizado, o que vai dividir ainda mais o debate. Tem se visto também medidas mais populistas para tentar garantir mais quatro anos de governo, seja na esfera federal, estadual ou municipal”, explica Cruz, ressaltando que este cenário preocupa os investidores, principalmente por questões de deficit fiscal.

O MyNews Investe é transmitido de segunda a sexta, a partir do meio-dia, no Canal MyNews. Sempre com temas atuais sobre economia

O executivo explica que as bolsas são como um termômetro de todas as principais empresas listadas na B3 e, conforme as coisas vão ficando mais incertas no Brasil, mais os investidores ficam inseguros em investir. “Nessa semana, a gente teve a taxa de 10 anos passando de 10% novamente. Já é uma taxa alta para um país emergente. Por isso, quando você coloca na prateleira se você tem uma remuneração de renda fixa, pagando taxas de juros bem maiores, a renda variável e Ibovespa se torna menos atrativa. Vai ter que ter um desempenho mais destacado para compensar a tomada de risco”, finalizou.


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Fundo fundamentalista: gestores viram especialistas nas empresas para investir https://canalmynews.com.br/mynews-investe/fundo-fundamentalista-gestores-viram-especialistas-nas-empresas-para-investir/ Mon, 16 Aug 2021 16:46:16 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/fundo-fundamentalista-gestores-viram-especialistas-nas-empresas-para-investir/ Análise histórica, acompanhamento dos negócios, pesquisa e filtros qualitativos fazem parte dos critérios de gestores fundamentalistas para decidir sobre investimento

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Gestora focada em ações, a SFA – Seeking for Alpha Investimentos, nasceu exatamente com o propósito sugerido pelo nome (procurando por alfa, em tradução livre): buscar retornos acima da média do mercado no longo prazo. Já se passaram oito anos desde que a SFA assumiu a gestão do fundo SFA EAC FIC FIA BDR Nível I, e o objetivo tem sido alcançado. A rentabilidade acumulada desde 2013 é de 338%, contra 128% do Ibovespa – benchmark do fundo, até julho de 2021.

Os resultados são alcançados por meio de uma metodologia bem definida, que é seguida por todo time de gestão.

O fundo tem uma abordagem micro, privilegiando a análise fundamentalista de companhias na alocação de recursos. Contudo, é importante destacar que o valuation entra apenas no final do processo, para definir se determinado ativo está caro ou barato. Antes, há um longo caminho para avaliar o negócio, que pode demorar meses até o investimento se concretizar.

O fundo definido por gestores fudamentalista possui a vantagem de ter liquidez diária na bolsa de valores.
O fundo definido por gestores fudamentalista possui a vantagem de ter liquidez diária na bolsa de valores. Foto: Wilfredor (Flickr)

A gestora criou um processo de investimento e formou uma equipe de profissionais com o objetivo de perpetuar este modelo, a fim de garantir a geração de alpha de forma consistente e contínua.

Os dois pilares fundamentais são filosofia e processo. E é uma filosofia forte, com um processo bem estruturado e robusto, que garante que se possa replicar os resultados bons do passado no futuro.

O fundo é como uma holding que possui participações em outras empresas, mas com a vantagem de ter liquidez diária na bolsa de valores. O objetivo de investimento da SFA é ser sócia de empresas sólidas, que adicionam continuamente valor aos seus acionistas. Estes conceitos são os maiores ativos, e perpetuá-los é o maior desafio. Considerando os dois objetivos principais, de alcançar e perpetuar o alpha, é preciso uma filosofia diferenciada e um processo de investimentos sólido. Acredita-se firmemente que investir em empresas gera valor e crescimento patrimonial a longo prazo.

O fundo possui estratégia Long Only, com objetivo de retornos em períodos de 5 anos.

Empresas que fazem parte das alocações do fundo

Sinqia

Sinqia é uma fintech que oferece soluções de tecnologia para o sistema financeiro brasileiro. Segundo Aliperte, a Sinqia está bem posicionada em um setor altamente pulverizado, com ainda mais espaço para consolidação. O setor cresce 12% ao ano e Sinqia cresceu 27% ao ano, desde 2004. A empresa detém 7,3%% desse share, mas com destaque para uma série de movimentos estratégicos que a deixam cada vez mais atrativa A constante digitalização do mercado, sobretudo o Open Banking e o mais recente PIX mostram as infinitas possibilidades da tecnologia no mercado financeiro. O fundo avalia que a Sinqia tem potencial ao fazer parte deste movimento em expansão.

Porto Seguro

O gestor explica que a Porto Seguro é outra empresa que o fundo tem alocação. A avaliação é que essa é uma companhia diversificada com mais de 9 milhões de clientes, sendo a maior seguradora independente do país no segmento de auto, com cerca de 28% de market share. E Apesar de ter o seguro auto como carro chefe e origem do grupo, a SFA destaca que a Porto Seguro é uma holding que engloba outros segmento do ramo de seguro como patrimonial, vida e saúde. Atua também em serviços financeiros como cartão de crédito, financiamento e consórcio, além de atuar em serviços como o carro por assinatura. O desafio da Porto Seguro é aumentar a penetração dos outros produtos. Uma de suas frentes em que a gestora vê boas projeções é no segmento de saúde, que promete um excelente crescimento da carteira de crédito e financiamento para 2022.

Processo de investimento:

Geração de ideias: Com base em cenários, análises macroeconômicas e setoriais, informações de mercado e dos stakeholders, a SFA define parâmetros para selecionar empresas que tenham diferenciais, características e desempenho histórico para serem analisadas.

Filtro Qualitativo: Identificar a postura dos controladores, a qualidade do management, as estratégias e planos de negócios, as condições do mercado, o ambiente corporativo, os incentivos dos profissionais e a imagem da empresa. Há um sistema de notas mínimas exigidas a diversos destes atributos.

Análise Histórica: Se analisa profundamente o histórico do mercado e da empresa. Procura-se identificar se nos últimos 10 anos a empresa definiu planos de negócios consistentes e sua capacidade de executá-los, a fim de criar valor aos seus acionistas.

Análise Qualitativa: Tem como objetivo entrevistar gestores, funcionários, ex-funcionários, clientes, fornecedores, concorrentes e stakeholders para aprofundar o conhecimento do ambiente corporativo, sua cultura, incentivos e visão do mercado sobre a empresa.

Elaboração da Tese: É a síntese do estudo, a construção da tese e a confirmação se a empresa se classifica como um ativo core, que tem maior exposição no fundo, ou tático, que possui alocação menor. A dinâmica de discussão da equipe é profunda e busca o consenso.

Valuation: O valuation é a última etapa, não é uma premissa de decisão e sim uma análise do preço da ação. As projeções são feitas com base na tese e com viés conservador, a fim identificar o risco de retorno mínimo do investimento.

Alocação: São regras de alocação para cada tipo de ativo que leva em consideração se é core ou tático, sua liquidez e precificação. São ativos em sizing e principalmente em hedges da exposição do fundo ou das posições, com o objetivo de minimizar os drawdowns do mercado e criar buying power.

Acompanhamento: O processo de acompanhamento das empresas é extremamente importante e profundo. Tem como objetivo tornar a SFA especialista na empresa, e para tal são feitas análises constantes do mercado. São entrevistados gestores, colaboradores, clientes, fornecedores e concorrentes para obter todas as informações necessárias. Tudo é documentado e guardado em nuvem, criando um enorme banco de dados da empresa, que serve para constante análise e consulta da equipe.

O fundo hoje é para investidores qualificados por ser um BDR e poder investir 40% do PL diretamente no exterior. Porém, a principal característica que os parceiros/investidores precisam ter é: horizonte correto de tempo de investimento. Investir em fundos de ações com foco em curto prazo é receita para frustração. Antes de olhar apenas o retorno do fundo, é importante que os investidores acreditem no processo e filosofia de investimento, que possui foco de retorno em janelas de 5 anos.

Tabela 'Rentabilidade'
Tabela ‘Rentabilidade’ – Dados: SFA. Foto: Reprodução (MyNews)

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Olimpíadas além dos jogos: as ações mais recomendadas das patrocinadoras do evento https://canalmynews.com.br/mynews-investe/olimpiadas-alem-dos-jogos-as-acoes-mais-recomendadas-das-patrocinadoras-do-evento/ Fri, 13 Aug 2021 16:58:30 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/olimpiadas-alem-dos-jogos-as-acoes-mais-recomendadas-das-patrocinadoras-do-evento/ Estudo feito pela Rico Investimentos mostra quais as ações de empresas patrocinadoras dos Jogos que estão no pódio de recomendações do mercado

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Um estudo da Rico Investimentos mostra que as empresas patrocinadoras das Olimpíadas de Tóquio também estão no pódio dentro do mercado financeiro em recomendações dos analistas. Segundo o levantamento que o MyNews Investe teve acesso, ao menos 11 empresas que investem nos Jogos estão também no topo de boas avaliações dos investidores.

O estudo avaliou também como foi o movimento das Bolsas de países que recebem Evento durante a realização das Olimpíadas. Em 75% dos casos, as bolsas dos países-sedes têm alta entre a abertura e o encerramento dos Jogos – com uma média de valorização de 1,75% e, mediana, de 2,32%.

“A gente partiu do pressuposto que os Jogos Olímpicos são um evento que tem muita visitação no país, muito incentivo, muito investimento. No Brasil, por exemplo, foram nove bilhões investidos para as Olimpíadas de 2016 e o Ibovespa subiu 2,5% durante os 15 dias de evento, mesmo sendo um momento bastante conturbado aqui para nossa bolsa”, explica Paula Zogbi, analista de investimentos da Rico, em entrevista ao MyNews Investe.

Acompanhe o My News Investe, de segunda a sexta, a partir do meio-dia, no Canal MyNews. Sempre com temas atuais sobre economia e negócios

Maiores patrocinadoras das Olimpíadas foram consideradas

Segundo o estudo da Rico, que considerou as patrocinadoras das Olímpiadas desde o início dos Jogos, as empresas que no topo de recomendações positivas pelos investidores são: Visa, Samsung, Alibaba, Toyota, Coca Cola, Ômega, Airbnb, Panasonic, P&G e Intel.

“Todas essas empresas são consideradas de boa qualidade pelos analistas do mercado; são patrocinadoras desta edição das Olimpíadas, e a gente também destacou quais são as que têm BDRs, para o investidor brasileiro conseguir investir sem precisar de conta fora do país”, explica Zogbi.

Os BDRs são títulos negociados na B3, a Bolsa de Valores de São Paulo, que na prática dão acesso à ações de empresas no exterior. Veja abaixo a tabela que mostra as 10 empresas com melhores recomendações, segundo a Rico Investimentos, seus percentuais de recomendação de compra, venda ou neutra.

Ações em alta durante as Olimpíadas de Tóquio
Tabela com as ações de empresas patrocinadoras que tiveram alta durante os Jogos Olímpicos de Tóquio/Imagem: Rico Investimentos

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Levantamento mostra desempenho de empresas na Bolsa desde o início pandemia https://canalmynews.com.br/mynews-investe/desempenho-empresas-bolsa-pandemia/ Thu, 05 Aug 2021 13:18:27 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/desempenho-empresas-bolsa-pandemia/ Filipe Villegas, estrategista de ações da Genial, explica porque as empresas tiveram esse desempenho na bolsa

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A pandemia do novo coronavírus pegou a todos de surpresa. E com ela veio a crise que abalou vários setores da economia. Ou quase todos. O Ibovespa, a bolsa de valores brasileira, sofreu grande impacto com a pandemia, chegando a 67 mil pontos. Atualmente, ela se encontra na casa dos 120 a 125 mil pontos. Muitas empresas conseguiram aproveitar de alguma forma esse momento de crise para crescer e se expandir, enquanto outras tiveram seus investimentos bem abalados pela crise sanitária mundial.

A pedido do MyNews Investe, a Smartbrain fez um levantamento que mostra as empresas com melhor e pior desempenho no mercado de ações desde o início da pandemia, tendo como data base o dia 28 de fevereiro de 2020. E para explicar o porquê dessas empresas estarem nessas posições no levantamento, conversamos com Filipe Villegas, estrategista de ações da Genial Investimentos.

Dentre os papeis que mais aumentaram sua rentabilidade estão Taurus, Banco Inter e Locaweb. Filipe Villegas avalia que no caso da Taurus, ela passou por um momento de transformação em seu modelo de negócios, expandindo sua atuação nos Estados Unidos.

“A Taurus acabou sendo favorecida por esse momento de pandemia, em que o Real por muito tempo ficou depreciado e outro fator importante também foi a capacidade da empresa no repasse de custos, fora a transformação que aconteceu, ela que tinha há dois anos o ‘price earnings’ (índice preço lucro) negativo; era uma empresa que não tinha lucro, e depois dessa transformação a passou a ter lucro”, observa Villegas.

Sobre o Banco Inter, o estrategista de ações da Genial explica que a empresa tem explorado bastante o marketplace, ou seja, a possibilidade de vender produtos. “Quando você junta ideias de serviços financeiros com uma capacidade de atender muitos clientes, a um custo muito mais baixo do que os bancos”. Além disso, a pandemia acabou mudando o perfil dos consumidores, o que fez o e-commerce explodir e o banco aproveitou esse momento.

Outra empresa que conseguiu boa rentabilidade com suas ações no período foi a Locaweb. Ela presta serviço para empresas que são físicas e que precisam entrar para o mundo virtual e aproveitou o aumento do e-commerce, o que a levou a uma forte valorização.

O MyNews Investe vai ao ar de segunda a sexta, a partir do meio-dia, no Canal MyNews. A apresentação é de Juliana Causin

Principais quedas na bolsa de valores no mesmo período

Em contrapartida, também aconteceu de as empresas não conseguirem se organizar nesse momento de crise. Foi o caso da IRB Brasil, que já vinha com problemas em seus balanços financeiros.

No caso da Tecnisa e da Helbert – são do setor de construção, setor esse que está atravessando um momento difícil em 2021. “Hoje eu vejo que o setor de construção civil acaba sofrendo, principalmente por conta de um aumento do custo de matérias-primas e da dificuldade do mercado em perceber a capacidade dessas empresas, em repassar esses recursos para o seu consumidor final, dentro de um ambiente em que se espera que a taxa de juros acaba desestimulando as pessoas a fazerem financiamentos imobiliários. Vejo que isso acaba pressionando não somente as empresas, mas todo o setor de construção civil”, analisa Villegas.

Outros setores bastante impactados foram os de educação, turismo e aéreo. A Cogna sentiu o baque da pandemia e mesmo sendo uma das maiores empresas do setor educacional, os principais investimentos foram em ensino presencial, o que acabou diminuindo sua rentabilidade no período.

“Outros fatores também impactam a Cogna; não somente ela, mas todos os setores de educação, é que aqui no Brasil existe uma correlação direta entre nível de emprego e a busca por cursos de graduação, diferente do que acontece em países desenvolvidos, onde quando aumenta o desemprego, é justamente quando as pessoas vão buscar por ensino. Aqui no Brasil, a gente tem movimento contrário, quando as pessoas perdem o emprego, elas não têm como financiar os seus cursos; então o setor educacional acaba sofrendo com desemprego mais alto”, argumenta o especialista.

Veja abaixo a lista com a rentabilidade das 10 melhores e 10 piores empresas no período de 28/02/2020 a 27/07/2021, segundo a Smartbrain:

10 mais rentáveis

  • Taurus (TAS4) – 503,72%
  • Banco Inter (BIDI3) – 415,46%
  • Banco Inter (BIDI4) – 407,14%
  • Banco Inter (BIDI 11) – 402,16%
  • Locaweb (LWSA3) – 391,73%
  • Eternit (ETER3) – 341,62%
  • Com, Siderurgica Nacional (CSNA3) – 324,25%
  • Unipar (UNIP6) – 274,97%
  • Portobello (PTBL3) – 231,63%
  • Ferbasa (FESA4) – 193,90%

10 menos rentáveis

  • IRB Brasil (IRBR3) – -82,62%
  • Cogna (COGN3) – -63,03%
  • Cosan (CSAN3) – -61,48%
  • Helbor (HBOR3) – -53,25%
  • Tecnisa (TCSA3) – -50,87%
  • Cielo (CIEL3) – -50,29%
  • Cyre (CCPR3) – -49,64%
  • IMC S/A (MEAL3) – -49,62%
  • Alliar (AALR3) – -46,20%
  • Moura Debeuxon (MDNE3) – -45,68%

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Ibovespa cai 4% em julho e dólar sobe 4,7%. O que esperar de agosto? https://canalmynews.com.br/mynews-investe/ibovespa-que-esperar-agosto/ Mon, 02 Aug 2021 21:13:37 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/ibovespa-que-esperar-agosto/ Bolsa encerra o mês com o pior resultado mensal desde fevereiro, enquanto dólar subiu para R$5,20. Para analista, riscos permanecem em agosto mas mês deve ser melhor

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Principal índice da Bolsa de Valores brasileira, o Ibovespa encerrou o mês de julho com queda de 3,94%, no patamar dos 121 mil pontos – o pior resultado mensal desde fevereiro deste ano. Enquanto a bolsa caiu, o dólar disparou 2,57% na última sexta-feira (30) e encerrou o mês cotado a R$5,20, com valorização acumulada de 4,76% em relação ao real – a maior alta desde janeiro.

O último mês foi marcado ainda pela saída de R$ 7,1 bilhões de capital estrangeiro na bolsa, interrompendo três meses de fluxo externo positivo. Em entrevista ao MyNews Investe, Rodrigo Franchini, sócio da Monte Bravo Investimentos, destaca que o desempenho do Ibovespa em julho interrompeu um movimento de quatro meses de alta na bolsa.

Segundo ele, a pressão negativa no mercado aconteceu principalmente na segunda metade do mês de julho por fatores externos sobrepostos a riscos locais. “O mercado externo influencia muito o Brasil. Começamos a semana passada com informações sobre as intervenções chinesas no mercado acionário”, diz Franchini.

Somadas às pressões da China sobre o mercado ações, principalmente em empresas de educação e de tecnologia, o mês chegou ao fim também sob expectativa dos investidores para a decisão do Banco Central americano sobre juros e estímulos monetários. A semana passada foi marcada ainda pela divulgação do PIB americano, resultados sobre emprego no Brasil e balanço financeiro de empresas importantes do S&P500, índice que reúne as 500 maiores empresas americanas.

“Todos esses fatores em cinco dias somados. Estava na cara que isso traria instabilidade. Pela incerteza e pela insegurança do que poderia vir. Aí você olha para o Brasil, os resultados corporativos não incentivaram o investidor”, afirma ele.

Franchini destaca ainda o temor da variante Delta e as incertezas domésticas no Brasil como fatores que pesaram no desempenho negativo do mercado. “Você teve saída de capital. Dólar sobe e bolsa cai. Infelizmente, a última semana do mês fez com que a Bolsa tivesse perdido todo o ganho que tinha sido acumulado nas três primeiras semanas de julho”, diz.

Qual é a previsão do Ibovespa para o mês de agosto?

Para Franchini, o mês de agosto começa ainda com incertezas no radar para o mercado, mas tende a ter um desempenho melhor que o mês passado. No radar, além de mais uma semana de divulgação de balanços financeiros de empresas, os investidores acompanham de perto a reunião do Copom, o Comitê de Política Monetária do Banco Central, que define nesta quarta-feira (4) a Selic, taxa básica de juros, hoje em 4,25%.

“Vamos começar o mês com esse resultado de ajuste na Selic. Será um foward guidance, ou seja, um movimento que vai mostrar quais serão os próximos passos do Banco Central. Será um recado forte para o mercado”, afirma o sócio da Monte Bravo.

Entre os fatores de risco, ele destaca ainda as informações envolvendo novos gastos do governo Bolsonaro, o que traz um alerta para saúde fiscal do país. Na última sexta (30), o presidente Jair Bolsonaro prometeu aumentar em ao menos 50% o valor do Bolsa Família e disse que estuda prorrogar o auxílio emergencial.

“Agosto começa com incertezas globais em relação à variante Delta do coronavírus, interferências chinesas no mercado e também o resultado das bolsas de primeira linha”, diz ele. A avaliação de Franchini, no entanto, é que o mercado deve ter um mês melhor. “O mês de agosto tende a ser melhor, mas é preciso ter esses pontos de atenção”, completa.


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Ouro é assunto dentro e fora das Olimpíadas. Vale a pena investir nesse ativo? https://canalmynews.com.br/mynews-investe/ouro-assunto-dentro-fora-olimpiadas/ Thu, 29 Jul 2021 17:45:27 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/ouro-assunto-dentro-fora-olimpiadas/ Leandro Benincá, criador da comunidade Um A Menos Na Poupança, diz que ouro é mais procurado em momentos de crise econômica

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Quando o surfista brasileiro Ítalo Ferreira ganhou a primeira medalha do ouro nas Olimpíadas de Tóquio na da última terça (27), entrou para a história por ser o primeiro a ganhar o ouro nesta modalidade, que passou a ser considerada esporte olímpico a partir desta edição dos Jogos Olímpicos. Além de ser um “assunto olímpico”, o ouro também é ativo para investimento e muitas pessoas optam pelo metal como uma forma segura de obter ganhos. O MyNews Investe falou com Leandro Benincá, educador financeiro e criador da comunidade Um A Menos Na Poupança, que esclareceu tudo sobre os investimentos em ouro.

“A gente segue um padrão de ouro, que é da bolsa americana. Existe um ‘comex’ lá – que é um índice feito na bolsa americana, em cima do preço do metal do ouro. Ele vale pela sua raridade; quanto mais raro, mais caro, e quando aumenta a demanda, vai ficando mais raro e vai ficando mais caro. A gente segue esse preço lá da Bolsa de Nova York e esse índice é aplicado no mundo inteiro”, explica Benincá.

O educador financeiro observa que em momentos de incerteza, as pessoas tendem a procurar por investimentos considerados seguros. Como o ouro e seu mercado já existem há pelo menos quatro séculos, as pessoas correm atrás de investir em um ativo mais seguro, pensando num negócio antigo e que teria seu valor mais estável.

Assista à íntegra do MyNews Investe. O programa é apresentado por Juliana Causin, diariamente, a partir do meio-dia, no Canal MyNews

Procura maior leva a uma valorização desse investimento

A busca pelo metal enquanto ativo financeiro seguro acaba redundando na sua valorização e na atração de outros investidores em busca apenas da rentabilidade – num fluxo contínuo. Benincá explica que o efeito colateral dessa “corrida” é uma valorização ainda maior do metal.

Ele explica que qualquer pessoa pode investir em ouro, em corretoras brasileiras e internacionais. O investimento pode ser pequeno, a partir de 0,225g, ou um grande investimento; depende do contrato acertado com a corretora escolhida, ou diretamente na Bolsa de Valores de Nova York.

Também é possível investir em ouro através de um fundo nacional (ETFs), chamado de Gold11 – cujo valor é atrelado ao índice do ouro na Bolsa de Nova York. Nessa modalidade, 95% do valor ficam atrelados ao preço do ouro no mercado internacional e 5% são considerados como fundo de renda fixa para movimentação.


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Brasil deve bater recorde de oferta de ações na Bolsa de Valores em 2021 https://canalmynews.com.br/economia/brasil-deve-bater-recorde-de-empresas-ipos-em-2021/ Fri, 23 Jul 2021 19:52:23 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/brasil-deve-bater-recorde-de-empresas-ipos-em-2021/ Abertura de capital na bolsa de valores brasileira tem se mostrado forte no mercado brasileiro

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Muitas empresas têm aberto seu capital na bolsa brasileira, se levado em conta os números até agora. Esse movimento de abertura de capital é conhecido como IPO, do inglês “initial public offering”, com tradução em português para Oferta Pública Inicial. O ano de 2021 já desponta como o que mais teve empresas abrindo seus capitais, já foram 28 aberturas, como Smart Fit, Espaçolaser, Privalia, Multilaser, entre outras.

Em 2021, Brasil deve bater recorde de empresas que abrem o capital na Bolsa de Valores.
Em 2021, Brasil deve bater recorde de empresas que abrem o capital na Bolsa de Valores. Foto: Reprodução (PxHere).

“As empresas que decidem abrir capital na bolsa em geral têm uma boa história para contar. Elas estão em um momento positivo para o negócio, um momento que elas sentem que é de potencial de crescimento, então elas vão ao mercado captar dinheiro na bolsa. É uma das formas mais comuns de buscar ganhar dinheiro na bolsa, quando você vai em uma estreante, em geral você tem mais potencial de crescimento do que as empresas que já são listadas e já têm ações na bolsa há bastante tempo”, explica Paula Zogbi, analista da Rico Investimentos.

A analista explica que é preciso tomar cuidado e prestar atenção em alguns pontos se você resolver investir nessas empresas estreantes no mercado da bolsa de valores. O primeiro e mais importante é analisar se a empresa tem potencial de gerar valor a longo prazo, o que torna a tarefa um pouco mais difícil, já que ela não tem um histórico a ser acessado. 

“As empresas até mostram como foi o negócio até aqui nos seus prospectos, mas você não consegue ver um histórico muito longo, avaliar com detalhes como foi o negócio até aqui. Então, é ainda mais difícil entender os rumos daquele negócio, de onde vem o fluxo de caixa, quanto ele cresce ao ano. Em geral, os IPOs tem bastante material para consultar, material que ela manda para todos os reguladores antes de pedir para abrir capital. Esse é um ponto muito importante, avaliar aquele negócio com mais atenção ainda do que uma empresa que já era listada”, analisa Zobgi.

Quanto aos riscos, a analista alerta que eles são muito semelhantes aos da maioria de ações da bolsa, com momentos de dificuldade, perda de valor… “A gente costuma indicar investimentos em ações pensando no longo prazo, porque todos esses riscos tendem a se atenuar. Se você pode deixar o seu dinheiro ali por mais tempo, claro que sempre avaliando o fundamento da empresa, a capacidade de gerar receita e crescer continuam”, avalia.

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Itaú BBA e Guide: os fundos imobiliários recomendados para julho https://canalmynews.com.br/economia/itau-bba-e-guide-os-fundos-imobiliarios-recomendados-para-julho/ Wed, 14 Jul 2021 14:27:15 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/itau-bba-e-guide-os-fundos-imobiliarios-recomendados-para-julho/ Guide investimentos e Itaú BBA dão indicação de fundos imobiliários interessantes para quem pensa em começar a investir no setor

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O relator da reforma tributária na Câmara, deputado Celso Sabino (PSDB-PA), apresentou nesta terça-feira (13) o parecer preliminar sobre o projeto que propõe alterações no Imposto de Renda. Entre as mudanças, está a manutenção, no texto, da isenção de Imposto de Renda sobre os dividendos pagos por fundos imobiliários para pessoas físicas. A princípio, as regras continuam como são atualmente, isenção no caso de fundos com mínimo de 50 cotistas e cotas negociadas na Bolsa. Investidores com mais de 10% de cotas de um Fundo de Investimento Imobiliário, seguem sendo tributados.

Deputado Celso Sabino, relator da Reforma Tributária na Câmara.
Deputado Celso Sabino, relator da Reforma Tributária na Câmara. Foto: Cleia Viana (Câmara dos Deputados).

O MyNews conversou com especialistas da Guide Investimentos e do Itaú BBA, que indicaram alguns fundos imobiliários interessantes para o mês de julho.

Guide Investimentos

CPTS – Carteira pulverizada entre ativos indexadores, também possui cotas de outros fundos na então um fundo com uma dinâmica com preço bastante dinâmico, atua em várias frentes, inclusive em ofertas 476. Está tendo bons resultados e crescentes dividendos a partir disso. É um fundo que possui uma boa atividade, um pouco mais baixa do que suas principais partes, ele traz um pouco mais de conforto frente aos desafios que a gente possa sofrer ou passar até o final do ano. Setor de recebíveis imobiliários.

BRCO – É um fundo de galpões logísticos e possui ótimos ativos logísticos da indústria mundial. Teve um desempenho positivo desde o início da pandemia, crescendo muito e sendo um dos setores mais queridinhos desde o início da pandemia. Se caracterizou com um perfil defensivo, também devido a essa relação com o e-commerce e como o setor de e commerce cresceu muito durante a pandemia foi visto realmente com bastante resiliência na performance do setor desde março do ano passado. Setor logístico.

XPML – Possui ativos muito robustos, ativos de shoppings têm apresentado um ritmo de recuperação bastante interessante tanto em vendas quanto em ocupação. Conseguiram manter a ocupação durante a pandemia e hoje seguem um ritmo de retirada dos descontos concedidos aos lojistas, que se encontram numa situação financeira mais favorável do que eles se encontravam no início da pandemia. Setor shoppings.

Itaú BBA

HGRU11 – Esse fundo detém em seu portfólio ativos concentrados no estado de São Paulo (70%) e no segmento de varejo supermercadista (DY2021: 7,0% e P/VP:1,0x). É um fundo interessante ter em sua composição imóveis que estão preponderantemente em São Paulo com 91% de contratos atípicos de longo prazo, a partir de 2029. Setor misto.

RBRP11 – São 17 ativos imobiliários, sendo 9 edifícios comerciais, 2 instituições de ensino e 6 galpões. O Fundo conta com 6% em cotas de FIIs (DY 2021: 7,2% e P/VP 1,0x). É uma carteira híbrida, com possibilidade de desinvestimentos de ativos maduros com ganho de capital. Setor escritórios e logísticos.

VILG11 – Detém participação em 15 imóveis, espalhados por 6 estados – MG (34%), SP (21%), ES (21%), RJ (13%), RS (8%) e PE (6%) – (DY2021: 6,4% e P/VP:1,0x). Possui um portfólio diversificado com exosição ao e-commerce e ativos em regiões líquidas. Setor logístico.

LVBI11 – Fundo com 9 empreendimentos diferentes distribuídos entre os estados de Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Bahia com seu maior percentual (94%) de ativos de classe A (DY2021: 7,0% e P/VP:1,0x). Possui ativos em regiões líquidas e diversificação das fontes de receita. Também conta com dividend yield estimado acima da média dos seus pares. Setor logístico.

KNIP11 – Conta com investimentos com 60 CRIs. 98% da carteira indexada ao IPCA (DY2021: 10% e P/VP:1,0x). Carteira diversificada, com bom ativo, considerando a previsibilidade na geração de caixa e rentabilidade aderente ao benchmark. Gestores poderão destravar valor aos cotistas a partir de aquisições atrativas. Setor financeiro.

HGCR11 – Detém 81% dos investimentos em CRIs, 3% em renda fixa e 16% em cotas de fundos imobiliários (DY2021: 8,8% e P/VP:1,0x). Carteira diversificada com 40 CRIs, com operações  com garantias reais, ativos de boa qualidade e alta previsibilidade na geração de caixa, que são fatores atraentes para o fundo. Ativos financeiros.

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Por que investir em small caps? https://canalmynews.com.br/mynews-investe/por-que-investir-em-small-caps/ Mon, 12 Jul 2021 22:58:25 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/por-que-investir-em-small-caps/ Muitas vezes ignoradas por investidores, as empresas de menor valor no mercado podem ser compreendidas como verdadeiros capitais valiosos, e são uma excelente alternativa para diversificar a carteira

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Empresas denominadas small caps são aquelas de menor valor de mercado e de certa forma ignoradas ou desprezadas por investidores por vários motivos. Desconhecimento, é um dos principais, crendice que possuem maior risco, ou seja, ignorância, incapacidade de investir pelo fato de gerir carteiras muito grandes, e mesmo carência de equipe de analistas e gestores para analisarem uma quantidade muito maior de empresas do que aquelas relacionadas ao índice Bovespa. Mas vejamos, qual o resultado desta renúncia ao precioso e interessante universo de investimentos das empresas menores, e o que significa small caps? E porque a Trígono decidiu focar seus investimento e fundos em small caps?

Werner Roger, executivo considerado uma referência no mercado financeiro de Small Cap.
Werner Roger, executivo considerado uma referência no mercado financeiro de Small Cap. Foto: Reprodução (Arquivo Pessoal).

Em minha vida profissional, durante 35 anos me dediquei a investidores institucionais, e entre 2007 e 2017 atuando como gestor da estratégia small caps atingindo quase US$1 bilhão sob gestão, talvez o maior gestor desta estratégia no Brasil.

Em 2008, fui selecionado como o primeiro gestor externo para a América Latina do maior fundo soberano do mundo e iniciando um portfólio no Brasil justamente com a estratégia small caps, com duas características notáveis: 85% da carteira deveria ser ativa em relação ao benchmark small caps e sem limite de tamanho das empresas ou liquidez. Dois anos após, fomos selecionados por uma grande endowment americana da maior universidade e justamente para a estratégia small caps, replicando nosso fundo de ações small caps aberto ao público. Mas porque estes prestigiosos e sofisticados investidores escolheram justamente a estratégia small caps para investir ativamente no Brasil ao invés de simplesmente investir em ETFs ou replicar índices?

Em 2017 iniciamos uma nova empresa, a Trígono Capital e entendendo perfeitamente por que estes dois investidores escolheram a estratégia small caps para investir em nosso país e através de uma boutique de investimentos com apenas US$ 30 milhões sob gestão, exatamente dez anos atrás. A resposta é diversificação e retorno superior no longo prazo em relação as empresas mais líquidas e maiores, além de boutique focada em nicho de mercado.  Na Trígono, nossa estratégia foi a mesma, mas dedicada ao varejo, ao invés do segmento institucional, acredito que somos a única gestora com este foco de investimento em small caps e neste público. Em pouco mais de 3 anos, alcançamos mais de 47 mil investidores e cerca de R$ 1,4 bilhões de ativos sob gestão e nossos fundos exibem o melhor desempenho em todas as categorias de investimentos, excluindo fundos exclusivos, monoação, BDRs e alavancados.

Melhores Fundos de Ações.
Melhores Fundos de Ações. Foto: Reprodução (MyNews).

Nossos dois fundos que completaram três anos em abril, Flagship Small Caps e Delphos Income, receberam 5 estrelas na prestigiosa empresa Morningstar que avalia mais de 600 mil fundos no globo, e sendo os únicos no Brasil a receberem a nota máxima nas categorias small caps e dividendos.

Responderemos inicialmente sobre a definição das small caps. É uma expressão em inglês que significa pequena capitalização ou empresas de menor valor de mercado. Pesquisando as maiores variadas fontes internacionais, genericamente são empresas com valor de mercado entre US$ 300 milhões e US$ 2 bilhões. Usando o índice MSCI World Small Caps como referência, encontramos um valor médio de US$ 1,92 bilhões e extremos de US$ 21,4 bilhões e US$ 54 milhões, portanto bastante amplo, com 4.463 empresas inseridas em 23 mercados desenvolvidos.

Na Trígono, adotamos discricionariamente este valor médio multiplicado pela taxa de câmbio de R$ 5,20, ou R$ 10 bilhões, mas não como média, mas teto. E como comentamos anteriormente, buscando o mercado de varejo, ignorado pelos maiores gestores nestas estratégias, que focam sua atenção no mercado institucional ou repicam o IBOV, focando nas empresas mais líquidas e maiores. Nossa vida foi facilitada pelo advento das plataformas digitais e com tíquete mínimo de R$250,00 acessamos um grande público desprezado pelos bancos e demais gestoras. Um desempenho ímpar dos fundos foi chave importante para este sucesso e crescimento quase sem paralelo no número de cotistas em tão pouco tempo.

No Brasil, a B3 utiliza um critério também discricionário para o índice SMLL ou small caps. Para tanto, considera as ações com maior valor e mais as negociadas que representam em ordem decrescente 85% das negociações e do valor de mercado, além de outros critérios e exigibilidades definidas pela B3 como free float (ações detidas por não controladores), presença no mercado etc. Não existe certo ou errado, mas critérios diferentes. A agência classificadora de risco,  S&P, através da subsidiária S&P Dow Jones Indices LLC criou em 1994 o índice S&P Small Caps 600 para empresas norte-americanas, com 601 empresas, valor consolidado de US$ 1,1 trilhões em 30 de junho de 2021. O  valor médio era de US$ 1,91 milhões e extremos de US$ 14,2 bilhões e US$ 147 milhões, e mediana (desconsidera os extremos) de US$ 1,6 bilhões. Portanto, o valor médio é o mesmo do nosso critério.

Outro índice importante é o Russel 2.000 que representa as 2.000 menores empresas por valor de mercado entre um universo das 3.000 maiores empresas listadas nos EUA, com uma média de valor de mercado de US$ 3,4 bilhões e mediana de  US$ 1,25 bilhões. Portanto, os critérios podem variar, nas exceto a B3 que considera também a liquidez, small caps na realidade é um critério de tamanho ou valor de mercado, ou capitalização, que representa o preço de uma ação multiplicado pela quantidade total de ações que representam o capital de uma empresa.

Algumas grandes gestoras, por não conseguirem atuar nesse nicho pelos motivos expostos acima abrigam-se na proteção dos índices. Para evitar riscos de performar abaixo dos índices de referência, investem nas maiores empresas e nas mais líquidas, e explicam a seus investidores que tal escolha se deve ao risco excessivo envolvido nas small caps. Será?

Voltamos há sete anos, até 31 de dezembro de 2013, para conferir. Verificamos o valor de mercado, à época, de empresas então típicas small caps e de outras maiores, fora desse universo e o que aconteceu nos últimos sete anos.

Valorização small caps.
Valorização small caps. Foto: Reprodução (MyNews).

Baseados nestes simples exemplos, é possível dizer que as empresas small caps apresentam maior risco? Estas são algumas amostras, mas não são nem de longe as únicas. Não vamos nem citar Magazine Luisa pela excepcionalidade. Conferindo: a Petrobras teve valorização de 90% nos sete anos considerados – muito abaixo das small caps apresentadas. A Ambev, símbolo de empresa bem gerida, líder absoluta de mercado, controlado por excepcional grupo de empresários, rendeu apenas14,2% em sete anos – e se trata de ação obrigatória em todos os índices e gestores de large caps. Ultrapar, cujo nome já enaltece a empresa, considerada uma das de melhor gestão, com negócios de baixíssimos riscos, rendeu negativamente 0,2%, ou zero.    

Pois bem: um gestor ou fundo avesso a small caps estaria renunciando a estas empresas small caps hoje, e se alguém fizer, daqui a sete anos, o mesmo levantamento que fizemos, a situação se repetirá. Várias small caps de hoje terão uma valorização muito maior do que as large caps ou blue chips atuais. E estaria cheio de Ambev, Ultrapar, Petrobras e BR Foods. Façam a sua escolha. As grandes empresas como Petrobras, Vale, Itaú, Bradesco e AMBEV representam a velha economia e pelo próprio porte, de crescimento muito limitado. Já as small caps trazem um grande número de empresas da nova economia, e a cada dia incrementada pelos IPOs, sendo vários ligados a tecnologia e setores emergentes que sequer existiam há dez anos. Qual o futuro, a velha ou nova economia?

As tabelas abaixo demonstram o que comentamos. Em várias janelas temporais comparamos o IBOV, o mais utilizado pelo mercado e guia para construção das carteiras pela maioria das gestoras, o índice SMLL e o IDIV, índice que representa as “boas” pagadoras de dividendos pelos critérios da B3, além da volatilidade anualizada dos três índices.

Grafico-3

O IBOV é de longe o índice de pior performance, mesmo com as gigantes Vale, Petrobras, Itaú/Itausa, Bradesco, a própria B3 e AMBEV que representam 44% do índice. O SMLL é o líder nas diferentes janelas, exceto em 10 anos quando é superado pelo IDIV. E mesmo em termos de volatilidade, o IBOV é o pior nas janelas mais longas. Portanto, se volatilidade é parâmetro de risco, de longe é o pior índice, tanto em retorno, como volatilidade, e o SMLL o melhor desde sua criação em abril de 2008.

Um fator bastante importante é o tamanho das gestoras e dos fundos. Basta verificar o desempenho das grandes gestoras para observar que seus fundos não estão entre os de melhor desempenho. Quanto maior o tamanho, maior a dificuldade em mudar de posição, com elevado custo de transição, pois a venda ou compra de grandes volumes acabam impactando os preços das ações. Ou seja: quanto menor a liquidez das ações, maior o impacto provocado por grandes operações de compra e venda. Eis porque grandes gestoras e fundos evitam small caps. Mas fica mais “lógico” citar o mito do risco, ao invés da incapacidade ou inviabilidade de investirem nestas empresas.

Podemos também observar fundos que, ao longo de sua história, acumulam excelente desempenho, mas o alfa (retorno adicional sobre o índice de referência) anual gerado vai-se estreitando à medida que o fundo cresce ao longo do tempo. Na avaliação da performance, isso acaba por passar despercebido, e os gestores ou fundos que geraram tal desempenho, especialmente nas fases iniciais (quando os fundos eram bem menores e as estratégias bastante diferentes, e até os gestores e equipes de investimento) acumularam uma reputação tal que, mesmo sem desempenho superior em anos mais recentes, continuam a receber o crédito pelo desempenho positivo na fase inicial. Lembremos: desempenhos diferenciados no passado não beneficiam os novos investidores em tempos atuais nem, por falar nisso, os antigos que mantêm seus investimentos pela satisfação histórica – estes seguem aquele famoso ditado: em time que está ganhando não se mexe.   

Mas será de fato a liquidez um fator impeditivo para se investir em small caps? Analisando a liquidez média das 30 maiores posições do índice SMLL da B3 obtivemos uma média diária de R$ 124 milhões. A soma destas participações representa 59,2% do índice. Se considerarmos as dez posições mais líquidas, a liquidez diária média é de R$ 231 milhões e acumulando R$ 1,85 bilhões diariamente em média, com 21,7% de representatividade no índice. Portanto, será este mercado ilíquido?

Fazendo uma raciocínio análogo na Trígono, nossas dez maiores posições combinadas em todos os fundos, possuem em média uma liquidez de R$ 15,4 milhões diários. Tais posições representam 82% dos ativos sob gestão. O valor médio de mercado destas empresas é de R$ 4,5 bilhões, ou menos da metade do nosso teto ou alvo de R$ 10 bilhões. Já no índice SMLL, o valor médio de mercado das dez maiores em ordem decrescente é de R$ 16,2 bilhões, ou US$ 3,2 bilhões, e para todo o índice R$ 6,2 bilhões. Novamente voltando à Trígono, se fizermos o cálculo da capitalização de mercado multiplicado pela % de cada empresa em relação a todos os fundos, a capitalização média é de R$ 4,2 bilhões e liquidez média diária de R$ 18,4 milhões.

Uma vez que a liquidez de fato não é problema para se investir em small caps, nos parece que de fato é o desconhecimento, ou mito de small caps serem mais arriscadas, fato sem procedência. Para nós o maior risco é o gestor selecionar mal as empresas que compõe o fundo, independentemente do tamanho das empresas.

Mas porque as small caps desempenham melhor no longo prazo? Diversos são os fatores. Maior crescimento e menor necessidade de capital para uma empresa small caps em relação a uma gigante. Seria possível um Itaú, Vale ou Petrobras dobrar de tamanho em 3 anos ? Nas small caps, inúmeros são os casos, especialmente aquelas ligadas a nova economia ou ligadas a tecnologia que mais que dobraram de tamanho e tão pouco tempo.

Outro ponto muito importante é a ineficiência de mercado. Quanto maior, mais liquida e maior peso nos índices, maior será a quantidade e qualidade de analistas de sell-side e buy-side analisando as empresas. Portanto, melhor será a precificação e menor a possiblidade de encontrar alguma ação barata. Já nas small caps e empresas menos líquidas acontece o oposto e é neste universo pouco explorado que a Trígono encontra as “pechinhas” e irá arbitrar as ineficiências de mercado.

As empresas menores estão mais sujeitas e eventos como M&A, como recentemente ocorreu com a Tupy adquirindo a Teksid, onde a maior do mundo em determinado nicho adquire a vice-líder e tem a aquisição aprovada pelas agências regulatórios com pequenas restrições. Imagine se tal fato seria possível em grandes empresas? Outros eventos são a possibilidade de empresas serem adquiridas a receberem tag along, ou fechamento de capital com pagamento de prêmio sobre o valor de mercado. Ou então a evolução no nível de governança, como de nível básico (denominado tradicional) para o Novo Mercado, e finalmente eventos de follow on trazendo mais liquidez e visibilidade. A atuação em nichos com barreiras de entradas é típica de small caps, já que um negócio grande e próspero rapidamente atrairia concorrência deste mundo cada vez mais globalizado. Em nichos relativamente pequenos, grandes empresas não se interessam por serem irrelevantes e apenas uma distração do foco ou negócio principal.

Finalmente, mas sem esgotar as razões que explicam o melhor desempenho das small caps, é o acesso aos executivos, conselheiros e controladores, fato raro nas grandes empresas que normalmente atendem os pequenos investidores e gestores em conferências e ainda muito seletivamente.

Olhando para frente, a maior parte dos IPOs será constituídas por small caps e que representam a nova economia, notadamente ligadas a tecnologia ou novos setores, como ligados ao agronegócio, meio ambiente, energia limpa, e-commerce, enquanto que o IBOV permanece com as suas blue chips da velha economia e que de vez em quando recebe um intruso como BTG, Magazine Luisa, Via ou WEG, que até pouco tempo atrás eram small caps ou patinhos feios desprezados pelo mercado. 

Esperamos ter conseguido explicado por que investir em small caps, que como demonstrado gera um retorno superior no longo prazo, proporciona diversificação e redução de riscos, e porque a Trígono decidiu estrategicamente focar seus fundos neste segmento e atender um público enorme relegado pelos grandes bancos e gestoras.


Quem é Werner Roger?

Executivo considerado uma referência no mercado financeiro de Small Caps, Werner Roger é o CIO (Chief Investment Officer) da Trígono Capital, com 39 anos de experiência no mercado financeiro, sendo os últimos 24 anos em gestão de recursos de terceiros. Iniciou a carreira no Chase Manhattan em 1982 e atuou no segmento de crédito, M&A, proprietary equity e transações estruturadas na divisão Corporate Bank até 1990. Passou por organizações líderes mundiais como o Banco Chase Manhattan, Citibank, Western Asset Management (Legg Mason), além da boutique Victoire Brasil Investimentos, da qual foi um dos sócios-fundadores. Formado em Engenharia Agronômica em 1981 pela Universidade Estadual Paulista – Unesp. Certificações – Gestor CVM, PDC Fundação Dom Cabral, CPA-20 ANBIMA, Certificação de Gestores ANBIMA (CGA).

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Executivo da Petrobras é demitido por suspeita de insider trading https://canalmynews.com.br/economia/executivo-da-petrobras-e-demitido-por-suspeita-de-insider-trading/ Tue, 30 Mar 2021 17:34:19 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/executivo-da-petrobras-e-demitido-por-suspeita-de-insider-trading/ Cláudio da Costa teria vendido ações da estatal um dia antes de Bolsonaro anunciar publicamente a demissão de Roberto Castello Branco

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Um dos nomes fortes da Petrobras foi demitido por suspeita de insider trading, ou seja, por uso de informações privilegiadas, que ainda não são de conhecimento público, para negociações privadas. A informação é do jornalista Rodrigo Rangel da Revista Crusoé.

A demissão de Cláudio da Costa, gerente-executivo de Recursos Humanos, aconteceu no domingo (28) por decisão de Roberto Castello Branco, que ainda ocupa o cargo de presidente da Petrobras. O executivo era considerado uma das pessoas de confiança do presidente da estatal no alto escalão.

Cláudio da Costa, executivo da Petrobras, é demitido por usar informações privilegiadas em compra e venda de ações.
Cláudio da Costa, executivo da Petrobras, é demitido por usar informações privilegiadas em compra e venda de ações. Foto: Reprodução com alterações (Wikicommons).

De acordo com a reportagem, Cláudio da Costa é suspeito de negociar ações da empresa tão logo o presidente Jair Bolsonaro decidiu demitir Roberto Castello Branco da presidência da estatal. O então gerente-executivo teria negociado ações um dia antes do anúncio público de Bolsonaro de efetuar a troca no comando da petrolífera.

“A suspeita surgiu depois que os controles internos da Petrobras identificaram, em checagens de rotina que Costa vendeu as ações da Petrobras que possuía, bem no auge da crise ocasionada pela decisão de Bolsonaro de tirar Castello Branco do cargo“, de acordo com a revista.

Ainda segundo a publicação, Costa negou ter incorrido em insider trading e afirmou não ver irregularidade nas transações, realizada por uma corretora de sua confiança.

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Desempenho e pessoas https://canalmynews.com.br/luiz-gustavo-mariano/desempenho-e-pessoas/ Mon, 29 Mar 2021 17:30:12 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/desempenho-e-pessoas/ Falando na perspectiva de gestão e também na de pessoas, eu gostaria de discutir dois aspectos

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Há poucos dias, saiu uma matéria interessante no jornal Valor que analisa o desempenho de várias empresas que abriram o capital na Bolsa brasileira. A reportagem aponta que a maioria dessas empresas cresce depois de realizar uma IPO. De um total de 170 companhias que estrearam na Bolsa entre 2004 e 2019, dois terços tiveram alta na receita.

“Conforme a análise, apenas 15 empresas, ou 9% do total, não deram certo –e quatro delas eram do Grupo X, de Eike Batista. Entre as 48 restantes, predominam as que saíram por conta de fusões e aquisições, algumas compradas até em momentos de fragilidade, mas a maioria absorvida para complementar grandes negócios. E houve aquelas que optaram por fechar o capital e continuam bem”, diz trecho da matéria do Valor.

Como podemos perceber, existem desempenhos muito positivos e alguns negativos. Falando na perspectiva de gestão e também na de pessoas, eu gostaria de discutir dois aspectos.

1) Gestão: fatores externos são sempre grandes influenciadores da performance das companhias. Porém, devemos sempre relativizar esse desempenho, comparar com semelhantes no mercado, porque dessa forma fica mais nítido o desempenho real –a empresa precisa crescer mais quando todos estão crescendo e cair menos quando todos estão caindo. Assim, se a análise for feita de maneira absoluta, sem o envolvimento de pares, ela será frágil.

Como diz um executivo na reportagem do Valor: “Pode haver setores que tenham sido afetados positiva ou negativamente por alguma força externa e que isso não tenha a ver com o fato de a empresa ter feito IPO ou não”.

2) Pessoas: há um importante fator de desempenho das empresas, o humano, que costuma ser pouco explorado pelas análises de desempenho. Decisões são tomadas por pessoas. Já tratamos disso aqui, mas reforçando:uma empresa cresce ou diminui de tamanho devido ao output, e não a um input.

O input tem a ver com processos de contratação, demissão, com sistemas de incentivos etc. Todo esse ciclo de pessoas, que muitas vezes são carregadas de subjetividades, não estão na pauta central dos decisores –e, se estão, são superficiais.

Então, se você quer que a sua companhia esteja entre as bem-sucedidas que aparecem na matéria, saiba que é muito importante ter uma estrutura sólida de contratação e capacitação profissional, além de uma agenda bem definida e que seja compreendida por todos.

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Possível fraude com ações da Petrobras é transferência de renda ‘extremamente cruel’, diz economista https://canalmynews.com.br/economia/possivel-fraude-com-acoes-da-petrobras-e-transferencia-de-renda-extremamente-cruel-diz-economista/ Wed, 03 Mar 2021 16:03:31 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/possivel-fraude-com-acoes-da-petrobras-e-transferencia-de-renda-extremamente-cruel-diz-economista/ Movimentação atípica sugere caso de insider trading e congressistas pedem ação da CVM

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O possível uso de informações privilegiadas para lucrar com ações da Petrobras prejudica a imagem da empresa e cria um escândalo diante da atual recessão, avalia economista ouvida pelo MyNews.

Horas após o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) fazer uma reunião com ministros em que possivelmente antecipou sua intenção de trocar o comando da Petrobras, um investidor adquiriu duas opções de compra de ações da Petrobras na contramão do mercado. Apostando em uma queda de ao menos 8% nas ações da companhia, as ações compradas por R$ 160 mil reais podem ter rendido a seus donos até R$ 18 milhões. A informação foi revelada inicialmente pelo jornal O Globo.

Após a divulgação da notícia, congressistas encaminharam ofícios para que a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), responsável por regular o mercado de ações, investigue o episódio.

Em entrevista ao Almoço do MyNews, a economista e professora do Insper Juliana Inhasz avalia que a movimentação não aparenta ter sido uma “aposta inocente”, mas sim o resultado do vazamento de alguma informação para “investidores qualificados”.

“Isso escandaliza todo mundo, porque a gente tem uma economia que está totalmente desestruturada, uma economia que decresceu mais de 4% no ano passado. Mas isso já aconteceu em outros governos, a diferença é que hoje tem mais gente aplicando e a informação circula muito mais rápido. Hoje esses casos ficam muito mais evidentes”, diz Inhasz.

A professora destaca que, se confirmada a fraude, o episódio é uma transferência de renda “extremamente cruel”. “Você está possibilitando que pessoas no mercado que tem uma informação privilegiada consigam encher ainda mais seu patrimônio em cima da boa fé de pessoas que acreditam que o sistema é idôneo”.

A corretora que realizou a movimentação agora sob os holofotes, a Tullet Prebon, não retornou contato do MyNews.

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Dólar dispara e Banco Central age para segurar aumento https://canalmynews.com.br/economia/dolar-dispara-e-banco-central-age-para-segurar-aumento/ Tue, 02 Mar 2021 21:19:46 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/dolar-dispara-e-banco-central-age-para-segurar-aumento/ Moeda dos EUA opera em forte alta após mudanças em políticas de preços de combustíveis

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O dólar comercial fechou em alta nesta terça-feira (2) e é comercializado por R$ 5,67, uma alta de 1,284%. A moeda estadunidense chegou a atingir o pico de R$ 5,7349, mas recuou após intervenção do Banco Central.

Após o BC vender dólares, a disparada do dólar foi suavizada.

A volatilidade da moeda dos Estados Unidos ocorre após o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) trocar o comando da Petrobras e decidir zerar os impostos federais sobre diesel e gás de cozinha. Por meio da medida provisória Nº 1.034, o Governo Federal também determinou o aumento da Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) de bancos e retirou a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para pessoas com deficiência comprar carros acima de R$ 70 mil

O Euro acompanhou a tendência de alta do dólar e fechou o dia cotado em R$ 6,853, uma alta de 1,57%. Já a Bovespa fechou com alta de 1,09% e está com 111.539 pontos.

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Bovespa cai mais de 5% após troca na presidência da Petrobras https://canalmynews.com.br/economia/bovespa-abre-semana-em-queda/ Mon, 22 Feb 2021 16:41:18 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/bovespa-abre-semana-em-queda/ Ações da estatal caem mais de 20% e bolsa despenca com indicação de Bolsonaro

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A Bolsa de Valores de São Paulo opera em forte queda após o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) indicar o general Joaquim Silva e Luna para a presidência da Petrobras.

A Bovespa começou a semana com 118.388 pontos. Às 11h, a queda era de 5,32% com 112.134 pontos

Após troca na presidência da Petrobras, mercado brasileiro abre com forte queda.
Após troca na presidência da Petrobras, mercado brasileiro abre com forte queda. Foto: Pixabay (Reprodução).

As ações da estatal caem mais de 20%. As ações ordinárias (PETR3) registram queda de 20,20% e as preferenciais (PETR4) de 20,15%.

Na noite de sexta-fira (19), Bolsonaro anunciou que havia indicado o general Joaquim Silva e Luna, atual diretor da Itaipu Binacional, para a presidência da Petrobras. A alteração administrativa na petroleira impactou negativamente as ações da empresa no mercado internacional. Os papéis da Petrobras despencam 21% em Nova York.

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Dólar opera em forte alta, acima de R$ 5,50 https://canalmynews.com.br/economia/dolar-e-negociado-em-forte-alta-refletindo-queda-da-bolsa-brasileira/ Mon, 22 Feb 2021 14:45:46 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/dolar-e-negociado-em-forte-alta-refletindo-queda-da-bolsa-brasileira/ Na sexta, a moeda fechou cotada a R$ 5,387. Alta acontece após mudanças na Petrobras

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O dólar comercial está sendo negociado em forte alta nesta segunda-feira (22), primeiro dia de negociações após a indicação do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para a troca do comando da Petrobras.

Às 11h, a moeda americana subia 2,63%, cotada a R$ 5,526.

Dólar opera em forte alta.
Dólar opera em forte alta. Foto: Pixabay (Reprodução).

Na sexta-feira, o dólar fechou em queda de 1,02%, cotado a R$ 5,387, acumulando um aumento de 0,25% na semana.

Acompanhando a tendência do dólar, o euro opera em alta de 2,97% cotado a R$ 6,717.

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Bitcoin atinge US$ 1 trilhão em valor de mercado https://canalmynews.com.br/economia/bitcoin-atinge-1-trilhao-em-valor-de-mercado/ Sun, 21 Feb 2021 17:14:54 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/bitcoin-atinge-1-trilhao-em-valor-de-mercado/ Valor de mercado da criptomoeda já supera o de empresas como Tesla, Facebook e Alibaba

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O bitcoin bateu recorde ao atingir um valor de mercado de US$ 1 trilhão na última sexta-feira (19). Superada pela primeira vez, a marca consolidou um crescimento de cerca de 6% nas 24 horas que antecederam a quebra do recorde. Os dados são da Coin Market Cap.

Com a nova alta, apenas nos últimos quatro meses, a criptomoeda acumula valorização de mais de 400%. Os ganhos foram influenciados principalmente por sinais de que a criptomoeda está ganhando aceitação entre importantes investidores e empresas, como Tesla, Mastercard e BNY Mellon.

Em 9 de fevereiro, o bitcoin havia superado US$ 45 mil depois de Elon Musk, CEO da Tesla, anunciar a intenção de passar a aceitar bitcoins como forma de pagamento no futuro. Na época, a Tesla explicou, em comunicado, que a compra bilionária do ativo é uma tentativa de maximizar a rentabilidade do dinheiro da empresa que não é usado nas operações cotidianas. De lá para cá, a criptomoeda bateu novos recordes e já foi negociada a valores acima de US$ 54 mil.

Bitcoin atinge US$ 1 trilhão em valor de mercado. Foto: André François McKenzie/Unsplash
Bitcoin atinge US$ 1 trilhão em valor de mercado. Foto: André François McKenzie/Unsplash

Caso fosse uma empresa, o bitcoin seria a sexta maior em valor de mercado do mundo, ficando atrás de Apple, Saudi Aramco, Microsoft, Amazon e Alphabet (Google). O valor de mercado da criptomoeda, segundo o Companies Market Cap, superaria o de empresas como Tencent, Tesla, Facebook e Alibaba.

Equivalente a cerca de 5,4 trilhões de reais, o valor de mercado da criptomoeda também supera todas as empresas listadas na bolsa de valores brasileira somadas. As 363 empresas que têm papéis negociados na Bovespa acumulam, de acordo com a B3, valor de mercado de 5,3 trilhões.

Assista ao Dinheiro na Conta em que a alta do bitcoin é abordada:

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GameStop prejudica investidores de Wall Street com ação inédita https://canalmynews.com.br/economia/gamestop-prejudica-investidores-de-wall-street-com-acao-inedita/ Fri, 29 Jan 2021 16:14:57 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/gamestop-prejudica-investidores-de-wall-street-com-acao-inedita/ Orquestrado em fórum online, operação expôs fragilidade estrutural do mercado acionário e acende alerta

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O mercado de ações norte-americano operou diante de uma inesperada intervenção nesta quarta-feira (27). Em contrariedade com os eventos fiscais dos últimos meses, a pandemia, dessa vez, em nada interferiu; a responsabilidade recaiu inteiramente sobre a internet.  

Orquestrado em um fórum de discussão do Reddit (rede social caracterizada como um enorme espaço virtual, onde os mais de 52 milhões de usuários debatem acerca de variados temas), o planejamento foi responsável por colocar a rede de lojas de videogames GameStop, estruturada em um modelo comercial obsoleto, baseado na compra e aluguel de mídias físicas (CDs), em plena evidência na Bolsa de Nova York (Nyse).

O valor de mercado da companhia, calculado pela soma de suas ações, saltou de US$ 1,3 bilhão e atingiu a incrível quantia de US$ 22,5 bilhões, um aumento registrado em mais de 1.800%. No dia do ocorrido, as ações da empresa fecharam com alta de 134%, a US$ 347,51.

Unidade da GameStop em Bentley Mall, Alasca.
Unidade da GameStop em Bentley Mall, Alasca. Foto: BentleyMall (Domínio Público).

Plano orquestrado

Em setembro de 2020, a GameStop anunciou uma reestruturação organizacional, encerrando as atividades de 450 lojas ao redor do mundo – a companhia ainda mantém mais de 5 mil estabelecimentos em dez países (Alemanha, Austrália, Áustria, Canadá, EUA, França, Irlanda, Itália, Nova Zelândia e Suíça).

Apesar da presença significativa e do tradicionalismo, os moldes comerciais da rede vêm perdendo espaço para o mercado digital, fomentado pelas próprias fabricantes de consoles, e para gigantes do varejo online, como a Amazon. Nesse cenário, a empresa acompanha, dia pós dia, a queda nas vendas e, consequentemente, no valor de mercado.

Acompanhando as oscilações acionárias, a comunidade do Reddit ‘r/wallstreetbets’, com mais de três milhões de membros, decidiu comprar conjuntamente as ações da GameStop, com o intuito de desafiar os analistas e os investidores de Wall Street, que previam a perda de valor da companhia mediante os últimos resultados – certamente, as aplicações já realizadas durante os pregões foram feitas com base nessa projeção de queda.

Com a compra em massa das ações, os papéis da popular rede de games foram amplamente valorizados, prejudicando quem apostava – e até garantia – na quebra da empresa.

Postura do mercado

Na última sexta-feira (29), 100% das ações disponíveis para empréstimo, destinadas para a especulação contra a empresa, já estavam nas mãos dos investidores. Isso devido a uma operação denominada ‘venda a descoberto’, na qual os operadores ‘alugam’ ações da companhia em questão e vendem para outros investidores, considerando que o preço desses papéis vai cair. Ao final de um prazo estipulado, esses operadores devolvem a ação, independente da cotação, para o dono original.

Se a projeção do operador estiver correta, ele recompra, após a devolução, as mesmas ações, mas por um preço mais baixo do que o de venda, embolsando o lucro. Nota-se, entretanto, que esse modelo de negociação só é positivo quando o valor da ação realmente cai.

No caso da GameStop, o que se verificou foi uma volumosa e repentina alta, ocasionando o fenômeno ‘short squeeze’, no qual os investidores que apostaram na queda do preço das ações foram obrigados a comprar o papel por um preço incrivelmente maior para atenuar as perdas.

Placa de Wall Street, no Distrito Financeiro da cidade de Nova Iorque, EUA. Foto_Alex Proimos.
Placa de Wall Street, no Distrito Financeiro da cidade de Nova Iorque, EUA. Foto: Alex Proimos.

Não obstante, constatou-se ainda o fator de influência ‘gamma squeeze’, que é relacionado à velocidade de variação dos valores ativos. No momento em que ocorre a aceleração do preço, movimento contrário à baixa, o investidor que apostou na queda da ação é obrigado a zerar essa posição, ou seja, é forçado a comprá-la, fato que também ajuda a fomentar a alta.  

Fator Elon Musk

Atual pessoa mais rica do mundo, o presidente-executivo da Tesla, Elon Musk, publicou na rede social Twitter um link direto para o fórum r/wallstreetbets no Reddit.

O tweet do bilionário, que possui 42 milhões de seguidores na plataforma, impulsionou ainda mais a operação envolvendo a GameStop.

Em alusão ao meme ‘Stonks’ (termo derivado de ‘stocks’, ações de investimento em inglês), Musk publicou um trocadilho ao escrever “Gamestonk!!”, uma brincadeira referente ao episódio.

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Fala de Bolsonaro mostra Brasil à deriva e passa mensagem de ‘salve-se quem puder’ https://canalmynews.com.br/economia/fala-de-bolsonaro-mostra-brasil-a-deriva-e-passa-mensagem-de-salve-se-quem-puder/ Wed, 06 Jan 2021 18:00:29 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/fala-de-bolsonaro-mostra-brasil-a-deriva-e-passa-mensagem-de-salve-se-quem-puder/ De acordo com economistas, reformas administrativas são capazes de auxiliar na recuperação do país

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O presidente Jair Bolsonaro, que costuma atacar a imprensa em suas declarações
O presidente Jair Bolsonaro, que disse que o Brasil ‘está quebrado’ e que ‘nada consegue fazer’. (Foto: Alan Santos/PR)

Nesta terça (05), o Ibovespa, principal indicador do comportamento das ações negociadas na bolsa de valores oficial do Brasil, registrou uma variação positiva de 0.44% em relação ao último pregão, mesmo após o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmar que o país está quebrado e que ele não consegue fazer nada para amenizar a situação.

Para a economista Zeina Latif, convidada do Almoço do MyNews de hoje (06), o desempenho do mercado frente à descomprometida fala manifesta um preocupante indício de administração à deriva, correspondendo à máxima ‘salve-se quem puder’.

“Há duas coisas preocupantes: o teor em si, porque mostra um presidente que não está antenado aos problemas do país, e a não reação dos mercados financeiros, demonstrando que não vale a pena ouvi-lo”, apontou a economista durante participação no Almoço do MyNews desta quarta-feira (6)

Mais cedo, durante o programa Morning Call desta quarta, o gestor da companhia Infinity Asset, Victor Hasegawa, analisou o discurso de Bolsonaro como algo típico de seu populismo. Ele disse que o Brasil não está, de fato, falido, mas que a declaração passa uma imagem negativa do país

“Mesmo assim, é uma mensagem ruim, porque o Brasil realmente pode quebrar se não forem aprovados os projetos necessários para que nós não cheguemos ao fundo do poço. Estamos perto, mas não estamos lá”, ponderou.

Governo paralisado

Retomando a recente alta nos índices, Latif alertou sobre as possíveis consequências desse isolamento administrativo, que, em confluência com o panorama internacional, já afeta as estruturas domésticas.

A indiferença do setor econômico perante as alegações de Bolsonaro, entretanto, não corroboram a postura presidencial, tendo em vista que o governo federal “está em paralisia mediante uma crise tão grave, com tantos desafios pela frente”.

“A nossa bolsa, apesar de estar em um patamar pré-crise, está muito defasada em relação às de outros países emergentes. Quando olhamos o comportamento do dólar, a nossa média é muito pior que a de países emergentes”, esclareceu a economista.

Hasegawa desmentiu a manifestação de Bolsonaro com exemplos práticos de possíveis procedimentos operacionais e monetários que poderiam ser feitos – como a atualização da tabela do IR, também mencionada pelo presidente.

“Essa fala sobre não ter o que fazer não é verdade, porque ele barrou alguns projetos e medidas que seriam impopulares, mas que desviariam nosso percurso da quebradeira. Por exemplo: uma reforma administrativa que incluísse funcionalismo público; adesão ao imposto digital (o qual o ministro Paulo Guedes é a favor) […] Então, ele teria o que fazer. Custaria, no curto prazo, alguns pontos na popularidade dele, mas, no longo prazo, poderia salvar o país”, concluiu.

Sobre o ministro da economia, Paulo Guedes, recaiu a descrição de ineficiência. Sem estabelecer diretrizes de comando assertivas, o braço direito de Bolsonaro, na visão de Latif, “não foi bem sucedido em sensibilizar e explicar ao presidente a importância da agenda econômica”, nota-se a carência de impor prioridades, estratégias políticas e diálogos com a sociedade e o Congresso.

“No fundo, o Paulo Guedes falhou no papel de convencimento”, resume a economista.

Possibilidade de impeachment?

Desde o fim de 2020, a disputa pela presidência da Câmara está movimento o Congresso nacional. Uma série de negociações referentes ao apoio ou não de determinados candidatos está gerindo a ratificação de acordos jurídicos e coalizões – o alinhamento a pautas ideológicas e partidárias, sobretudo, vem delineando esses processos.

A possível abertura de um pedido de impeachment, subordinada ao presidente da Casa, pesa, de certa maneira, no estabelecimento dessas coligações. Para elucidar a questão, Latif recorre a um exemplo recente: “No governo Dilma ocorreram muitos erros de política econômica, e havia alternativa – um vice-presidente e um grupo político com agenda clara. Lamentavelmente, Dilma não conseguiu resolver os problemas econômicos do país, gerando uma crise sem saber como sair dela, e a sociedade reagiu. Agora, entretanto, não vemos esse quadro”.

Quanto à flexibilização do teto de gastos, a economista acredita não ser o momento ideal para instituir a atividade, mas que “a tendência é ter esse furo”. Para isso, ela admite que uma reforma administrativa seria a solução: temos uma baixa qualidade do gasto público e uma avenida de questões que podem ser melhoradas – encontrando recursos no orçamento que hoje estão engessados. Estão perdendo a oportunidade de fazer a coisa certa: realocar recursos preservando a regra do teto”, concluiu.

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Veja quais ações que subiram mais de 100% na Bolsa e o que esperar de 2021 https://canalmynews.com.br/economia/veja-quais-acoes-que-subiram-mais-de-100-na-bovespa-e-o-que-esperar-de-2021/ Tue, 05 Jan 2021 18:22:09 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/veja-quais-acoes-que-subiram-mais-de-100-na-bovespa-e-o-que-esperar-de-2021/ Empresas de commodities ainda têm espaço para crescer, segundo estrategista da Genial Investimentos

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Apesar da alta tímida em 2020, perto de 3%, o Ibovespa, o principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo (B3), encerrou o ano com papéis que valorizaram mais de 100% no último ano.

Esse foi o caso das ações da siderúrgica CSN, da WEG, fabricante de equipamentos eletrônicos, da petrolífera PetroRio e da Magazine Luiza, gigante do varejo brasileiro. 

Commodities

Na liderança dos ganhos, com alta de 125% em 2020, a CSN se beneficiou da valorização nos preços das commodities, assim com ações da PetroRio, que subiram 112% no ano. 

O movimento que favoreceu as companhias começou em novembro, segundo explica o estrategista da Genial Investimentos, Filipe Villegas. O mês foi marcado pela definição da presidência americana, com a eleição do democrata Joe Biden, e pelos avanços nas pesquisas para vacinação contra a Covid-19. “Foi quando o mercado acabou virando a página”, diz ele. 

Com o horizonte definido nos Estados Unidos e a perspectiva futura de volta do crescimento econômico, teve início a rotação setorial no mercado de ações. Nesta nova dinâmica, investidores voltaram a apostar em setores tradicionais, como de commodities, e deixaram um pouco de lado as ações de techs, que atingiram picos históricos nos primeiros meses de pandemia. 

Para Villegas, ainda há espaço, em 2021, para crescimento das companhias de commodities – como siderúrgicas, petrolíferas e mineradoras, por exemplo. 

Tecnologia e e-commerce

As empresas de tecnologia, no mundo, e de e-commerce, aqui no Brasil, acabaram se beneficiando em 2020 com a nova dinâmica da pandemia e o avanço da digitalização no mundo. Nas bolsas americanas, o índice que lista as grandes empresas de tecnologia Nasdaq, teve valorização de 43% – enquanto Dow Jones acumulou alta de 7,25% e o S&P500, de 16%.

No Brasil, ações como a da WEG e de empresas ligadas ao e-commerce como a Magazine Luiza se beneficiaram do movimento. As ações da WEG valorizaram 120%, e as da Magalu, 109%.

Sobre as empresas de e-commerce, Villegas avalia que ainda há espaço para crescimento, mas que o setor pode não ter as melhores performances em 2021. “Acredito que é um setor que vai ter um desempenho positivo, mas um desempenho que pode ficar abaixo da média do mercado”.

Segundo ele, ainda existem opções atrativas no segmento, mas o potencial de crescimento pode ficar abaixo de outros. Essas ações, para Villegas, podem funcionar como uma proteção na carteira de investidores, que devem sempre procurar a diversificação.

O que esperar de 2021

Para o estrategista da Genial, setores que ficaram para trás na pandemia devem mostrar recuperação em 2021, a depender da retomada econômica. Segundo ele, empresas de vestuários, calçados, shoppings centers e construção civil,  podem ficar entre os destaques positivos. 

Um setor que deve ser olhado com cautela neste próximo ano, segundo Villegas, é o do turismo, um dos mais afetados pela pandemia. Apesar dos preços atrativos das ações, ele explica que ainda existem muitas incertezas sobre como será a retomada, mesmo depois da vacinação. “Por mais que eu acredite que é um setor que apresente oportunidades, e tem potencial de valorização, eu ainda tenho alguma desconfiança sobre como será essa recuperação”. 

Segundo ele, de forma geral, ainda há espaço para crescimento do mercado brasileiro em 2021. Três fatores que estão no horizonte dos investidores, explica Villegas, fundamentam essa expectativa: a recuperação econômica com a vacinação contra a covid-19, o excesso de liquidez nos mercados globais, que favorece mercados emergentes, e o andamento de reformas econômicas no Brasil.

 “Se a gente conseguir realmente observar o mundo com crescimento econômico e excesso de liquidez, o Brasil pode certamente surfar essa onda”, explica.

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Mesmo com pandemia, Ibovespa fecha 2020 com alta de 2,92% e recupera perdas no ano https://canalmynews.com.br/economia/mesmo-com-pandemia-ibovespa-fecha-2020-com-alta-de-292-e-recupera-perdas-no-ano/ Thu, 31 Dec 2020 17:58:09 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/mesmo-com-pandemia-ibovespa-fecha-2020-com-alta-de-292-e-recupera-perdas-no-ano/ Principal índice da bolsa brasileira chegou a atingiu a máxima histórica durante o último pregão

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Mesmo com a economia brasileira ainda sentindo os impactos da crise econômica gerada pela pandemia do novo coronavírus, o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, encerrou o ano de 2020 com alta de 2,92%. 

No último pregão do ano, chegou a renovar a máxima histórica intradiária ao tocar os 120.150 pontos. Ao fim do dia, encerrou com leve baixa, de 0,33%, aos 119.017 mil pontos, mas ainda próximo ao pico recorde. 

Em dezembro, a alta da bolsa ficou em 9,30%. O desempenho do mercado brasileiro no último mês de 2020 ajudou a recuperar as perdas do ano – mesmo com a perspectiva de fim do auxílio emergencial, que não será prorrogado em 2021, com o avanço da pandemia e a incerteza em relação à vacinação no Brasil

“É resultado da expectativa”, avalia Roberto Indech, estrategista-chefe da Clear Corretora. Segundo ele, apesar das interrogações no horizonte – incluindo a situação fiscal do país – o mercado enxerga um futuro mais promissor, impulsionado também pela liquidez dos pacotes de estímulo monetário mundo afora. 

“Com juros próximos de zero, praticamente no mundo todo, esse dinheiro precisa ir para algum lugar e esse dinheiro está indo para ativos de risco”, explica Indech. O movimento, que se intensificou nos últimos dois meses, veio também com a definição de Joe Biden na eleição presidencial dos Estados Unidos em novembro e o aumento do apetite para risco. 

Bovespa fechou 2020 com valorização, apesar dos solavancos na economia brasileira e global
Bovespa fechou 2020 com valorização, apesar dos solavancos na economia brasileira e global.
(Foto: Pixabay)

Naquele mês, a Bolsa brasileira teve o maior ganho mensal desde 2016 e disparou quase 17%. Os investidores estrangeiros respiravam mais aliviados com a definição de rumo na política americana e as perspectivas em relação às vacinas contra a Covid-19. 

O apetite para risco maior favoreceu os aportes aos mercados emergentes, como é o caso do Brasil, e os estrangeiros ingressaram com R$ 33,3 bilhões no Ibovespa em novembro. Entre os atrativos para essa volta estavam o real depreciado e a Bolsa abaixo das máximas, portanto mais barata para o investidor.

Para os próximos meses, segundo Roberto Indech, o mercado de ações deve continuar nessa tendência positiva, apesar das incertezas. “Com os juros baixos e a entrada de fluxo de investidores estrangeiros em função do dólar alto, as ações brasileiras, se comparadas a outros mercados, segue atrativa”, avalia.

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