colunista Creomar de Souza
Creomar de Souza
Consultor de risco político e CEO da Dharma Politics
O presidente Jair Bolsonaro convoca para atos de 7 de setembro. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Código de Conduta

Uma análise do modus operandi de figuras-chave do governo Bolsonaro permite construir a premissa de que há um padrão de comportamento, que se transforma em código de conduta. A confrontação e a agressividade constantes são parte de um movimento permanente de defesa do governo e do seu líder contra todos os inimigos, sejam eles reais ou imaginários

A tecnologia vem sendo utilizada por grupos antidemocráticos como instrumento de ataque à soberania popular política

Sobre a Democracia e seus inimigos

Na semana em que se comemora o dia da Democracia, se faz importante construir uma reflexão acerca dos ganhos, desafios e, sobretudo, daqueles que se colocam como inimigos do prédio democrático no Brasil e no mundo

Obra 'Os bestializados' (2019), do autor José Murilo de Carvalho

Bestializados

Diante de uma situação marcada pelo crescimento da ideia de que o caos é uma forma de fazer política, partes cada vez maiores da sociedade observam o desdobramento dos fatos abismada. Quase dois séculos após a independência, o povo segue observando os desdobramentos políticos bestializado

Bandeira do Brasil rasgada em Brasília

Por quem os sinos dobrarão no 07 de setembro?

Não há nada mais perigoso para um ambiente de liberdades individuais plenas que assunção de crenças políticas como uma verdade absoluta. O risco de transformar um posicionamento em profissão de fé é a banalização da ideia de que vale o uso de qualquer artifício para se derrotar o rival político, transformado em inimigo em um campo de batalha

Palácio do Planalto - Praça dos Três Poderes - Brasília

As instituições são pessoas

O maior dilema da crise política que vivemos está manifesto na realização de que os entes institucionais, ao serem pessoas como nós, estão submetidos a paixões e apegos pouco nobres

Pandemia tem acelerado uma série de transformações e debates em relação ao futuro da educação.

O que o futuro nos reserva?

É importante lembrar que vivemos um momento político derivado de uma enorme desilusão com a realidade. O produto desta desilusão se materializou em uma lógica antissistema.

Busto de mármore do Rei Pirro de Épiro, de Carlsberg Glyptotek

A Vitória Pírrica da Democracia Brasileira

O Rei Pirro de Épiro legou à história o ensinamento de que algumas derrotas são travestidas de vitórias. E ao pensarmos sobre os últimos dilemas e embates da democracia no Brasil, é impossível não fazer essa analogia

Clássica cena representativa da obra 'O Sétimo Selo' (1957), do diretor sueco Ingmar Bergman.

O cinema, a política e a morte

Em momento que as atenções se dividem entre o incêndio na Cinemateca e a incandescente troca de farpas entre Bolsonaro e Barroso, vale refletir sobre as similitudes entre o clássico “O Sétimo Selo” e aspectos da ainda atual realidade pandêmica no Brasil

Bolsonaro colocando em evidência sua caneta, marketing simbólico do poder.

Quem manda?

Refletir acerca do poder e de suas atribuições é um desafio que se coloca para a Ciência Política e para a literatura. Usando João Ubaldo Ribeiro como referência, buscamos responder quem manda no governo Bolsonaro pós-reforma ministerial

O tempo presente reserva um grande desafio para a diplomacia brasileira, a retomada de uma inserção internacional pragmática e descomprometida com interesses ideológicos.

O Brasil Entre Gigantes

O tempo presente reserva um grande desafio para a diplomacia brasileira, a retomada de uma inserção internacional pragmática e descomprometida com interesses ideológicos de ocasião. Somente isto permitirá a retirada de vantagens comparativas do crescente embate entre os Estados Unidos e a China

George Orwell e sua obra 'A Política e a Língua Inglesa', de 1946.

A política, a linguagem e o vício de conduta

George Orwell alertou, no século passado, para as distorções na linguagem política para a defesa do indefensável. No entanto, o autor não imaginou a degradação do discurso político na defesa nua e crua da brutalidade

Congresso Nacional em noite de lua cheia. Foto: Pedro França/Agência Senado.

Por uma luz no fim do Túnel

Faz sentido pensar um Brasil que há muito deixou cair a máscara de uma democracia racial, de um país que se considera modelo de tolerância e que oferece, pela chamada meritocracia, oportunidades a todos seus filhos que trabalham e lutam?

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