Arquivos Anvisa - Canal MyNews – Jornalismo Independente https://canalmynews.com.br/tag/anvisa/ Nosso papel como veículo de jornalismo é ampliar o debate, dar contexto e informação de qualidade para você tomar sempre a melhor decisão. MyNews, jornalismo independente. Tue, 26 Sep 2023 12:48:40 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 Anvisa torna permanente entrega de remédio controlado em casa https://canalmynews.com.br/brasil/anvisa-torna-permanente-entrega-de-remedio-controlado-em-casa/ Tue, 26 Sep 2023 12:48:40 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=40009 Media havia sido adotada durante a pandemia; veja novas regras

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tornou definitiva a prática da entrega de medicamento controlado na casa dos pacientes. A medida foi autorizada durante a pandemia em caráter provisório.

No entanto, a agência alterou a quantidade máxima de remédios por receita para a entrega remota. Durante a pandemia, a quantidade havia sido ampliada, porém essa permissão perdeu a validade na semana passada.

Na pandemia, por exemplo, era permitida a entrega de 18 ampolas ou quantidade suficiente para seis meses de tratamento de medicamentos com controle especial. Agora, podem ser entregues cinco ampolas ou quantidade para 60 dias de tratamento.

Para fazer a entrega de medicamentos controlados em domicílio, farmácias e drogarias precisam cumprir algumas regras. São elas:

O estabelecimento deve buscar a receita médica ou receber em formato eletrônico antes de fazer a entrega;
As informações da receita devem ser checadas, como tipo, quantidade, validade. O farmacêutico deve orientar o paciente sobre os cuidados necessários;
Estabelecimento deve reter a via original da prescrição médica;
Farmácias e drogarias devem manter em seus sistemas dados dos pacientes para acompanhamento e fiscalização das autoridades sanitárias;
No momento da entrega do remédio, devem ser colhidas as assinaturas necessárias;
Estão autorizados a fazer entrega remota de medicamento controlado estabelecimentos privados, públicos e para programas governamentais.

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Anvisa aprova nova vacina contra a dengue https://canalmynews.com.br/saude/anvisa-aprova-nova-vacina-contra-a-dengue/ Sat, 04 Mar 2023 12:03:30 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=36233 Imunizante Qdenga é indicado para uso entre 4 e 60 anos

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro de uma nova vacina contra a dengue. O imunizante Qdenga, produzido pela empresa Takeda Pharma, é indicado para população entre 4 e 60 anos. A aplicação é por via subcutânea em esquema de duas doses, em intervalo de três meses entre as aplicações.

Segundo a Anvisa, a nova vacina é composta por quatro diferentes sorotipos do vírus causador da doença, o que garante uma ampla proteção contra ela. No ano passado, o Brasil registrou mais de mil mortes por complicações da dengue no país.

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Uma outra vacina contra a dengue já aprovada no país, a Dengvaxia, só pode ser aplicada por quem já teve a doença. A vacina Qdenga também foi avaliada pela agência sanitária europeia (EMA), de quem também recebeu aprovação. A concessão do registro pela Anvisa permite a comercialização do produto no país, desde que mantidas as condições aprovadas. A vacina, no entanto, seguirá sujeita ao monitoramento de eventos adversos por meio de ações de farmacovigilância sob a responsabilidade da própria empresa.

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Anvisa suspende lotes de preservativos por falha em testes de estouro https://canalmynews.com.br/saude/anvisa-suspende-lotes-de-preservativos-por-falha-em-testes-de-estouro/ Fri, 24 Feb 2023 22:59:32 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=36114 Decisão foi publicada no Diário Oficial desta sexta-feira

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu a comercialização, a fabricação, a importação, a propaganda e o uso de lotes do preservativo masculino Blotex Zero e Blotex Sensitive Super Aloe Vera.

A decisão, publicada no Diário Oficial da União, foi tomada depois que os lotes falharam em ensaios de estouro após três anos, o que, segundo a agência, impossibilita a manutenção da validade por até cinco anos.

De acordo com a Anvisa, a empresa detentora dos registros já iniciou ações de campo de recolhimento dos lotes.

Por meio de nota, a Fábrica de Artefatos de Látex Blowtex Ltda confirmou que os lotes foram inicialmente produzidos com prazo de validade de cinco anos, mas que testes laboratoriais recentes indicaram que pode haver risco maior de ruptura após três anos.

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“Com qualquer preservativo, se este romper, você deve tomar precauções adicionais para reduzir a chance de gravidez ou de infecções sexualmente transmissíveis”, alertou a empresa.

E caso de dúvidas, o consumidor deve entrar em contato com a Central de Atendimento ao Cliente (SAC) pelo e-mail, pelo WhatsApp no número (41) 99201-6156 ou pelo telefone 0800 773 6968.

O horário de funcionamento é das 9h às 12h30 e das 13h30 às 16h, exceto feriados e fins de semana.

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Anvisa anuncia novas restrições de produtos para cabelo https://canalmynews.com.br/saude/anvisa-anuncia-novas-restricoes-de-produtos-para-cabelo/ Fri, 20 Jan 2023 13:33:21 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=35503 Ao todo, onze itens tiveram as vendas suspensas pela agência

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou nesta quinta (19) a restrição e o recolhimento de quatro pomadas capilares para modelar tranças. Ao todo, a venda de 11 pomadas modeladoras está suspensa .

De acordo com a Anvisa, os produtos são alvo de investigação por parte da própria agência reguladora e dos órgãos de Vigilância Sanitária locais devido a relatos de pacientes sobre a ocorrência de eventos adversos graves após o uso. Todos esses produtos podem oferecer risco à saúde.

A Anvisa explica que a interdição do produto é uma medida cautelar que visa proteger a saúde da população em caso de risco à saúde e que permanece vigente enquanto são realizados testes, provas, análises ou outras providências são requeridas para investigação mais aprofundada do caso.

O que fazer se tiver adquirido o produto
No caso de o consumidor ter um dos produtos em casa, a recomendação é que não o utilize e entre em contato com a empresa para verificar a forma de devolução.

Se o produto já tiver sido usado, em caso de qualquer efeito adverso, o conselho da agência é procurar imediatamente o serviço de saúde e informar a Anvisa pelas páginas de cidadão e profissional que maneja o produto ou de empresas e profissionais da saúde.

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Anvisa aprova volta do uso de máscaras em aviões e aeroportos https://canalmynews.com.br/brasil/anvisa-aprova-volta-do-uso-de-mascaras-em-avioes-e-aeroportos/ Wed, 23 Nov 2022 14:17:34 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=34703 Obrigatoriedade decorre do aumento de casos de covid-19

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a volta da obrigatoriedade do uso de máscaras de proteção facial em aviões e aeroportos. A medida visa reduzir o risco de contágio de covid-19, considerando o aumento expressivo de casos da doença nas últimas semanas.

A resolução, aprovada pela diretoria colegiada do órgão, entra em vigor na sexta-feira (25).

Para subsidiar a decisão, a Anvisa realizou reunião com especialistas sobre o cenário epidemiológico da doença no Brasil. Participaram representantes da Sociedade Brasileira de Infectologia, Conselho Nacional de Secretários de Saúde, Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde, Fundação Oswaldo Cruz e Associação Brasileira de Saúde Coletiva, além dos epidemiologistas Carla Domingues e Wanderson Oliveira.

“Os participantes da reunião ressaltaram que os dados epidemiológicos demandam o retorno de medidas não farmacológicas de proteção, como o uso de máscaras, principalmente no transporte público, aeroportos e ambientes fechados/confinados”, explicou a Anvisa, em comunicado.

Acrescentou que o uso de máscaras estava previsto como recomendação desde agosto último, principalmente para pessoas com sintomas gripais e para o público mais vulnerável, como imunocomprometidos, gestantes e idosos.

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Além dos dados epidemiológicos atuais, o comportamento com características de sazonalidade da pandemia também foi considerado pela Anvisa.

“Nos últimos anos, observou-se no Brasil o aumento da transmissão do vírus nos meses de novembro a janeiro, quadro que pode ser ainda agravado com o esperado maior fluxo de viajantes que se deslocam pelos aeroportos para as férias escolares e festas de final de ano”, justificou a agência.

A Anvisa informou, ainda, que atua, mais uma vez, dentro de suas competências legais e “adaptando as regras atuais de forma proporcional ao risco para a saúde da população”.

“A agência continuará atenta, avaliando e acompanhando os dados epidemiológicos, a fim de que as medidas possam ser revisitadas sempre que necessário, visando o cumprimento de sua missão na proteção da saúde das pessoas”, completou.

Novas regras
A partir do dia 25 de novembro será obrigatório o uso de máscaras faciais dentro dos terminais aeroportuários, meios de transporte e outros estabelecimentos localizados na área dos aeroportos.

A norma proíbe a utilização de: máscaras de acrílico ou de plástico; máscaras dotadas de válvulas de expiração, incluindo as N95 e PFF2; lenços, bandanas de pano ou qualquer outro material que não seja caracterizado como máscara de proteção de uso profissional ou de uso não profissional; protetor facial (face shield) isoladamente; máscaras de proteção de uso não profissional confeccionadas com apenas uma camada ou que não observem os requisitos mínimos de fabricação, previstos na norma ABNT PR 1002.

Segundo a resolução, as máscaras devem ser ajustadas ao rosto, cobrindo o nariz, queixo e boca, minimizando espaços que permitam a entrada ou saída do ar e de gotículas respiratórias.

A obrigação do uso de máscaras será dispensada no caso de pessoas com transtorno do espectro autista, com deficiência intelectual, com deficiências sensoriais ou com quaisquer outras deficiências que as impeçam de fazer o uso adequado de máscara de proteção facial, bem como no caso de crianças com menos de três anos.

Conforme decisão da Anvisa de 13 de maio deste ano, permanece mantida a possibilidade de serviços de bordo em voos nacionais. Dessa forma, será permitido remover a máscara para hidratação e alimentação no interior das aeronaves, bem como nas praças de alimentação ou áreas destinadas exclusivamente à realização de refeições dos terminais e demais ambientes dos aeroportos.

Por fim, a norma aprovada prevê que, nos veículos utilizados para deslocamento de viajantes para embarque ou desembarque em área remota, viajantes e motoristas mantenham o uso obrigatório e adequado das máscaras faciais.

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Anvisa aprova fim da obrigatoriedade de máscaras em aviões https://canalmynews.com.br/brasil/anvisa-aprova-fim-da-obrigatoriedade-de-mascaras-em-avioes/ Wed, 17 Aug 2022 22:49:16 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=33069 Equipamento passará apenas a ser recomendado nos voos

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Depois de mais de dois anos, as máscaras deixarão de ser exigidas nos aviões e nos aeroportos. Por unanimidade, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou hoje (17) o fim da exigência do equipamento de proteção em voos no Brasil.

Apesar do fim da obrigatoriedade, as máscaras faciais e o distanciamento social continuarão a ser recomendados como medidas para minimizar o risco de transmissão da covid-19. A medida foi aprovada pelos cinco diretores da agência: Alex Machado Campos, que foi o relator; Daniel Pereira; Rômison Rodrigues Mota; Meiruze Sousa Freitas e Antonio Barra Torres, diretor-presidente da Anvisa.

Mesmo com o fim da obrigatoriedade das máscaras, uma série de protocolos em vigor desde o início da pandemia de covid-19 foi mantida. Os aeroportos e as companhias aéreas continuarão a cumprir as seguintes medidas:

•        disponibilização de álcool em gel
•        avisos sonoros com adaptações, recomendando o uso de máscaras, especialmente por pessoas vulneráveis
•        procedimentos de limpeza e desinfecção contínuas
•        sistemas de climatização
•        desembarque por fileiras

Em documento, a Anvisa informou que o cenário epidemiológico atual permite que algumas medidas sanitárias tomadas em 2020 sejam atualizadas, como o uso obrigatório das máscaras. “Diante do atual cenário, o uso de máscaras, adotado até então como medida de saúde coletiva, é convertido em medida de proteção individual”, destacou a Anvisa.

A máscara nos terminais aéreos e nos aviões deixou de ser exigida em diversos países, como os Estados Unidos, a França, o Reino Unido e Portugal.

Em maio, a Anvisa liberou o serviço de bordo e autorizou o uso da capacidade máxima de passageiros nos aviões, mas manteve o uso de máscaras em aviões e áreas restritas de aeroportos.

As medidas entram em vigor assim que forem publicadas no Diário Oficial da União.

Edição: Lílian Beraldo

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Anvisa recebe pedido de registro definitivo da CoronaVac https://canalmynews.com.br/brasil/anvisa-recebe-pedido-de-registro-definitivo-da-coronavac/ Sun, 10 Jul 2022 12:56:52 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=31323 Até hoje, coronavac tem aprovação apenas para uso emergencial. Anvisa também vai discutir autorização para uso emergencial em crianças de 3 a 5 anos.

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Um ano e meio após a aprovação do uso emergencial, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu o pedido de registro definitivo da vacina CoronaVac contra a covid-19. O pedido foi enviado pelo Instituto Butantan na sexta-feira (8), mas a informação só foi divulgada neste sábado (9) pela agência.

LEIA TAMBÉM: Anvisa autoriza aplicação de Coronavac em crianças e adolescentes

O imunizante está aprovado no Brasil desde 17 de janeiro de 2021, para adultos e crianças e adolescentes de 6 a 17 anos. A autorização, no entanto, prevê apenas o uso emergencial.

As áreas técnicas da Anvisa analisarão o registro definitivo em até 60 dias. Assim como as demais vacinas contra a covid-19, o pedido terá análise prioritária, conforme firmado pela Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 415/2020. Além da tramitação acelerada, a norma prevê a possibilidade de assinatura de termos de compromisso.

A análise será feita de forma conjunta, por três áreas distintas da Anvisa: a área de Medicamentos, que avalia os aspectos de segurança e eficácia; a área de Farmacovigilância, responsável pelo monitoramento e planos de acompanhamento da vacina; e pela área de Inspeção e Fiscalização, responsável pela avaliação das boas práticas de fabricação.

Esse não é a única pendência da CoronaVac na Anvisa. Na próxima quarta-feira (13), o órgão discutirá a autorização para uso emergencial do imunizante em crianças de 3 a 5 anos. A reunião será realizada por meio de videoconferência e será transmitida pelo canal oficial da Anvisa no Youtube.

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Anvisa autoriza aplicação de Coronavac em crianças e adolescentes https://canalmynews.com.br/brasil/anvisa-autoriza-aplicacao-de-coronavac-em-criancas-e-adolescentes/ Thu, 20 Jan 2022 19:01:14 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=23126 O Anúncio aconteceu na manhã desta quinta-feira (20) em meio a críticas de fake news sobre a vacinação infantil

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, nesta quinta-feira (20), a aplicação da vacina CoronaVac em crianças e adolescentes com idades entre 6 e 17 anos. A entidade também incluiu um veto ao uso do imunizante em imunossuprimidos, pessoas com baixa imunidade.

 

No anúncio, o diretor da entidade, Antônio Barra Torres, lembrou o aumento de 71% dos leitos pediátricos de UTI, somente em São Paulo. Ele também condenou quem dissemina fake News sobre as vacinas. “Em meio a um cenário que aponta claramente para o avanço da variante Ômicron, ainda há pessoas dizendo que pandemia está acabando, que a chegada da variante sinaliza o fim da pandemia. Os números não mostram isso. É criminoso buscar difundir mentiras através das novidades mentirosas, do inglês fake news”, destacou.

 

Crianças e adolescentes entre 6 e 17 anos também poderão tomar Coronavac, além da Pfizer. Foto: Pixabay

 

A decisão foi tomada de forma unânime, com aprovação de todos os cinco diretores responsáveis pela apreciação do tema. A Anvisa não aceitou, entretanto, a solicitação do Instituto Butantan (que pedia a liberação para o uso emergencial para o público entre 3 e 17 anos) de forma integral. De acordo com o colegiado, ainda não há estudos suficientes em relação à aplicação do imunizante em crianças de 3 a 5 anos.

 

Para as crianças, o esquema vacinal será igual ao dos adultos, duas doses com um intervalo de 28 dias entre as duas aplicações. Diferente da vacina da Pfzier, que possui diferenças na formulação entre as doses adultas e pediátricas, a dose da CoronaVac será a mesma para todos os públicos.

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Para Bolsonaro, nota do presidente da Anvisa foi agressiva e desnecessária https://canalmynews.com.br/politica/para-bolsonaro-nota-do-presidente-da-anvisa-foi-agressiva-e-desnecessaria/ Tue, 11 Jan 2022 17:26:11 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=22873 Em entrevista à rádio Jovem Pan, o chefe do Executivo disse que Antonio Barra Torres não tinha motivo para responder daquela forma

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Nesta segunda-feira (10), o presidente Jair Bolsonaro (PL) participou do programa Os Pingos nos Is, da rádio Jovem Pan, e disse que a nota divulgada no sábado (8) pelo presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres, foi agressiva, e que ele não tinha motivo para responder daquela forma.

 

Na nota em questão, Barra Torres pede que Bolsonaro se retrate por ter levantado suspeitas de que a Anvisa teria algum interesse por trás da liberação de vacinas contra a covid-19 em crianças. Mas durante a entrevista desta segunda-feira (10), o presidente se defendeu, e afirmou que não acusou a Anvisa de corrupção, só questionou o que estaria por trás dessa “sanha vacinatória”.

 

E complementou: “Não quero acusar a Anvisa de absolutamente nada. Agora, que tem alguma coisa acontecendo, não tem a menor dúvida que tem. Pelo que estou sabendo agora, vai deliberar sobre a Coronavac para crianças a partir de três anos de idade. Não sei o que acontecerá no final, mas a Anvisa vai tomar sua posição e de uma forma ou de outra vai sofrer críticas também”, disse o presidente.

Barra Torres pediu que Bolsonaro se retratasse após ter insinuado que há corrupção na Anvisa. Foto: Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Ao ser questionado sobre uma possível influência política na Agência, Bolsonaro ressaltou que a Anvisa é um órgão independente: “ninguém sofre interferência, é um órgão independente, mas acredito que o trabalho poderia ser diferente, né? Agora ele [Barra Torres] pode rebater em cima dessa crítica. Quem decide é ele, eu sei que é ele que decide. Eu nomeei pra lá e depois da nomeação ele ganhou aí luz própria, né?”.

 

O presidente também demonstrou arrependimento pela indicação de Barra Torres ao cargo, e disse que se tivesse conhecido melhor o contra-almirante da Marinha, talvez não o tivesse indicado. “Não tinha conhecimento da vida pregressa do Barra Torres a não ser como militar e nada pesava contra ele. Não tinha convivência com ele. Se tivesse tido convivência, talvez não o indicasse. Não quero dizer com isso nenhuma crítica desabonadora em relação ao Barra Torres, muito pelo contrário”, afirmou Bolsonaro à Jovem Pan.

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Presidente da Anvisa exige retratação de Bolsonaro https://canalmynews.com.br/politica/presidente-da-anvisa-exige-retratacao-de-bolsonaro/ Mon, 10 Jan 2022 16:47:45 +0000 https://canalmynews.com.br/?p=22854 Bolsonaro questionou qual seria o interesse da Anvisa por trás da liberação da vacinação infantil; Barra Torres fala em honra e dignidade

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O presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres, elevou o tom e respondeu às insinuações do presidente Jair Bolsonaro sobre interesses escusos da agência na liberação da vacinação de crianças entre cinco e 11 anos. Ele afirmou que morrerá sem conhecer riqueza e desafiou Bolsonaro a apresentar indícios de corrupção. “Se o senhor não possui tais informações ou indícios, exerça a grandeza que o seu cargo demanda e, pelo Deus que o senhor tanto cita, se retrate”, exigiu.

 

A nota foi uma resposta às insinuações feitas pelo presidente da República na última quinta-feira (6). Em uma entrevista para o canal de TV Nova Nordeste, Bolsonaro colocou em dúvida os interesses da Anvisa em aprovar a vacinação infantil contra a covid-19. Ele perguntou: “qual o interesse da Anvisa por trás disso aí? Qual o interesse das pessoas taradas por vacina?”

 

Na nota de sábado, Barra torres reagiu dizendo que se Bolsonaro tem informações que levantem o menor indício de corrupção sobre ele, não perca tempo nem prevarique. “Determine a imediata investigação policial sobre a minha pessoa, aliás, sobre qualquer um que trabalhe hoje na Anvisa, que com orgulho eu tenho privilégio de integrar”, provocou.

 

O recado repercutiu no meio político. O pré-candidato à presidência Sergio Moro (Podemos) elogiou a coragem de Barra Torres. “Não há nada mais admirável do que as pessoas que se opõem ao poder de governantes arbitrários. Há uma longa tradição de coragem que construiu nossas liberdades. Parabéns ao Almirante Barra Torres por defender a sua honra e o direito dos brasileiros de vacinarem seus filhos”, escreveu em uma rede social.

O Presidente da Anvisa Antonio Barra Torres rebate falas do presidente Jair Bolsonaro em nota. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A também pré-candidata Simone Tebet (MDB) aproveitou para criticar Bolsonaro. “As insinuações do PR Bolsonaro à Anvisa foram um monumento à mentira, ao desrespeito e à leviandade. O PR da Anvisa respondeu com um culto à verdade, ao respeito e à decência. Não poderia ser diferente: cada um oferece o que tem”.

 

Leia a nota do presidente da Anvisa na íntegra

 

Nota – Gabinete do Diretor Presidente da Anvisa, Sr. Antonio Barra Torres

 

Em relação ao recente questionamento do Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, quanto à vacinação de crianças de 05 a 11 anos, no qual pergunta “Qual o interesse da Anvisa por trás disso aí?”, o Diretor Presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, responde:

 

Senhor Presidente, como Oficial General da Marinha do Brasil, servi ao meu país por 32 anos. Pautei minha vida pessoal em austeridade e honra. Honra à minha família que, com dificuldades de todo o tipo, permitiram que eu tivesse acesso à melhor educação possível, para o único filho de uma auxiliar de enfermagem e um ferroviário.

 

Como médico, Senhor Presidente, procurei manter a razão à frente do sentimento. Mas sofri a cada perda, lamentei cada fracasso, e fiz questão de ser eu mesmo, o portador das piores notícias, quando a morte tomou de mim um paciente.

 

Como cristão, Senhor Presidente, busquei cumprir os mandamentos, mesmo tendo eu abraçado a carreira das armas. Nunca levantei falso testemunho.

 

Vou morrer sem conhecer riqueza Senhor Presidente. Mas vou morrer digno. Nunca me apropriei do que não fosse meu e nem pretendo fazer isso, à frente da Anvisa. Prezo muito os valores morais que meus pais praticaram e que pelo exemplo deles eu pude somar ao meu caráter.

 

Se o senhor dispõe de informações que levantem o menor indício de corrupção sobre este brasileiro, não perca tempo nem prevarique, Senhor Presidente. Determine imediata investigação policial sobre a minha pessoa aliás, sobre qualquer um que trabalhe hoje na Anvisa, que com orgulho eu tenho o privilégio de integrar.

 

Agora, se o Senhor não possui tais informações ou indícios, exerça a grandeza que o seu cargo demanda e, pelo Deus que o senhor tanto cita, se retrate.

 

Estamos combatendo o mesmo inimigo e ainda há muita guerra pela frente.

Rever uma fala ou um ato errado não diminuirá o senhor em nada. Muito pelo contrário.

 

Antonio Barra Torres

Diretor Presidente – Anvisa

Contra-Almirante RM1 Médico

Marinha do Brasil

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PGR acata pedido de proteção de servidores da Anvisa https://canalmynews.com.br/brasil/anvisa-protecao-pgr/ Mon, 20 Dec 2021 16:12:11 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/anvisa-protecao-pgr/ Ameaças nas redes sociais a servidores da Anvisa se intensificaram após agência liberar vacinação de crianças a partir de cinco anos

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A Procuradoria-Geral da República (PGR) informou nesta segunda-feira (20) ter adotado as providências necessárias para assegurar a proteção dos dirigentes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O presidente do órgão, Antônio Barra Torres, havia encaminhado um ofício no domingo (19) pedindo proteção policial aos servidores que participaram da liberação da vacina da Pfizer para crianças a partir de cinco anos após aumentarem as ameaças nas redes sociais.

No ofício encaminhado à PGR no domingo, Torres afirma que as ameaças aumentaram muito nas 24h anteriores, o que traz a necessidade de novas investigações para identificar os autores e apurar responsabilidades. Em novembro, pedido semelhante já havia sido feito quando a agência havia autorizado a vacinação em adolescentes a partir de 11 anos.

Na nota divulgada pela PGR, eles afirmam terem dado encaminhamento também às denúncias anteriores. “[Denúncias anteriores] foram diligentemente tratadas por membros do Ministério Público Federal no Distrito Federal e no Paraná, que contam, no tema, com o zeloso trabalho da Polícia Federal”, sustenta a nota.

De acordo com a agência, o ofício também seria encaminhado aos ministros do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno, e da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, além do diretor-geral da Polícia Federal, Paulo Maiurino.

Anvisa
Pedido de proteção já tinha feito pelos servidores da Anvisa em novembro. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Servidores da Anvisa temem pela família

O tom do documento revela alta tensão na agência. “Mesmo diante de eventual e futuro acolhimento dos pleitos, a agência manifesta grande preocupação em relação à segurança do seu corpo funcional, tendo em vista o grande número de servidores da Anvisa espalhados por todo o Brasil. não é possível afastar neste momento que tais servidores sejam alvo de ações covardes e criminosas.”

Em outro trecho do documento, a agência diz que o crescimento das ameaças nas redes sociais aumentaram a preocupação e o receio de diretores e servidores quanto à sua integridade física e de sua família e geraram “evidente apreensão” de que atos de violência possam ocorrer a qualquer momento.

O pedido de socorro veio após o presidente da República, Jair Bolsonaro, ter afirmado na live da última quinta-feira que iria expor os nomes de todos os envolvidos na liberação da vacina Pfizer para crianças a partir de cinco anos. Segundo ele, os pais têm direito de saber quem são para aí tomar a decisão de vacinar os filhos ou não.

Ontem, no litoral paulista, Bolsonaro voltou a falar sobre o assunto. Disse que vai pedir para o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, exigir pedido médico e a assinatura de um termo de responsabilidade pelos pais para autorizar a vacinação em crianças. Disse que isso não será decidido por prefeitos e governadores.

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Para Bolsonaro, presidente da Anvisa é “traidor” https://canalmynews.com.br/juliana-braga/presidente-da-anvisa-e-traidor-para-bolsonaro/ Mon, 13 Dec 2021 17:56:51 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/presidente-da-anvisa-e-traidor-para-bolsonaro/ Bolsonaro não economiza nos adjetivos para se referir a Barra Torres, presidente da Anvisa, que teria frustrado sua tentativa de guinada de postura com ômicron

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A relação que já não era nada boa entre o presidente Jair Bolsonaro e o mandatário da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antônio Barra Torres, agora desandou de vez. A gota d’água foi a condução isolada da agência nas discussões sobre como conter a ômicron, nova variante da covid-19. No Palácio do Planalto estava sendo arquitetada uma guinada na postura de Bolsonaro, que pretendia se antecipar até aos governadores, mas a manobra foi frustrada pelas ações da Anvisa. A interlocutores, Bolsonaro só se refere ao contra-almirante da Marinha como “traidor”.

O diálogo entre os dois já estava estremecido desde o depoimento de Barra Torres à CPI da Covid, no Senado Federal. Na ocasião, deixou claro ter divergências com o chefe do Executivo em relação ao enfrentamento da pandemia e afirmou ter se arrependido de ter participado de uma aglomeração em frente ao Palácio do Planalto com ele em março deste ano.

O caldo entornou, no entanto, com a orientação da Anvisa de impor um passaporte sanitário aos turistas estrangeiros vindos de países onde a ômicron já foi identificada. A recomendação frustrou uma estratégia que estava sendo desenhada no Palácio do Planalto para Bolsonaro se antecipar até mesmo aos governadores e conseguir mudar a postura no combate à pandemia.

Seus auxiliares já identificaram que esse será um assunto sensível nas eleições em 2022 e pretendiam embalar um discurso que justificasse a mudança de postura. Algo semelhante foi feito no início do ano com a variante Delta. Na época, Bolsonaro disse que a nova cepa justificava a aquisição das vacinas e deu início à aquisição dos imunizantes. Até hoje, ele argumenta que o governo federal comprou todas as doses aplicadas, embora ele mesmo não tenha se imunizado.

A recomendação da Anvisa, de acordo com interlocutores do Planalto, impediu que Bolsonaro tivesse tempo hábil de construir um discurso para seus apoiadores, a quem vem criticando insistentemente o passaporte da vacina. Na última quinta-feira (9), ele voltou a criticar o governador de São Paulo, João Doria, que condicionou a entrada ao estado à comprovação da vacinação.

“Outro governador, aqui da região Sudeste, quer fazer o contrário. E ameaça: ‘Ninguém vai entrar no meu estado’. Teu estado, o cacete, porra. E se não tiver vacinado? E nós todos temos que reagir. E reagir como? Protestando contra isso”, disparou, comparando com a Assembleia Legislativa de Rondônia, que proibiu a obrigatoriedade do passaporte vacinal.

Veja essa e outras notícias sobre a Anvisa no Canal MyNews

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Bolsonaro veta PL que obrigava planos a cobrir tratamento oral contra o câncer https://canalmynews.com.br/politica/bolsonaro-veta-pl-que-obrigava-planos-a-cobrir-tratamento-oral-contra-o-cancer/ Tue, 19 Oct 2021 20:04:59 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/bolsonaro-veta-pl-que-obrigava-planos-a-cobrir-tratamento-oral-contra-o-cancer/ Após aprovação no Congresso e resistência de operadoras, presidente rejeitou o projeto alegando razões jurídicas

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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) vetou nesta segunda-feira (26) o projeto de lei que obrigava planos de saúde a cobrir todas as quimioterapias orais para o tratamento contra o câncer, desde que tivessem registros na Anvisa. A proposta havia sido aprovada no Congresso no início do mês de julho e vinha enfrentando resistência das operadoras.

A proposta vetada por Bolsonaro abriria espaço para a incorporação por planos privados de 23 novos medicamentos orais para pacientes com câncer.
A proposta vetada por Bolsonaro abriria espaço para a incorporação por planos privados de 23 novos medicamentos orais para pacientes com câncer. Foto: Reprodução (Pixabay)

No novo modelo, pacientes passariam a ter acesso a medicamentos que não têm cobertura das operadoras, sem a necessidade de análise da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). As únicas exigências seriam o registro do medicamento na Anvisa e a prescrição médica. Atualmente, há 59 tratamentos cobertos pela ANS e outros 23 que já têm aval da Anvisa, mas não têm oferta garantida pelos convênios. 

Além dos tratamentos orais, a lei previa ainda que os planos entregassem os remédios em até 48 horas após a emissão da receita, de maneira fracionada ou conforme o ciclo de evolução e tratamento da doença. Para as entidades médicas, a mudança traria mais conforto e opções para quem estivesse em tratamento.

A justificativa ao veto apresentada pela Subchefia para Assuntos Jurídicos da Presidência da República é de que o projeto “contrariaria o interesse público por deixar de levar em conta aspectos como a previsibilidade, transparência e segurança jurídica aos atores do mercado e toda a sociedade civil”. O órgão apontou ainda que a proposta teria como consequência o “inevitável repasse” de custos adicionais aos consumidores, o que faria encarecer ainda mais os planos de saúde.

Em nota publicada no jornal o Estado de São Paulo, a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), representante de 15 dos maiores planos nacionais, afirma que considera a decisão adequada. “A inclusão automática prevista no projeto de lei afetaria um dos pilares do funcionamento da saúde suplementar e prejudicaria a sustentabilidade de um sistema que assiste mais de 48 milhões de pessoas”, informou.

Para a relatora do projeto na Câmara dos Deputados, a deputada Silvia Cristina (PDT-RO), a nova legislação era “imprescindível para dezenas de milhares de brasileiros que, mensalmente, gastam considerável parte do seu orçamento para garantir um plano de saúde”.

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Eduardo Bolsonaro testa positivo para a covid https://canalmynews.com.br/politica/eduardo-bolsonaro-testa-positivo-para-a-covid/ Fri, 24 Sep 2021 18:24:55 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/eduardo-bolsonaro-testa-positivo-para-a-covid/ Filho do presidente era um dos integrantes da comitiva brasileira Assembleia da ONU, em Nova York. Nas redes, o deputado criticou o “passaporte sanitário” e fez alusão ao uso de remédios que compõe o “kit covid”

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O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) confirmou nesta sexta-feira (24) que testou positivo para a covid-19. O filho do presidente tomou a primeira dose da vacina desenvolvida pela Pfizer em agosto, e esperava o mês de novembro para completar a imunização – de acordo com estudos divulgados pela farmacêutica, o antiviral possui eficácia de 95% na prevenção de infecções, 91,3% na prevenção de doença sintomática e 95,3% a 100% na prevenção de doença grave.

Deputado Eduardo Bolsonaro testa positivo para a covid-19.
Deputado Eduardo Bolsonaro testa positivo para a covid-19. Foto: Pablo Valadares (Câmara dos Deputados)

Eduardo disse que realizou um exame ainda em Nova York, onde integrava a comitiva brasileira na Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU). Em seu perfil no Twitter, o congressista também citou o diagnóstico do ministro da Saúde Marcelo Queiroga para criticar o chamado “passaporte sanitário”.

“Em NY deu negativo, aqui no Brasil 2 dias depois positivou. O meu caso e do Queiroga são exemplos que descredibilizam o passaporte sanitário. Sinto-me melhor do que ontem e nem te conto o que tomei”, afirmou o deputado fazendo uma alusão direta ao uso de medicamentos comprovadamente ineficazes contra o coronavírus, que compõem o “kit covid”.

Eduardo está bem, apresentando apenas coriza e perda de paladar. Agora, ele cumpre isolamento domiciliar, seguindo as recomendações da Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Ministra da Agricultura e Advogado-Geral da União também testaram positivo para Covid-19

A ministra Tereza Cristina, da Agricultura, anunciou através de sua conta no Twitter que também está com o novo coronavírus. Ela cancelou os compromissos agendados e está em isolamento. Quem também anunciou que está com Covid-19 foi o Advogado-Geral da União, ministro Bruno Bianco. Segundo sua assessoria, ele está sem sintomas e também cancelou sua agenda de trabalho. Ao contrário de Eduardo Bolsonaro, Tereza Cristina e Bruno Bianco não viajaram com a comitiva presidencial para participar da Assembleia Geral da ONU, em Nova York.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) segue em isolamento de cinco dias estabelecido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Ele deve repetir o exame de Covid-19 e dependendo do resultado, pode ser liberado para cumprir sua atividades.


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Bolsonaro está isolado após diagnóstico de covid-19 do ministro da Saúde https://canalmynews.com.br/mais/bolsonaro-esta-isolado-apos-diagnostico-de-covid-19-ministro-da-saude/ Wed, 22 Sep 2021 21:58:46 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/bolsonaro-esta-isolado-apos-diagnostico-de-covid-19-ministro-da-saude/ Comitiva brasileira está isolada depois de viagem aos Estados Unidos. Presidente Jair Bolsonaro deve fazer novo teste para Covid-19 em cinco dias

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O presidente Jair Bolsonaro e todos que participaram da comitiva brasileira que viajou aos Estados Unidos para a Assembleia Geral da ONU ficarão em isolamento por ao menos cinco dias. No próximo fim de semana, todos serão testados para checar se foram infectados.

Presidente Jair Bolsonaro durante pronunciamento na Assembleia Geral da ONU de 2021.
Presidente Jair Bolsonaro durante pronunciamento na Assembleia Geral da ONU de 2021. Foto: Reprodução (MyNews)

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, testou positivo para a covid-19 e ficou em Nova York, onde faz o isolamento. A comitiva era composta por cerca de 50 pessoas.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) fez uma série de recomendações para a comitiva. Um ofício foi encaminhado para a Casa Civil recomendando que os integrantes da comitiva façam isolamento de 14 dias quando chegarem ao Brasil.

A Anvisa informou que as recomendações sanitárias fazem parte das regras brasileiras para proteger viajantes e a população e recomendou que o grupo desembarque no Brasil expondo o mínimo possível ambientes e pessoas, cumpram 14 dias de isolamento, façam isolamento na cidade de desembarque e sejam testados novamente.

Ministro Marcelo Queiroga permanece em quarentena em Nova York

O ministro Marcelo Queiroga teve vários compromissos em Nova York com autoridades de outros países e investidores. No domingo (19) à noite, o ministro comeu pizza na rua com o presidente Bolsonaro e outros integrantes da comitiva brasileira.

Na segunda-feira (20), ele teve um encontro pela com investidores no consulado do Brasil nos Estados Unidos. Depois, Queiroga participou do encontro do presidente Bolsonaro com o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson.

Ainda na segunda, teve também um encontro com investidores que contou com a presença da primeira-dama Michelle Bolsonaro e foi um jantar com a comitiva brasileira. Na volta desse jantar, Queiroga reagiu a um grupo de pessoas que protestavam contra o governo Bolsonaro em frente à residência da missão brasileira junto às Nações Unidas e mostrou o dedo médio para os manifestantes.

Na terça (21), Queiroga esteve na sede da ONU e participou dos encontros que Bolsonaro teve com o secretário-geral da ONU e o primeiro-ministro da Polônia, antes da cerimônia de abertura da 76ª Assembleia Geral das Nações Unidas. O ministro ainda visitou o memorial do 11 de setembro com o restante da comitiva. À noite, antes de anunciar que testou positivo, ele estava presente quando houve uma aglomeração de apoiadores de Bolsonaro na porta do hotel.

Assista à íntegra do Jornal do MyNews, com apresentação de Myrian Clark e Hermínio Bernardo, no Canal MyNews

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Pfizer confirma que sua vacina é segura e eficiente para crianças a partir dos cinco anos https://canalmynews.com.br/mais/pfizer-vacina-segura-para-criancas-a-partir-dos-cinco-anos/ Mon, 20 Sep 2021 14:12:28 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/pfizer-vacina-segura-para-criancas-a-partir-dos-cinco-anos/ Anúncio ocorre após resultados preliminares dos testes de fase dois e três. Tolerância ao imunizante é comparável à da faixa etária de 16 a 25 anos

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As empresas farmacêuticas Pfizer e BioNTech afirmar nesta segunda-feira (20) que a vacina contra a covid-19 desenvolvida em parceria pelas companhias é segura e eficiente para crianças a partir dos cinco anos.

O anúncio ocorre após análise de resultados de testes clínicos (fase dois e três) realizados em 2.268 participantes, de cinco a onze anos, localizados nos Estados Unidos, Finlândia, Polônia e Espanha – a verificação foi feita com crianças que já tiveram ou não um diagnóstico positivo ao coronavírus.

Com dispensa de licitação, Ministério da Saúde regulariza compra de vacinas da Pfizer e da Janssen.
Pfizer confirma eficiência de seu imunizante em crianças a partir dos cinco anos. Foto: Marco Verch (Flcikr)

Em nota oficial emitida pela entidade norte-americana, os cientistas afirmam que, para além da resposta de imunização “robusta”, “a vacina covid-19 foi bem tolerada, com efeitos colaterais geralmente comparáveis aos observados em participantes de 16 a 25 anos de idade”. O comunicado esclarece que o imunizante foi aplicado em duas doses, de 10 µg (micrograma) cada, em um intervalo de 20 dias.

A vacina da Pfizer possui eficácia comprovada para adolescentes de 12 a 18 anos. No Brasil, é a única que tem autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para ser aplicada nessa faixa etária.

A próxima etapa do estudo é a análise por pares, ou seja, a avaliação dos resultados por outros cientistas, fora da estrutura organizacional das empresas. O conteúdo será compartilhado também com os órgãos regulatórios Food and Drug Administration (FDA), dos EUA, Agência Europeia de Medicamentos (EMA) e outras entidades de fiscalização “o mais rápido possível”.

O propósito inicial é conseguir a autorização para uso emergencial. Albert Bourla, presidente e CEO da Pfizer, em nome da companhia, declarou à imprensa que “estamos ansiosos para estender a proteção conferida pela vacina a esta população mais jovem, sujeita à autorização regulatória, especialmente porque rastreamos a disseminação da variante Delta e a ameaça substancial que ela representa para as crianças”.

O executivo citou ainda os dados dos Estados Unidos que apontam uma alta de crianças internadas com a covid nos últimos meses decorrente da circulação da variante delta.

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Após suspensão da partida, PF confirma que argentinos não serão investigados https://canalmynews.com.br/mais/apos-suspensao-da-partida-pf-confirma-que-argentinos-nao-serao-investigados/ Mon, 06 Sep 2021 16:08:37 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/apos-suspensao-da-partida-pf-confirma-que-argentinos-nao-serao-investigados/ Anvisa interrompeu o clássico alegando descumprimento de protocolos sanitários por jogadores argentinos. Delegação foi ouvida por agentes federais no aeroporto de Guarulhos, mas não prestou depoimento formal

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Caracterizado como uma das maiores rivalidades do futebol mundial, o clássico Brasil x Argentina deste domingo (5), válido pelas Eliminatórias da Copa do Mundo 2022, teve um destaque inusitado: apesar da presença de Lionel Messi, Neymar e companhia, o personagem do jogo foi a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Ainda no primeiro tempo, por volta dos sete minutos, um agente da vigilância interrompeu a partida alegando a impossibilidade de atuação de quatro jogadores da seleção argentina. De acordo com a agência, os atletas mentiram sobre o cumprimento de protocolos sanitários contra a covid-19 exigidos para a entrada e permanência no Brasil.

Messi conversa com jogadores e membros da delegação brasileira após a suspensão da partida.
Messi conversa com jogadores e membros da delegação brasileira após a suspensão da partida. Foto: Lucas Figueiredo (CBF)

Emiliano Martinez (goleiro), Emiliano Buendia (meio-campista), Giovani Lo Celso (meio-campista) e Cristian Romero (zagueiro) desembarcaram, junto com a delegação argentina, na sexta-feira (3) em São Paulo após terem passado pela Inglaterra nos últimos 14 dias (período mínimo para a testagem do Sars-Cov-2). Dessa maneira, os jogadores, pela regulamentação, teriam que fazer uma quarentena de duas semanas assim que chegassem em solo brasileiro – o desembarque, no entanto, foi autorizado porque os argentinos, que jogam o campeonato inglês, negaram o trânsito pelo Reino Unido.

Nesse caso, as normas estabelecidas pela Anvisa garantem que os jogadores deveriam ter sido imediatamente deportados. Eles poderiam ainda responder por ação civil, administrativa e penal.

Segundo a Polícia Federal (PF), que foi prontamente notificada, os atletas não foram deportados, mas sim notificados a deixar o Brasil já na noite do domingo – a PF confirmou que nenhum dos quatro será investigado. Em nota oficial, a vigilância afirmou ter seguido as diretrizes sanitárias “desde o 1º momento”: “Desde o instante em que tomou conhecimento da situação irregular dos jogadores, no mesmo dia da chegada da delegação, a Agência comunicou o fato às autoridades brasileiras de saúde, por meio do Cievs, o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde”, esclareceu.

A Anvisa declarou também que “a decisão de interromper o jogo nunca esteve, nesse caso, na alçada de atuação da Agência.” […] “Contudo, a escalação de jogadores que descumpriram as leis brasileiras e as normas sanitárias do país, e que ainda prestaram informações falsas às autoridades, isso sim exigiu a atuação da Agência de Estado a tempo e a modo, ou seja, de maneira tempestiva e efetiva”.

Íntegra do programa ‘Café do MyNews‘ desta segunda-feira (6), que abordou a suspensão da partida entre Brasil e Argentina.

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Anvisa aprova estudos para testar eficácia de 3ª dose de vacina da Pfizer https://canalmynews.com.br/mais/anvisa-aprova-estudos-para-testar-eficacia-de-terceira-dose-da-vacina-da-pfizer/ Tue, 20 Jul 2021 20:18:50 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/anvisa-aprova-estudos-para-testar-eficacia-de-terceira-dose-da-vacina-da-pfizer/ Estudo vai verificar se eficácia aumenta com aplicação de mais uma dose de imunizante

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Um dos destaques do Jornal do MyNews desta segunda-feira (19/07) foi a aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a realização de estudos clínicos sobre a possibilidade de aplicar uma terceira dose das vacinas da Pfizer e da AstraZeneca contra o COVID-19. A jornalista Mirian Clark conversou hoje à tarde com o médico Cristiano Zerbini – coordenador dos testes clínicos da Pfizer no Brasil e diretor do Centro de Pesquisa Clínica com Infraestrutura Completa (Cepic), sobre a publicação de um estudo que mede a imunidade das pessoas depois de tomarem a segunda dose da vacina da Pfizer.

Vacinas contra Covid-19
Anvisa autoriza testes sobre possibilidade de aplicar terceira dose de vacinas da Pfizer e da AstraZeneca

O artigo será publicado no New England Journal e mostra que a eficácia da vacina cai em torno de 6% a cada dois meses, após a aplicação da segunda dose. “Quando você dá a primeira dose, onze dias depois tem uma proteção com efetividade de 92%. Depois da segunda dose, a efetividade chega a 95% e, para alguns grupos, chega a 100%. Mas o que acontece com o passar dos meses? Esse estudo mostrou que a eficácia cai um pouco. Calcula-se que seja 6% a cada 2 meses. Será que se a gente der uma terceira dose de reforço, aumenta novamente a efetividade para 95%? É isso que estamos perguntando nesse estudo”, explicou Zerbini.

O médico esclareceu que a pesquisa ainda não tem resultados conclusivos e por isso a indicação é para que as pessoas sigam o plano de imunização do Ministério da Saúde – que prevê duas doses das principais vacinas que estão sendo aplicadas no Brasil (Coronavac, Oxford/Astrazeneca e Pfizer), com exceção para a vacina da Jansen – que é aplicada em dose única.

“Não procurem tomar uma terceira dose. Isso não é científico. Deixem as vacinas para os brasileiros que ainda não tomaram a vacina”, destacou Cristiano Zerbini. Mirian Clark destacou que o médico enfatizou a importância da imunização como um processo coletivo e que ainda não é possível, mesmo com o avanço da vacinação, relaxar as medidas de proteção contra a pandemia.

“Ninguém vai poder relaxar totalmente, pois existem as novas variantes. Apesar de as vacinas apresentarem boas respostas às variantes, ainda é necessário o uso de máscaras e o distanciamento social”, ressaltou Mirian Clark, lembrando que mesmo sem uma determinação do Ministério da Saúde, o Governo de São Paulo anunciou nesta segunda que vai iniciar um novo ciclo de vacinação contra o novo coronavírus no dia 17 de janeiro de 2022. “O que não se sabe é se esse novo ciclo terá o apoio do Ministério da Saúde, ou se terá um consenso com os demais estados”, finalizou.

No Jornal do MyNews desta segunda-feira, Hermínio Bernardo e Miriam Clark abordaram pesquisa sobre vacinas da Pfizer e da AstraZeneca e também sobre a indisposição entre o presidente Jair Bolsonaro e o vice-presidente da Câmara dos Deputados, Marcelo Ramos (PL/AM)

O Jornal do MyNews também abordou a autorização da Anvisa para a realização de uma pesquisa que vai avaliar a eficácia do que seria uma nova medicação contra o COVID-19 – que já está sendo chamada de “nova hidroxicloroquina”. A medicação, chamada proxalutamida, é utilizada no tratamento de alguns tipos de câncer e estaria sendo testada para combater a infecção provocada pelo COVID-19. Entretanto, segundo reportagem da Folha de S. Paulo, alguns estudos apontam ineficácia da medicação para esta finalidade.

A proxalutamida tem sido citada pelo presidente Jair Bolsonaro como uma possibilidade de tratamento para o novo coronavírus. Segundo a reportagem da Folha de S. Paulo, além do Brasil, os testes clínicos patrocinados pela empresa Suzhou Kintor Pharmaceuticals serão realizados em mais seis países: Alemanha, África do Sul, Ucrânia, México e Estados Unidos.

O Jornal do MyNews vai ao ar diariamente às 18h40, no canal MyNews, com apresentação de Hermínio Bernardo e Mirian Clark.

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Anvisa libera teste da ButanVac em humanos https://canalmynews.com.br/mais/anvisa-libera-teste-da-butanvac-em-humanos/ Thu, 08 Jul 2021 16:11:15 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/anvisa-libera-teste-da-butanvac-em-humanos/ No Café do MyNews desta quinta-feira, o diretor do Instituto Butantan afirmou ser possível vacinar a população com o imunizante já em outubro

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O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, participou do programa ‘Café do MyNews‘ desta quinta-feira (8), e confirmou que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberou o teste da vacina ButanVac em humanos – é o primeiro imunizante contra o coronavírus produzido integramente no Brasil. Nesta primeira fase do estudo clínico, a chamada fase A, serão testados 418 voluntários.

Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan, participou do programa 'Café do MyNews' desta quinta-feira (8).
Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan, participou do programa ‘Café do MyNews’ desta quinta-feira (8). Foto: Reprodução (Arquivo Pessoal).

Segundo Dimas Covas, como é uma vacina nova, há a necessidade de testar diferentes doses, e avaliar a sua segurança e resposta imune. “Nós dependemos de realizar essa primeira fase mais rapidamente, e aí, com os dados gerados nessa fase A, a gente prossegue para a fase B, já sabendo o número de doses para as fases seguintes” – explicou ele.

A vantagem da ButanVac, segundo o diretor do Butantan, é que é um imunizante de segunda geração, então os testes podem ser simplificados e há a expectativa de que a vacina esteja aprovada para aplicação em outubro. “A vacina já está em produção. Nós temos neste momento em torno de 10 milhões de doses prontas da vacina, já aguardando quando tiverem disponíveis os resultados deste estudo para poder solicitar a autorização da Anvisa para o uso emergencial” – confirmou Covas.

Questionado sobre a cobertura da ButanVac para todas as variantes do coronavírus, o diretor ressaltou o fato da vacina ser de segunda geração e por isso, ter sido aperfeiçoada. “Quando eu falo que é uma vacina aperfeiçoada, um dos aperfeiçoamentos já é a incorporação de variantes, tanto a variante Gama – que é a variante P1 – como também a variante da África do Sul, e mais recentemente essa variante Delta, da índia” – explicou.

Sobre os sommeliers de vacina, Dimas Covas afirmou que escolher imunizante é “ignorância”. Para ele, “as pessoas não têm ideia do grau de proteção oferecido pelas vacinas e todas as vacinas que estão aí são vacinas aprovadas pela nossa Anvisa e que, portanto, tem características suficientes para determinar níveis elevados de proteção.”

E acrescentou: “a vacina do Butantan é uma das que têm um dos mais elevados índices de eficiência, e essa preferência de vacinas não justifica. Tem ocorrido aí uma luta política que a todo momento procura desqualificar a vacina do Butantan, o presidente da República tem desqualificado a vacina em vários momentos e a sua legião de acompanhantes vai sempre nesse sentido.”

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Anvisa recebe pedido de uso emergencial para a vacina Covaxin https://canalmynews.com.br/mais/anvisa-recebe-pedido-de-uso-emergencial-para-a-vacina-covaxin/ Tue, 29 Jun 2021 14:24:34 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/anvisa-recebe-pedido-de-uso-emergencial-para-a-vacina-covaxin/ Agência vai analisar documentação apresentada pelo laboratório para uso emergencial. Imunizante está no centro de um possível esquema de corrupção

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu na manhã desta terça-feira (29) o pedido de uso emergencial, em caráter experimental, do imunizante indiano Covaxin. O requerimento parte da empresa Precisa Comercialização de Medicamentos LTDA – a Agência, logo após o encaminhamento da solicitação, já deu início à triagem dos documentos contidos no pedido.

Anvisa recebe pedido para uso emergencial da vacina indiana Covaxin.
Anvisa recebe pedido para uso emergencial da vacina indiana Covaxin. Foto: Reprodução (WikiCommons – com alterações).

O estágio inicial, referente às primeiras 24 horas, compreende a verificação dos papéis e a análise da disponibilidade de todos os registros. Caso se constate a carência de informações relevantes, a Anvisa solicitará os dados adicionais ao laboratório desenvolvedor da vacina, o Bharat Biotech.

Para averiguar os arquivos, o órgão regulador se debruçará sobre as informações apresentadas junto com o pedido, além dos arquivos encaminhados anteriormente por intermédio da submissão contínua (processo prévio à formalização do pedido). O exame final da solicitação é realizado por uma equipe multidisciplinar que envolve especialistas das áreas de registro, monitoramento e inspeção de medicamentos.

De acordo com a resolução RDC 475/2021, que regulamenta o uso emergencial de vacinas, o prazo de análise do pedido pode ser de sete ou 30 dias, variando conforme a especificidade do caso – o período de avaliação, no entanto, não considera o tempo da ação em status de exigência técnica, intervalo direcionado para o cumprimento das questões científicas gerenciadas pela Agência.

Caso Covaxin

A vacina Covaxin está no centro do escândalo de compras superfaturadas denunciado pelo deputado federal Luís Miranda (DEM-DF) e seu irmão, o servidor Ricardo Miranda. O esquema foi exposto durante a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia.

Segundo os irmãos Miranda, o presidente Jair Bolsonaro tinha ciência sobre um suposto caso de corrupção no processo de aquisição do imunizante indiano, mas optou por não interferir – de acordo com o depoente, o chefe do Executivo declarou que o deputado Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo no Congresso, é o responsável pelas negociações.

A confissão de pressão pelo fechamento das transações, atrelada ao acréscimo de 1.000% no preço inicial de cada dose do imunizante, gerou reações no Palácio do Planalto, deu um novo rumo à CPI e trouxe suspeitas para dentro do Ministério da Saúde.

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Sputnik V é liberada pela Anvisa para mais sete estados brasileiros https://canalmynews.com.br/mais/sputnik-v-e-liberada-pela-anvisa-para-mais-sete-estados-brasileiros/ Wed, 16 Jun 2021 14:45:12 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/sputnik-v-e-liberada-pela-anvisa-para-mais-sete-estados-brasileiros/ A autorização é para quantidades reduzidas de doses da vacina, permitindo o monitoramento e a ação imediata da Agência

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, autorizou na noite desta terça-feira (15), a importação excepcional da vacina Sputnik V por mais sete estados brasileiros. São eles: Amapá, Goiás, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Rio Grande do Norte e Rondônia. Juntos, eles poderão adquirir 592 mil doses, distribuídas da seguinte forma:

  • Amapá – 17 mil doses;
  • Goiás – 142 mil doses;
  • Mato Grosso – 71 mil doses;
  • Pará – 174 mil doses;
  • Paraíba – 81 mil doses;
  • Rio Grande do Norte – 71 mil doses;
  • Rondônia – 36 mil doses.
Sputnik V
Ao todo, 13 estados brasileiros já possuem autorização da Anvisa para importar a vacina Sputnik V. Foto: Romina Santarelli (Ministerio de Cultura de la Nación).

A deliberação segue as mesmas restrições aplicadas para os outros estados que receberam a permissão da importação no início de junho – Bahia, Ceará, Maranhão, Pernambuco, Piauí e Sergipe -, e prevê quantidades reduzidas por unidade federativa. Ao todo, estes seis estados tiveram autorização para adquirir 928 mil doses.

Segundo a Anvisa, cada uma das unidades federativas poderá importar o equivalente para vacinar 1% de sua população, permitindo “o adequado monitoramento e a ação imediata da Agência, caso necessário”.

Além da restrição de quantidade, a Anvisa ainda pontua outras condições para a aquisição da Sputnik V:

– A vacina deve ser utilizada apenas na imunização de indivíduos adultos saudáveis;

– Todos os lotes importados da Sputnik V poderão ser destinados ao uso somente após liberação pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) da Fiocruz;

– A Agência irá receber relatórios periódicos de avaliação benefício-risco da vacina;

– O imunizante deve ser utilizado em condições controladas, com condução de estudo de efetividade, com delineamento acordado com a Anvisa e executado conforme as Boas Práticas Clínicas;

– A Agência poderá, a qualquer momento, suspender a importação, a distribuição e o uso das vacinas importadas.

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Consórcio Brasil Central desiste de compra da Sputnik V https://canalmynews.com.br/mais/consorcio-brasil-central-desiste-de-compra-da-sputnik-v/ Fri, 11 Jun 2021 14:09:36 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/consorcio-brasil-central-desiste-de-compra-da-sputnik-v/ Seis estados e o Distrito Federal optaram por aguardar a decisão da Anvisa sobre o uso emergencial da vacina russa contra a Covid-19

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O Consórcio Brasil Central, formado pelos estados de Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Tocantins e o Distrito Federal, desistiu da compra de doses da vacina russa contra covid-19 Sputnik V por meio da chamada Importação Excepcional Temporária, concedida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O pedido para essa autorização foi protocolado na segunda-feira (7), e ainda não foi respondido pela reguladora.

Vacinas Sputnik-V chegando no aeroporto
Grupo desiste de compra da Sputnik V, mas reafirma interesse no imunizante contra a covid-19. Foto: Casa Rosada.

Na semana passada, a Anvisa liberou para o Consórcio do Nordeste a compra da Sputnik V, mas em circunstâncias específicas. O uso está limitado a 1% da população de cada estado, de lotes específicos liberados pela agência, sob a condição de ser suspensa a qualquer momento e com a proibição da vacina ser aplicada em quem já tenha tomado outro imunizante de covid-19 e em quem tenha qualquer tipo de hipersensibilidade, além de idosos, lactantes e mulheres em idade fértil.

Diante de tantas exigências, o Consórcio Brasil Central optou por aguardar a decisão final da Anvisa sobre o uso emergencial da Sputnik V, para só então comprá-la. Em nota, o grupo reafirmou seu interesse na compra da vacina.

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ButanVac é liberada pela Anvisa para testes em humanos https://canalmynews.com.br/mais/butanvac-e-liberada-pela-anvisa-para-testes-em-humanos/ Thu, 10 Jun 2021 14:37:13 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/butanvac-e-liberada-pela-anvisa-para-testes-em-humanos/ A vacina contra a Covid-19 é desenvolvida pelo Instituto Butantan e promete ser a primeira com produção 100% nacional

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), anunciou nesta quarta-feira (9) a liberação da ButanVac para testes clínicos em humanos. É o início da fase clínica dos estudos. O Instituto Butantan, responsável pelo desenvolvimento do imunizante, aguardava a autorização para os testes desde abril, e afirma que já deu início à produção. Por enquanto, não há previsão de autorização para uso emergencial.

A vacina do Brasil
A expectativa é que 58 milhões de doses do imunizante ButanVac estejam prontas até o fim do ano. Foto: Governo de SP.

Em nota, a Anvisa afirmou que a instituição ligada ao governo paulista ainda terá que apresentar “informações complementares” antes de começar a aplicação experimental da ButanVac. A agência também disse que nas últimas semanas houve “intensa troca de informações” e reuniões com o Butantan para definir a autorização.

O teste foi liberado para a primeira parte das fases 1 e 2, e podem participar 400 dos 6 mil voluntários previstos nestas etapas. A vacina será aplicada em duas doses, com intervalo de 28 dias. O estudo será realizado no Hospital das Clínicas (FMUSP) e no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto/SP.

A ButanVac é a primeira vacina contra a covid-19 produzida no Brasil sem que seja necessária a importação de matéria-prima, e já foi testada em animais.

A expectativa é que 18 milhões de doses do imunizante estejam prontas ainda neste mês, e mais 40 milhões até o fim do ano. Em 21 de maio, Douglas Gonçalves Macedo, gerente de produção do Instituto Butantan, disse ao Jornal Hoje da TV Globo que o laboratório já estava produzindo o oitavo lote da vacina. Cada um tem cerca de um milhão de doses.

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Anvisa libera importação de Sputinik V e Covaxin, mas sob condições controladas https://canalmynews.com.br/politica/anvisa-libera-importacao-de-sputinik-v-e-covaxin-mas-sob-condicoes-controladas/ Sat, 05 Jun 2021 18:13:21 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/anvisa-libera-importacao-de-sputinik-v-e-covaxin-mas-sob-condicoes-controladas/ Apesar da liberação, agência não atesta segurança e eficácia e importação ainda pode ser suspensa

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A Anvisa aprovou nesta sexta-feira (4) a importação em caráter excepcional de mais duas vacinas, a russa Sputunik V e a indiana Covaxin. A agência, porém, não garantiu eficácia e qualidade e, por isso, o uso ainda pode ser suspenso. A autorização vale apenas para lotes específicos, caso exista interesse importar novos lotes, novos pedidos deverão ser feitos.

No caso da Sputinik V, o pedido foi feito pelos estados que formam o Consórcio Nordeste: Bahia, Maranhão, Sergipe, Ceará, Piauí e Pernambuco. A autorização foi dada para que sejam importadas um total de 928 mil doses, o que equivale a 1% da população de cada estado, o suficiente para que seja desenvolvido um estudo controlado para atestar a efetividade da vacina.

A aplicação só pode acontecer se forem cumpridas as condições estabelecidas pela Anvisa, como a importação, especificamente, de vacinas produzidas nas fábricas inspecionadas pela agência na Rússia e de uma análise que deve ser feita lote a lote para comprovar a ausência de vírus replicantes e outras características de qualidade. Além disso, deverá ser feita a notificação de efeitos adversos graves em até 24 horas. Esses efeitos vão ser analisados pelas áreas de Fiscalização e Monitoramento da Anvisa.

A Covaxin é uma vacina que usa a mesma tecnologia da Coronavac. Neste caso, o pedido de importação foi feito pelo Ministério da Saúde e a Anvisa autorizou a importação de 4 milhões de doses, que só podem ser utilizadas em condições específicas. A primeira é de que todos os lotes importados tenham sido produzidos depois das adequações de boas práticas implantadas pela fabricante, a Bharat Biotech, a pedido da agência brasileira. Além disso, é preciso que seja apresentado um certificado de potência para todos os lotes e que sejam entregues dados referentes a dois meses de acompanhamento de segurança do estudo clínico de fase 3. A Fiocruz também deve inspecionar os lotes para avaliar aspectos de qualidade. As notificações de eventos adversos serão analisadas pelas áreas de Fiscalização e Monitoramento da agência. 

Depois que essas doses forem distribuídas, a Anvisa vai analisar os dados de monitoramento para decidir sobre possíveis novas importações. Caso o pedido de uso emergencial da Covaxin seja negado pela própria Anvisa ou pela OMS, a importação pode ser suspensa.

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Nise Yamaguchi é “médica medíocre” e “pouco respeitada”, diz Gonzalo Vecina https://canalmynews.com.br/politica/nise-yamaguchi-e-medica-mediocre-e-pouco-respeitada-diz-gonzalo-vecina/ Tue, 01 Jun 2021 21:33:13 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/nise-yamaguchi-e-medica-mediocre-e-pouco-respeitada-diz-gonzalo-vecina/ Professor da USP e ex-presidente da Anvisa avalia que defensora da cloroquina é “pessoa boa”, mas tem opiniões “ruins”

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Para o médico sanitarista Gonzalo Vecina Neto, professor da Faculdade de Saúde Pública da USP e fundador e ex-presidente da Anvisa, a médica Nise Yamaguchi está errada ao defender a cloroquina e a Ivermectina.

“A Nise como pessoa, é uma pessoa boa, eu a conheço. Essa pessoa é uma médica mediocre, ela tem opiniões ruins, ela é muito pouco respeitada pelos profissionais que atuam na mesma área em que ela atua”, relata Vecina em entrevista ao Almoço do MyNews.

Nesta terça-feira (1), Yamaguchi participou na CPI da Pandemia e insistiu na defesa da cloroquina como suposto tratamento contra covid-19 e relatou encontros com autoridades do Governo Federal. A médica defensora de tratamentos ineficazes também revelou que teve reuniões de um “conselho científico independente” com o empresário Carlos Wizard.

Ela não é só um equívoco em relação na tratamento precoce, infelizmente, ela também é um equívoco nas áreas em que ela atua na medicina”, diz Vecina.

O professor da USP também classificou como um erro a realização da Copa América no Brasil.

“Futebol é um ópio do povo. Eu mesmo, quando a gente foi retomar os campeonatos brasileiros, eu fui favorável, porque está difícil a vida e o brasileiro gosta de jogo, mas sem público. Mesmo assim, o que que acontece é que as pessoas vão nos bares assistir aos jogos coletivamente, as pessoas vão na porta dos estádios e aglomeraram para receber os seus jogadores. O que vai acontecer se a Copa América vier para o Brasil? A mesma coisa. Nós já estamos numa curva ascendente de número de casos e mortes, não precisava de um multiplicador, essa situação que nós estamos fazendo é um multiplicador. Eu acho que neste momento é um equívoco trazer a Copa América para o Brasil, acho que devia cancelar”, diz Vecina.

Sobre as manifestações que aconteceram no último sábado (29), Gonzalo vê que não é a melhor hora para fazer isso, que as aglomerações se formam e que mesmo com todos os cuidados e ambiente aberto, pessoas irão se infectar. Mas ele também vê que as pessoas estão no seu limite e que com o “desgoverno” que estamos vivendo, protestar seria quase inevitável.

“O Brasil está enfrentando muito mal essa situação por causa desse desgoverno, a não compra de vacinas impediu que o Brasil terminasse de vacinar no mês passado, em maio nós terminaríamos de vacinar a população, porque temos a capacidade de vacinar 70 milhões de pessoas por mês. Este governo é responsável por isso. E aí que nós, população temos de instrumento para nos colocar entre a sociedade é o protesto. Neste momento, o protesto é terrível, porque produz aglomerações e ao produzir aglomerações ele produz novos casos”, analisa o médico sanitarista.

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Anvisa amplia prazo para guardar vacina da Pfizer em geladeira https://canalmynews.com.br/mais/anvisa-amplia-prazo-para-guardar-vacina-da-pfizer-em-geladeira/ Fri, 28 May 2021 14:48:20 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/anvisa-amplia-prazo-para-guardar-vacina-da-pfizer-em-geladeira/ Revisão nas condições de armazenamento permitirão que imunizante seja distribuído para mais cidades

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou nesta sexta-feira (27) uma revisão nas condições de armazenamento da vacina Cominarty, produzida pela Pfizer/Wyeth. Agora é permitido mantê-la em temperatura controlada entre 2ºC e 8ºC por até 31 dias. Na prática, permite que o imunizante fique guardado em geladeira comum por mais tempo.

Invólucro de armazenamento de doses da vacina Cominarty, produzida pela Pfizer.
Invólucro de armazenamento de doses da vacina Cominarty, produzida pela Pfizer. Foto: Reprodução (Flickr).

Antes, o prazo para a permanência nesta temperatura era de no máximo cinco dias. A revisão foi feita com base nos estudos de estabilidade apresentados pela Pfizer. Essa mudança já foi aprovada pela agência sanitária da Europa e pela FDA (Food and Drug Administration), dos Estados Unidos.

Com a mudança, mais cidades poderão receber a vacina da Pfizer. Hoje, por conta das condições mais restritas de armazenamento, ela só tem sido administrada nas capitais do Brasil.

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Alterar bula da cloroquina para tratar covid-19 seria “crime”, diz Gonzalo Vecina https://canalmynews.com.br/politica/alterar-bula-da-cloroquina-para-tratar-covid-19-seria-crime-diz-gonzalo-vecina/ Wed, 12 May 2021 13:10:11 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/alterar-bula-da-cloroquina-para-tratar-covid-19-seria-crime-diz-gonzalo-vecina/ Ex-presidente da Anvisa destaca que pacientes com efeitos colaterais poderiam processar a fabricante da cloroquina

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Gonzalo Vecina Neto, médico sanitarista e ex-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), vê a CPI da Pandemia como uma “chuva de obviedades” e acredita ser grave a denúncia do atual presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, de que a alteração da bula da cloroquina para prever tratamento contra covid-19 foi assunto de debate no Palácio do Planalto.

“Só a vigilância sanitária pode aceitar e produzir alterações em bula e elas não são frutos de vontade, elas são fruto de conhecimento. Tem que ter uma pesquisa, um substrato que define porquê mudar a bula. O caso da cloroquina, que é um produto utilizado para tratar malária e alguns casos de artrite reumatoide, para fazer sem indicação, teríamos que ter um estudo clínico rigoroso duplo cego randomizado e isso não foi feito. Então mexer na bula da Anvisa seria um crime, mesmo porque estes remédios têm efeitos colaterais e uma pessoa que sofresse desses efeitos colaterais, por causa de uma mudança na indicação da bula, poderia mover uma ação contra empresa. É um negócio sério e complicado”, diz ao MyNews.

O médico sanitarista avalia que a cloroquina só foi usada em países mais pobres e de terceiro mundo, que geralmente tem governantes populistas. Há muitas pessoas que dizem que se trataram com a cloroquina e ele lembra que, na maior parte dos casos, o novo coronavírus não produz efeitos graves, mas também pode gerar um quadro de saúde dramático e matar.

“Então, se você tomar todo dia um copo de água benzida e daqui há um ano, não tiver tido a doença, você vai acreditar que foi por causa de copo de água benzida ou você vai achar que foi uma coincidência?”, argumenta Vecina.

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Nise Yamaguchi defendeu mudar bula da cloroquina em reunião no Palácio do Planalto, diz presidente da Anvisa https://canalmynews.com.br/politica/nise-yamaguchi-defendeu-mudar-bula-da-cloroquina-em-reuniao-no-palacio-do-planalto-diz-presidente-da-anvisa/ Tue, 11 May 2021 15:20:14 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/nise-yamaguchi-defendeu-mudar-bula-da-cloroquina-em-reuniao-no-palacio-do-planalto-diz-presidente-da-anvisa/ Na CPI da Pandemia, Antonio Barra Torres afirma que discussão ocorreu eu reunião com ministros de Bolsonaro no Palácio do Planalto

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O presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres, afirmou nesta terça-feira (11) na CPI da Pandemia que a médica Nise Yamaguchi defendeu mudar a bula da cloroquina para prever tratamento contra covid-19. O uso do medicamento para enfrentar a pandemia não tem fundamentação científica e não é aconselhado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Durante seu depoimento ao colegiado na semana passada, o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta afirmou que Torres barrou a ideia de indicar tratamento para covid-19 na bula da cloroquina, mas não soube apontar quem teria patrocinado a ideia.

De acordo com Torres, participaram da reunião em que a mudança da bula foi comentada os ministros Walter Braga Netto, Mandetta, além do próprio Torres, a médica Nise Yamaguchi e outro médico que Torres afirma não lembrar o nome. O presidente da Anvisa afirmou que não se lembra se Jorge Oliveira e Luiz Eduardo Ramos também estavam presentes no encontro que ocorreu no Palácio do Planalto.

“Esse documento foi comentado pela doutora Nise Yamaguchi, o que provocou uma reação, eu confesso, até um pouco deseducada, ou deselegante, minha reação foi muito imediata, de dizer que aquilo não poderia ser”, afirmou Torres à CPI.

Quando perguntado pelo relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB-AL), se os ataques de Bolsonaro contra a China atrapalham a aquisição de vacinas, Torres reconheceu “dificuldades” na chegada dos imunizantes, mas afirmou não saber apontar um “nexo causal” que explique os atrasos.

Ministro da Saúde pode depor novamente

O senador Humberto Costa (PT-PE) pediu no colegiado a reconvocação do atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e disse que o titular da pasta “não estudou” e apresentou informações incompletas e imprecisas. O senador Marcos Rogério (DEM-RO) criticou o pedido de Costa e disse que uma reconvocação de Queiroga pode retirar o ministro da Saúde de sua função no combate à pandemia.

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Responsabilização por efeitos adversos vai pautar governadores sobre vacina russa https://canalmynews.com.br/juliana-braga/responsabilizacao-por-efeitos-adversos-vai-pautar-governadores-sobre-sputnik-v/ Tue, 27 Apr 2021 17:32:45 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/responsabilizacao-por-efeitos-adversos-vai-pautar-governadores-sobre-sputnik-v/ Sem o aval da Anvisa, governadores, que se reúnem hoje, receiam assumir a responsabilidade por quaisquer efeitos adversos da Sputnik V

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Governadores que apostam na Sputnik V para acelerar a vacinação nos seus estados se reúnem na manhã desta terça-feira (26) para decidir como reagir ao veto da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ao imunizante russo. Por unanimidade, diretores da Anvisa negaram o aval à importação alegando haver incertezas com relação à eficácia, qualidade e segurança. Essas incertezas e o risco de se responsabilizarem sozinhos por efeitos adversos da vacina vão balizar a decisão que gestores locais tomarão nesta terça.

Vacina russa contra a covid-19 Sputnik V, desenvolvida pelo Centro Gamaleya, em Moscou.
Vacina russa contra a covid-19 Sputnik V, desenvolvida pelo Centro Gamaleya, em Moscou. Foto: Tim Reckmann (Reprodução).

A avaliação de alguns desses governadores e de seus secretários de Saúde é que qualquer reação após a aplicação da vacina, mesmo que só em uma pessoa, cairá no colo dos gestores locais, o que seria um ônus alto demais. 

Além disso, alguns reconhecem que falta transparência por parte da Rússia com relação aos dados. Técnicos da Anvisa foram ao país para fazer a inspeção e tentar acesso aos dados, mas não conseguiram. As informações utilizadas por países como Argentina e México, que usam o imunizante, não foram consideradas suficientes pela agência brasileira. Diante deste cenário, fica difícil identificar até quais efeitos poderiam estar relacionados ao imunizante ou não.

Ainda assim, uma das opções na mesa é insistir na via judicial e recorrer ao Supremo Tribunal Federal para conseguir a imunização. Há a possibilidade também de cada governador seguir um caminho. As ações protocoladas na Justiça até o momento são individuais.

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STF recusa pedido da Anvisa para adiar prazo da Sputnik V https://canalmynews.com.br/mais/stf-recusa-pedido-da-anvisa-para-adiar-prazo-da-sputnik-v/ Mon, 26 Apr 2021 17:40:05 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/stf-recusa-pedido-da-anvisa-para-adiar-prazo-da-sputnik-v/ Ricardo Lewandowski decidiu manter a data limite preestabelecida para maio. Dirigentes do órgão devem se reunir ainda nesta segunda-feira (26)

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski recusou nesta segunda-feira (26) um pedido da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para suspender o prazo de análise da vacina russa contra a covid-19 Sputnik V.

De acordo com o parecer do ministro, “o elastecimento do prazo pretendido pela Anvisa não só contraria a letra da Lei nº 14.124/2021, como também o seu espírito, eis que sua edição foi motivada pela exigência de dar-se uma resposta célere aos pedidos de aprovação das vacinas já liberadas por agências sanitárias estrangeiras e em pleno uso em outros países”.

Ministro Ricardo Lewandowski
O ministro Ricardo Lewandowski. Foto: Nelson Jr. (SCO-STF)

Em decisão estabelecida no dia 13 de abril, Lewandowski determinou o período de um mês para a agência decidir sobre a importação “excepcional e temporária” do imunizante, ação que deve ser coordenada pelo governo do Maranhão.

“Decorrido o prazo assinalado pela Lei, não poderá mais a Anvisa, simplesmente, invocar a falta ou insuficiência de documentos para deixar de analisar o pedido de aprovação de uma vacina já em uso noutros países, pois estará diante de uma presunção juris tantum no tocante à sua qualidade, segurança e eficácia, a qual só poderá ser ilidida por meio de prova inequívoca em contrário”, acrescentou – o magistrado editou ainda decisões semelhantes para solicitações dos governos do Ceará, do Amapá e do Piauí.

Devido à aproximação da data limite, dirigentes da agência sanitária devem se reunir ainda nesta segunda, às 18h, para deliberar sobre a autorização ou não da importação a vacina por estados e municípios. Caso o órgão não se manifeste até o prazo estabelecido, os estados serão autorizados a importar, distribuir e aplicar o imunizante russo.

“Vencido o prazo definido pelos legisladores, sem manifestação da Agência, presume-se aprovada a vacina em processo de análise, salvo se, numa legítima inversão do ônus argumentativo, esta decidir, de forma tecnicamente motivada, pela desaprovação de seu uso no Brasil”, afirmou Lewandowski em sua decisão.

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União Química registra novo pedido de uso emergencial da vacina Sputnik V https://canalmynews.com.br/mais/uniao-quimica-registra-novo-pedido-de-uso-emergencial-da-vacina-sputnik-v/ Fri, 26 Mar 2021 19:22:25 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/uniao-quimica-registra-novo-pedido-de-uso-emergencial-da-vacina-sputnik-v/ Anvisa tem sete dias úteis para análise dos documentos

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou nesta sexta-feira (26) que recebeu um novo pedido de uso emergencial para a vacina Sputnik V. Uma solicitação anterior de uso emergencial, registrado em 15 de janeiro, será cancelada.

O pedido foi realizado pelo laboratório União Química, responsável por representar o Fundo Russo de Investimento Direto, fundo soberano estatal do governo da Rússia, no Brasil.

A Anvisa informou que agora começa a contar um prazo de sete dias úteis para a análise dos documentos do imunizante russo. As primeiras 24 horas serão utilizadas para checar se os documentos solicitados estão disponíveis.A agência brasileira pode perguntas técnicas sobre a vacina e, enquanto essa pendência estiver sendo tratada, o prazo é suspenso.

“A análise do pedido de uso emergencial é feita por uma equipe multidisciplinar, que envolve especialistas das áreas de registro, monitoramento e inspeção. A equipe vem atuando de forma integrada, com as ações otimizadas e acompanhadas pela Comissão que envolve três diretorias da Agência”, afirmou a Anvisa em nota à imprensa.

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Covaxin dá primeiro passo para uso emergencial no Brasil https://canalmynews.com.br/juliana-braga/covaxin-da-primeiro-passo-para-uso-emergencial-no-brasil/ Tue, 09 Mar 2021 22:26:37 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/covaxin-da-primeiro-passo-para-uso-emergencial-no-brasil/ A reunião de submissão prévia serve para a Anvisa analisar se já há informações suficientes para o pedido de uso emergencial

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O laboratório responsável pela produção da Covaxin no Brasil entrou, nesta segunda-feira (8), com o pedido de reunião de submissão prévia na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Esse é o primeiro passo para o laboratório solicitar o uso emergencial do imunizante no país.

A reunião serve para a equipe técnica da Anvisa avaliar se já há dados suficientes para o laboratório pedir o uso emergencial e ajudar na organização das informações para submetê-las à análise. É possível haver mais de uma.

Como o pedido de uso emergencial ainda não foi protocolado, não há prazo para análise da vacina.

A Covaxin é produzida pelo laboratório indiano Bharat Biotech. O Ministério da Saúde já assinou contrato para aquisição de 20 milhões de doses.

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Câmara vota MP que facilita compra de vacina depois do Carnaval https://canalmynews.com.br/politica/camara-vota-mp-que-facilita-compra-de-vacina/ Sun, 14 Feb 2021 20:02:36 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/camara-vota-mp-que-facilita-compra-de-vacina/ Proposta já tem 147 emendas apresentadas que flexibilizam ainda mais exigências da Anvisa

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O presidente da Câmara, Arthur Lira, pautou para a próxima quinta-feira (18) a medida provisória (MP) 1026/21, também chamada de MP da vacina, que facilita a compra de vacinas e de insumos necessários à imunização contra a covid-19. 

O texto tira a exigência de licitação e flexibiliza regras contratuais. O governo brasileiro fica autorizado, por exemplo, a fazer pagamentos antecipados para garantir acesso ao imunizante, mesmo que corra o risco de perder os valores.

Câmara vota MP que facilita compra de vacina depois do Carnaval. Foto: Maryanna Oliveira/Câmara dos Deputados
Câmara vota MP que facilita compra de vacina depois do Carnaval. Foto: Maryanna Oliveira/Câmara dos Deputados

Em outro ponto, a MP retoma a autorização para que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aplique apenas um rito sumário para aprovar vacinas já autorizadas nos Estados Unidos, Japão, China, Reino Unido e União Europeia.

A análise da proposta acontece no momento em que a Anvisa, órgão responsável pela regulamentação das vacinas, está sob ataque do líder do governo, Ricardo Barros. Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo há duas semanas, Barros disse que iria enquadrar a Anvisa para tornar o processo mais célere. O presidente da agência reagiu e exigiu uma retratação, o que não ocorreu.

A proposta já conta com 156 emendas, que flexibilizam ainda mais as regras da agência. Uma delas estabelece o prazo de 72h para a Anvisa autorizar o uso de determinado imunizante. Outra, apresentada pelo deputado Felipe Rigoni (PSB-ES), determina cinco dias úteis como período limite para a análise, desde que já tenha sido autorizado em outras agências.

Em outra frente, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) propõe a autorização para o governo assumir os riscos com eventuais efeitos adversos da vacina, com a possibilidade de contratação de seguro. A medida abriria espaço para o Brasil adquirir a vacina da Pfizer, cujo contrato a exclui de qualquer responsabilidade.

A análise será feita na quinta-feira por meio de sessão remota. A votação está marcada para às 10h.

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Anvisa aprova importação de mais doses da vacina de Oxford https://canalmynews.com.br/mais/anvisa-aprova-mais-doses-da-vacina-de-oxford/ Sat, 13 Feb 2021 13:56:36 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/anvisa-aprova-mais-doses-da-vacina-de-oxford/ A Agência diz que aprovação foi rápida para manter o fornecimento de vacinas

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A Anvisa aprovou a importação de doses adicionais da Covishield, que é a vacina de Oxford produzida pelo Serum Institute of India Pvt Ltd. A solicitação foi feita pela Fiocruz. A Agência não informou, no entanto, quantas doses devem ser importadas.

O pedido foi feito no dia 10 de fevereiro e concedido no dia 12/02. Em nota, a Anvisa diz que a aprovação se deu de forma rápida para manter o fornecimento de vacinas ao Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde e a continuidade da vacinação dos grupos prioritários.

Vacina de Oxford tem nova autorização temporária

A autorização é temporária para uso emergencial, assim como a dada no dia 17 de janeiro. No dia 29 de janeiro, a Fiocruz pediu o registro definitivo da vacina de Oxford/AstraZeneca que está em processo de análise na Anvisa.

A Fundação Oswaldo Cruz informou que está em negociação com a AstraZeneca e Instituto Serum para a compra de mais dois milhões de doses de vacinas prontas. Não há data para a chegada dessas vacinas. Paralelamente, a Fiocruz iniciou o envase do primeiro lote recebido de 90 litros de Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA). O insumo será usado na produção de 2,8 milhões de doses da vacina.

Vacina de Oxford em preparação para ser aplicada.
Vacina de Oxford em preparação para ser aplicada. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

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Anvisa pede veto de MP que determina 5 dias para aprovar vacinas https://canalmynews.com.br/politica/anvisa-pede-veto-de-mp-que-determina-5-dias-para-aprovar-vacinas/ Wed, 10 Feb 2021 18:24:37 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/anvisa-pede-veto-de-mp-que-determina-5-dias-para-aprovar-vacinas/ O diretor da Anvisa, Antônio Barra Torres, alega risco sanitário. Ele se reuniu com Bolsonaro para pedir o veto

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O diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antônio Barra Torres, pediu ao presidente Jair Bolsonaro o veto da medida provisória que prevê um prazo de cinco dias para aprovação de vacinas contra a covid-19.

O texto foi aprovado pelo Senado na semana passada. Como também já havia sido analisada pela Câmara, a medida segue para a sanção do presidente.

“Esse prazo de cinco dias não atende o mínimo necessário para uma análise. O prazo deixa de ser importante diante da ameaça muito maior que é não poder fazer análise nenhuma. Haveria um risco sanitário para a população. Se nós não tivermos mais o poder de analisar, quem vai?” declarou Barra Torres após reunião com Bolsonaro.

Reunião da Anvisa

Reunião da Anvisa que decidiu sobre o uso emergencial de vacinas contra Covid-19
Reunião da Anvisa que decidiu sobre o uso emergencial de vacinas contra Covid-19.
(Foto: Divulgação/Anvisa)

Depois do encontro, o diretor da Anvisa disse que espera pelo voto do presidente.

A medida provisória prevê autorização da Anvisa caso a vacina já tenha sido autorizada pelas agências regulatórias de nove países:

  • Estados Unidos
  • União Europeia
  • Japão
  • China
  • Canadá
  • Reino Unido
  • Coreia do Sul
  • Rússia
  • Argentina

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Anvisa recebe pedido de registro definitivo da vacina da Pfizer https://canalmynews.com.br/mais/anvisa-recebe-pedido-de-registro-definitivo-da-vacina-da-pfizer/ Sat, 06 Feb 2021 14:33:48 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/anvisa-recebe-pedido-de-registro-definitivo-da-vacina-da-pfizer/ É o segundo pedido de registro definitivo de vacina recebido pela Agência

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foto: Kevin P. Coughlin / Office of Governor Andrew M. Cuomo https://fotospublicas.com/ny-primeiros-cinco-kits-de-vacinacao-comunitaria-implantados-nos-empreendimentos-habitacionais/

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu hoje (6/02) o pedido de registro definitivo da vacina da Pfizer, contra Covid-19. No último dia 29 de janeiro, a Agência já havia recebido pedido de registro definitivo da vacina de Oxford.

“O pedido de registro da vacina junto à ANVISA é a etapa final do processo de submissão contínua estabelecido pela agência para acelerar os registros de vacinas contra a COVID-19. A companhia continuará trabalhando junto com a ANVISA para que esse processo transcorra da melhor maneira possível, sempre pautados por critérios técnicos e científicos”, disse em nota Márjori Dulcine, diretora médica da Pfizer Brasil.

A Pfizer informou que 44 mil pessoas participaram do estudo da vacina e foram acompanhadas por dois meses, em média, após a segunda dose do imunizante experimental. O estudo clínico de fase 3 foi feito em 150 centros nos Estados Unidos, Turquia, África do Sul, Brasil e Argentina. No Brasil, foram 2.900 voluntários.

Segundo a Anvisa, depois de aprovado e concedido, o registro possibilita que a vacina seja comercializada, distribuída e usada pela população. Em nota, a Agência diz que não “impõe barreiras ou dificuldades para o pedido de registro de vacinas. Estabelece regras a serem cumpridas, a fim de garantir que as vacinas sejam seguras e adequadas para imunizar e não causar dano à população”.

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Veja para onde vão as vacinas que chegaram ao Brasil e receberam novo aval da Anvisa https://canalmynews.com.br/mais/veja-para-onde-vao-as-vacinas-que-chegaram-ao-brasil-e-receberam-novo-aval-da-anvisa/ Sat, 23 Jan 2021 16:50:29 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/veja-para-onde-vao-as-vacinas-que-chegaram-ao-brasil-e-receberam-novo-aval-da-anvisa/ Coroanvac feita no Instituto Butantan recebeu nova autorização emergencial, enquanto doses da Oxford enfim chegaram da Índia

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Teste com voluntário para vacina contra a Covid-19
Teste com voluntário para vacina contra a Covid-19.
(Foto: Governo do Estado de São Paulo)

A sexta-feira (22) terminou com duas boas notícias para o programa de imunização contra a Covid-19 no Brasil. Além da aprovação para uso emergencial de um novo lote de vacinas Coronavac, produzidas pelo Instituto Butantan, chegaram ao país também 2 milhões de doses do imunizante Oxford/AstraZeneca, previstas do acordo com a Índia.

Com isso, a imunização no Brasil ganha um novo fôlego, ainda que curto e que dependa da vinda de insumos médicos da China para permitir uma maior produção das vacinas em território nacional.

Segundo o governo de São Paulo, cerca de 900 mil doses da Coronavac foram imediatamente liberadas para o Ministério da Saúde após a nova autorização da Anvisa para uso emergencial do imunizante. Ao todo, o Instituto Butantan recebeu aval para a produção de 4,1 milhões de novas doses.

Doses da Coronavac, vacina que recebeu autorização para uso emergencial no Brasil
Doses da Coronavac, vacina que recebeu autorização para uso emergencial no Brasil.
(Foto: Breno Esaki / Agência Saúde)

Desse total, de acordo com as autoridades paulistas, 200 mil doses foram levadas ao Centro de Distribuição e Logística da Secretaria da Saúde de São Paulo. Outras 700 mil vão para a central de distribuição do Ministério da Saúde, em Guarulhos (SP).

Prioridade para o Amazonas

Já as vacinas produzidas na Índia, desenvolvidas pela Oxford, foram levadas para a Fiocruz, no Rio de Janeiro, responsável pelas doses em solo brasileiro. A expectativa é que ainda neste sábado (23) elas sejam encaminhadas para outros Estados, tendo o Amazonas como destino prioritário.

 “A prioridade nesse momento é para o estado do Amazonas, que vive hoje a situação mais crítica no nosso país. Após um acordo com governadores, 5% dessa carga irá para Manaus”, disse o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, após a chegada das doses ao Brasil.

Avião da Emirates chega ao Brasil com vacinas da Oxford produzidas pela Índia
Avião chega ao Brasil com vacinas da Oxford produzidas pela Índia.
(Foto: Ministério da Saúde)

O Amazonas vive colapso na saúde pública em razão do aumento de casos de Covid-19 no Estado. A gravidade da situação leva especialistas a defenderem até ajuda internacional para tentar frear o avanço do vírus.

“É uma atitude de desespero, um pedido de socorro internacional, literalmente. Temos uma gestão municipal, estadual e federal que atuam conjuntamente e nos deram provas, não só ao amazonense, mas ao brasileiro e à humanidade, que se mostraram incapazes de conter a circulação do novo coronavírus em Manaus”, desabafou o epidemiologista Jesem Orellana, da Fiocruz Amazônia, durante entrevista ao Almoço do MyNews na última sexta.

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Anvisa libera uso emergencial de novo lote da vacina Coronavac no Brasil https://canalmynews.com.br/mais/anvisa-libera-uso-emergencial-de-novo-lote-da-vacina-coronavac-no-brasil/ Fri, 22 Jan 2021 19:39:42 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/anvisa-libera-uso-emergencial-de-novo-lote-da-vacina-coronavac-no-brasil/ Um lote anterior, de 6 milhões de doses, já havia recebido autorização para uso emergencial no Brasil no último domingo

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A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) decidiu, por unanimidade, liberar o pedido do Instituto Butantan, de São Paulo, para uso emergencial de mais 4,8 milhões de doses da Coronavac. A vacina é desenvolvida em parceria com o laboratório chinês Sinovac e já está sendo empregada no Plano Nacional de Imunização no Brasil.

A decisão foi tomada durante reunião da Anvisa, que foi transmitida ao vivo por meio do canal da agência no YouTube. O novo pedido inclui as 4,8 milhões de doses da vacina que foram produzidas já em solo brasileiro, além da permissão para a produção de outras 35 milhões pelo Instituto Butantan.

Um lote anterior, de 6 milhões de doses, já havia recebido autorização da Anvisa para uso emergencial no Brasil no último domingo (17), ao lado da vacina de Oxford/AstraZeneca – que conta com a Fiocruz como parceira e futura produtora no país. Os imunizantes liberados, no entanto, tinham sido importados já prontos da China.

Doses da Coronavac, vacina que recebeu autorização para uso emergencial no Brasil
Doses da Coronavac, vacina que recebeu autorização para uso emergencial no Brasil.
(Foto: Breno Esaki / Agência Saúde)

Fase vermelha em SP e entraves Brasil afora

A decisão da Anvisa que libera o novo lote de vacinas da Coronavac chega em um momento no qual a pandemia de Covid-19 volta a ganhar força no Brasil.

O aumento de casos no estado de São Paulo, por exemplo, levou o governador João Doria (PSDB) a determinar a reclassificação das regiões paulistas para fases mais restritivas. Além disso, também estipulou a fase vermelha – a mais – para todo o estado aos fins de semana e feriados, além de dias úteis após as 20 horas. A medida passa a valer a partir da próxima segunda-feira (25).

Também servem de empecilho para a questão da Covid-19 a série de embates políticos e diplomáticos criados em torno da vacina.

A produção no Butantan encontra-se paralisada desde domingo (17) em razão da falta de insumos para o imunizante. O material é importado da China e aguarda liberação do governo do país asiático para embarcar para o Brasil.

A reação chinesa é apontada como uma retaliação ao Brasil em razão de uma série de críticas e ofensas que partem de integrantes do governo de Jair Bolsonaro e de filhos do presidente.

Nesta semana, o ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, afirmou que “a China não tem dado celeridade aos documentos de exportação necessários para que o IFA saia e venha para o Brasil”, e completou: “Estamos fazendo movimentos fortes no nível diplomático para encontrar onde está essa resistência e resolver o problema”.

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Ninguém faz melhor oposição ao governo do que o próprio governo https://canalmynews.com.br/creomar-de-souza/ninguem-faz-melhor-oposicao-ao-governo-do-que-o-proprio-governo/ Thu, 21 Jan 2021 16:55:59 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/ninguem-faz-melhor-oposicao-ao-governo-do-que-o-proprio-governo/ O custo de escolhas estratégicas equivocadas do Governo Federal cobrou um preço alto nas últimas semanas

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Ninguém faz melhor oposição ao governo do que o próprio governo
O ministro Eduardo Pazuello (Saúde) e o presidente Jair Bolsonaro durante o lançamento do plano nacional de imunização contra a Covid-19.
(Foto: Isac Nóbrega/PR)

Enquanto o mundo observa com olhar atento a transição de governo nos Estados Unidos, no Brasil a confluência de equívocos políticos e de gestão pública segue seu curso. Se a aprovação de dois imunizantes em caráter emergencial pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) representou uma verdadeira apoteose cívica no último fim de semana, os desafios de construção de um amplo programa de vacinação passam diretamente por uma estabilização do ambiente político.

Neste sentido, o ato do governador João Doria de iniciar a vacinação no Estado de São Paulo poucas horas após a decisão da Anvisa é um marcador importante do panorama político nacional. De um lado, o mandatário paulista capitalizou de maneira direta os ganhos de uma batalha campal protagonizada por ele e o Presidente da República nos últimos meses. De outro, a derrota avassaladora na Anvisa e o início simbólico da vacinação em São Paulo, nitidamente, deixaram o Governo Federal atordoado.

De uma coletiva esvaziada feita pelo Ministro da Saúde, o General Pazuello, passando pelo silêncio sepulcral do Presidente da República, o custo de escolhas estratégicas equivocadas cobrou um preço alto nas últimas semanas. Longe de uma construção maniqueísta que coloque Bolsonaro como o mal e Doria como o bem. O fato é que a opção do Palácio do Planalto em ignorar uma abordagem científica da crise sanitária, aliada a uma série de erros de comunicação e de desconhecimento da lógica de funcionamento do Sistema Único de Saúde, redundou na máxima de que ninguém faz melhor oposição ao governo do que o próprio governo.

Como um reforço previsível da lógica acima exposta, o presidente Bolsonaro fez uma evocação ao papel das Forças Armadas como elemento decisório mais importante de uma democracia. A ação, como de costume, desperta atenções e sensações desagradáveis em vários grupos do espectro político. Porém, ela serve muito bem como anteparo ao processo de construção ora em curso de uma grande ofensiva do governo no Legislativo. 

Este movimento, orquestrado de maneira muito eficaz por assessores mais próximos do Presidente, e parlamentares que apoiam o governo, construiu duas ações importantes durante as últimas semanas. A primeira foi minar qualquer ação que visasse uma interrupção do recesso parlamentar, e a segunda, a construção de uma base de apoio significativa para as candidaturas de Arthur Lira (PP-AL) para presidência da Câmara dos Deputados e Rodrigo Pacheco (DEM-MG) para a presidência do Senado Federal.

Cabe, porém, a reflexão em termos contrafactuais: e se os candidatos do Planalto forem derrotados? O questionamento parte do princípio de que em passado recente foi observada situação semelhante com Dilma. Lá e aqui, o governo prometeu tudo que os parlamentares desejavam para que seus candidatos vencessem, porém, o fato de que a relação entre Executivo e Legislativo estava bastante desgastada, os parlamentares mudaram de lado nos últimos instantes do jogo.

O ponto aqui, portanto, não é estabelecer uma lógica infundada de previsibilidade. Entretanto, não há dúvida alguma de que a simultaneidade de crises é fator que gera alguma instabilidade no horizonte decisório. E esta, ativa o tradicional mecanismo retórico do presidente de entrar em modo de campanha, a diferença é que neste exato momento a diminuição do alcance de suas falas nas redes sociais é um desafio para o qual seu grupo não parece estar preparado.

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Anvisa aprova, por unanimidade, uso emergencial das vacinas Coronavac e Oxford https://canalmynews.com.br/mais/anvisa-avalia-uso-emergencial-das-vacinas-coronavac-e-oxford-aztrazeneca/ Sun, 17 Jan 2021 19:47:13 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/anvisa-avalia-uso-emergencial-das-vacinas-coronavac-e-oxford-aztrazeneca/ Relatora do processo disse que vacinação vai ajudar de maneira determinante no combate à Covid-19

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Reunião da Anvisa para decidir sobre o uso emergencial de vacinas contra covid-19. Foto: Divulgação/Anvisa

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou neste domingo (17/01), por unanimidade, o uso emergencial das vacinas Coronavac e Oxford no Brasil. Os dois imunizantes são os primeiros com autorização de uso emergencial no país.

A primeira a votar foi a relatora dos pedidos, Marizete Sousa Freitas. Ela ressaltou que não há “alternativa terapêutica disponível eficiente” e disse que cada um, em sua esfera de atuação, tem que adotar medidas para diminuir o impacto da covid-19. “A vacinação ajudará de maneira determinante a proteção individual e coletiva”, afirmou.

Em relação à Coronavac, a diretora da Anvisa condicionou a aprovação à uma assinatura de termo de compromisso que precisa ser publicado no Diário Oficial.

Após o voto da relatora, Romison Rodrigues Mota, Alex Campos, Cristiane Rose Jourdan e Antonio Barra Torres, que é o presidente da Anvisa, também votaram pela autorização.

A reunião começou às 10h10 com técnicos da Agência explicando seus pareceres. A gerência geral de medicamentos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendou na sua apresentação a aprovação do uso emergencial das vacinas Coronavac e Oxford/AstraZeneca com monitoramento de incertezas e reavaliação periódica.

A Coronavac será produzida e distribuída no Brasil pelo Instituto Butantan e a vacina de Oxford/AstraZeneca pela Fiocruz.

Assista a reunião aqui:

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Anvisa devolve documentos para uso emergencial da Sputnik V por não apresentarem requisitos mínimos https://canalmynews.com.br/mais/farmaceutica-pede-autorizacao-para-uso-emergencial-da-sputnik-v/ Sun, 17 Jan 2021 12:35:12 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/farmaceutica-pede-autorizacao-para-uso-emergencial-da-sputnik-v/ Agência esclareceu que estudo clínico de fase 3 precisa estar em andamento no país para o pedido ser feito

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Vacina Sputnik V chegando na Argentina. Foto: Casa Rosada/fotos públicas
https://fotospublicas.com/argentina-recebe-as-primeiras-300-mil-doses-da-vacina-sputnik-v/

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária informou que os documentos para uso emergencial da vacina Sputnik V foram devolvidos ao laboratório União Química “por não apresentarem requisitos mínimos para submissão e análise pela Anvisa”.

A Anvisa ressalta que ainda não há autorização para a condução dos ensaios clínicos fase 3 no Brasil. “Não basta o pedido de autorização de estudo clínico de fase 3 estar protocolado para pedir uso emergencial. É necessário que tais estudos estejam em andamento no país, além de outras medidas condicionantes já previstas”, diz a nota do órgão.

A União Química e o Fundo de Investimentos Diretos da Rússia (RDIF) fizeram o pedido de uso emergencial de 10 milhões de doses da vacina Sputnik V no dia 15/01. Segundo a União Química, as doses serão disponibilizadas ainda no primeiro trimestre de 2021.

A Sputnik V foi a primeira vacina contra Covid-19 registrada no mundo e está sendo aplicada na Argentina e em Belarus.

A União Química ainda não se pronunciou sobre a devolução dos documentos.

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Falta de oxigênio em Manaus configura desordem política e disputa comercial https://canalmynews.com.br/mais/falta-de-oxigenio-em-manaus-configura-desordem-politica-e-disputa-comercial/ Fri, 15 Jan 2021 18:39:27 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/falta-de-oxigenio-em-manaus-configura-desordem-politica-e-disputa-comercial/ Colapso é consequência de embates entre governantes e autoridades e de oligopólio nacional na produção de oxigênio medicinal

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Sistema de saúde do Amazonas vive caos diante do avanço da Covid-19 no estado e falta de ações contra o vírus
Amazonas vive caos e vê mortes crescerem diante do avanço da Covid-19 no estado e falta de ações contra o vírus.
(Foto: Chico Barata)

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, ao lado do presidente Jair Bolsonaro, durante transmissão ao vivo por uma rede social, admitiu na última quinta-feira (14) que há um “colapso” no sistema de saúde de Manaus, que sofre com a falta de oxigênio para atender pacientes infectados pela Covid-19. Nos últimos sete dias, a média móvel de mortes do estado amazonense cresceu 183% – no total, a região registra mais de 5,8 mil óbitos em razão da doença.

Diante da carência do gás vital, a Força Aérea Brasileira (FAB) enviou, durante a madrugada de hoje (15), uma aeronave do tipo C-130 Hércules com 6 cilindros de oxigênio líquido, totalizando 9.300kg de carga.

Entretanto, para o médico sanitarista e ex-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Gonzalo Vecina Neto, a quantidade expedida “não resolve o problema, apenas minora”. Para ele, o desastre prenunciado em Manaus é consequência, para além do aumento exponencial no número de casos, da desordem proveniente da administração pública, regional e federal.

Ao Almoço do MyNews desta sexta-feira (15), Vecina Neto delineou o catastrófico cenário amazônico como resultado de infundadas disputas políticas, tendo em vista que “o governador do Amazonas, que não conversava com o prefeito de Manaus, determinou o lockout [fechamento do comércio], mas voltou atrás na decisão depois de ser pressionado pelo poder econômico da cidade. A consequência dessa volta foi a explosão no número de casos”, explicou.

O encontro entre pessoas, fator crucial para a disseminação do vírus, foi fomentado direta e indiretamente nos últimos meses, devido, principalmente, ao relaxamento das medidas de contenção e à queda no número de casos. No início de 2020, em Manaus, enterrava-se diariamente de 30 a 35 pessoas. No ápice da crise sanitária, a soma subiu para 160. Antes de ontem (13), o dado mais mórbido: 198 pessoas mortas. “Em Manaus não se discute hospital de campanha, se discute necrotério de campanha”, como bem elucidou o doutor.

“Isso é responsabilidade do Executivo e é responsabilidade Federal também. Lembro que Bolsonaro queria interferir nessa capacidade de governadores e prefeitos, mas o Supremo Tribunal o vetou. Ele poderia ter feito muito mais desastres se ele estivesse lá, obrigando os médicos de Manaus a utilizarem o inócuo kit contra a doença, bobagens que ele acredita como um bruxo crê em magia”, completou.

Inalando dinheiro

A escassez de oxigênio compreende dois aspectos atualmente deteriorados no Brasil: a gerência de patrimônios e insumos públicos e o setor econômico privado.  

Experiente na gestão governamental da Saúde, Vecina Neto conta que, naturalmente, ninguém poderia prever um crescimento local de 8 vezes no consumo normal do gás. “Em um hospital, o oxigênio, isoladamente, é o item mais caro, isso em qualquer hospital do mundo, pois demanda armazenamento adequado e ressuprimento contínuo – na verdade, quem controla o nível de estoque é a própria fornecedora”, esclareceu.

Sistema de saúde em Manaus vive caos diante do avanço da Covid-19 no Amazonas
Sistema de saúde em Manaus vive caos diante do avanço da Covid-19 no Amazonas.
(Foto: Chico Barata)

No Brasil, o mercado do elemento é regido por um oligopólio de “3 ou 4 empresas, que regulam o preço do jeito que bem entendem. Então, parte da responsabilidade, é da fornecedora. No caso de Manaus, a White Martins”.

A disputa comercial, no entanto, extrapola as alas hospitalares, interferindo até mesmo em instituições do poder público. De acordo com o ex-presidente da Anvisa, o atual percentual mínimo de pureza do oxigênio determinado pela agência foi estabelecido após uma exigência conjunta dessas companhias que detêm o controle da maior parcela do mercado.

Conforme o relato do especialista, “essas empresas que controlam a venda de oxigênio no Brasil pediram [à Anvisa] a criação do oxigênio medicinal para retirar do mercado os produtores de oxigênio industrial, que possuem um grau de pureza próximo, mas não é o grau que elas têm, de 98% ou 99%. Retiraram a concorrência usando a mão da Anvisa” […] “Eu não estava mais lá quando isso aconteceu, pois eu não aceitava essa condição”, completou.

Na tarde de quinta, mediante o colapso estabelecido, a entidade sanitária autorizou, de maneira excepcional, a distribuição de oxigênio com menor pureza (95%) em Manaus. Para o médico, “não há nenhum problema na questão. Usinas locais produzem oxigênio com 96% de pureza, o que já é suficiente, mas há um grande boicote a elas”.

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Itamaraty confirma compra da vacina de Oxford produzida na Índia https://canalmynews.com.br/mais/itamaraty-confirma-exportacao-da-vacina-de-oxford-produzida-na-india/ Wed, 06 Jan 2021 10:54:01 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/itamaraty-confirma-exportacao-da-vacina-de-oxford-produzida-na-india/ Processo de importação das doses é uma tentativa de acelerar o início da vacinação no país

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Vacina contra a Covid-19
Vacinas contra a Covid-19 já são aplicadas em dezenas de países. Brasil ainda não começou o processo.
(Foto: Lisa Ferdinando)

O Ministério das Relações Exteriores confirmou nesta terça-feira (5) a importação pelo Brasil de 2 milhões de doses da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e pelo laboratório Astra/Zeneca, que está sendo produzida na Índia. Segundo o Itamaraty, as doses chegam ao país ainda em janeiro.

A importação será feita pela Fiocruz e recebeu aval da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Vale ressaltar que ainda não há autorização para aplicação da vacina na população.

O imunizante desenvolvido pelas duas instituições é a base do plano nacional de vacinação anunciado em 16 de dezembro pelo governo federal, via Ministério da Saúde.

O Instituto Serum, responsável pela fabricação da vacina na Índia, havia anunciado na segunda-feira (4) que só começaria a exportação do imunizante após vacinação na população local. Nesta terça, em novo comunicado divulgado, o instituto voltou atrás e informou que a exportação será permitida a todos os países.

Além da importação, a Fiocruz também será responsável pela produção da vacina da Oxford no Brasil. O processo de importação das doses vindas da Índia é uma tentativa de acelerar o início da vacinação no Brasil, já que a Fiocruz ainda não terá doses disponíveis para este início de ano.

O Ministério da Saúde estima que a vacinação no país deve começar entre 20 de janeiro e 10 de fevereiro. No entanto, tal previsão depende que os fabricantes obtenham o registro dos imunizantes junto à Anvisa.

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Brasil tem maior número de mortes diárias por Covid-19 em mais de três meses https://canalmynews.com.br/politica/brasil-tem-maior-numero-de-mortes-diarias-por-covid-19-em-mais-de-tres-meses/ Tue, 29 Dec 2020 23:47:53 +0000 http://localhost/wpcanal/sem-categoria/brasil-tem-maior-numero-de-mortes-diarias-por-covid-19-em-mais-de-tres-meses/ Ministério da Saúde diz que vacinação deve começar entre 20 de janeiro e 10 de fevereiro

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O Brasil registrou nesta terça-feira (29) o maior número de mortes diárias por Covid-19 em mais de três meses. Dados divulgados pelo Ministério da Saúde mostram que foram registradas 1.111 mortes. Este é o maior número desde o dia 15 de setembro, quando o registro foi de 1.113 vítimas fatais.

De acordo com o Ministério da Saúde, o número total de mortes chegou a 192.681, ficando atrás apenas dos Estados Unidos em quantidade de óbitos. Considerando o total de casos do novo coronavírus, o Brasil ocupa a terceira posição no mundo, atrás de Estados Unidos e Índia.

Em relação ao número de diagnósticos, o governo federal registrou mais de 58 mil novos casos só nesta terça-feira. O número total passa de 7,56 milhões.

Teste para identificação a Covid-19 realizado pela Fiocruz
Teste para identificação da Covid-19, realizado pela Fiocruz.
(Foto: Itamar Crispim/Fiocruz)

Vacinação no Brasil

No início da noite, o Ministério da Saúde declarou que a vacinação no país deve começar entre 20 de janeiro e 10 de fevereiro. O secretário-executivo da pasta, Élcio Franco, voltou a afirmar que, para essa previsão, é preciso que os fabricantes obtenham o registro das vacinas junto à Anvisa.

“O Ministério da Saúde tem feito a sua parte, fizemos o plano, estamos com a operacionalização pronta, nos preparando para esse grande dia, mas precisamos que os laboratórios solicitem o registro”, disse.

As declarações aconteceram após um posicionamento da Pfizer. A farmacêutica informou por meio de nota que a Anvisa pediu uma série de análises específicas para liberação emergencial da vacina no Brasil e que seguirá com o pedido de submissão contínua – isso quer dizer que vai apresentar os documentos durante os estudos.

O Ministério da Saúde rebateu e declarou que os documentos exigidos pela Anvisa são os mesmos pedidos pela FDA (Food and Drug Administration), agência reguladora dos Estados Unidos, onde a imunização já começou. 

As campanhas de vacinação já começaram em 45 países, incluindo Estados Unidos, China, Rússia e União Europeia. Nesta terça-feira, a Argentina começou a imunizar a população com doses da Sputnik V. Na América Latina, México, Chile e Costa Rica também já começaram as campanhas.

Avanço da pandemia

O consórcio de veículos de imprensa também mostrou o maior número de casos desde o dia 15 de setembro. De acordo com o levantamento, feito junto às secretarias de saúde estaduais, o Brasil registrou 1.075 mortes nas últimas 24 horas, elevando o total para 192.716 desde o início da pandemia.

O maior registro desta terça-feira pode estar relacionado a dados represados durante o feriado de Natal, mas os números das últimas semanas comprovam o avanço do coronavirus no país após uma queda entre outubro e novembro. 

Ainda restando dois dias, dezembro já registra o maior número de mortes desde setembro. Os dados do consórcio de imprensa mostram que são quase 19 mil mortes neste mês contra 13 mil em novembro e 16 mil em outubro. No mês de julho, o número foi de quase 33 mil, maior número desde o início da pandemia.

São Paulo continua sendo o Estado com mais casos (1,44 milhão) e mortes (46 mil). O Centro de Contingenciamento do Coronavirus de São Paulo divulgou uma carta na qual alerta para o crescimento da pandemia no Estado.

“A transmissão da doença retornou com força. O total de novos casos de coronavírus registrado no mês já é seis vezes maior do que em comparação à soma dos três primeiros meses da pandemia. O número de mortes é 60% superior ao total de vítimas fatais entre março e maio”, diz trecho da carta.

O documento também orienta o uso de máscara, álcool em gel e distanciamento social e reforça que festas, encontros sociais e aglomerações devem ser evitados neste momento.

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